Laneli Icone para ediçãoIcone de Enomear Icone de Excluir

Para que serve

Laneli é indicado para suprir as necessidades de vitaminas e minerais durante a gravidez e lactação, períodos de grande atividade fisiológica nos quais ocorre aumento das necessidades nutricionais diárias.

Como este medicamento funciona?


As vitaminas e minerais ajudam a suprir as necessidades nutricionais, que estão aumentadas no período da gravidez e lactação.

Laneli está contraindicado nos raros casos de histórico de hipersensibilidade comprovada a qualquer um dos componentes de sua formulação.

Tome uma cápsula de Laneli ao dia, via oral, com ou sem alimento, ou a critério do seu médico.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?


Se você se esquecer de tomar uma dose, procure tomá-la assim que possível. Se estiver próximo ao horário da dose seguinte, despreze a dose esquecida e volte ao seu esquema normal. Não tome duas doses ao mesmo tempo.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Pode ocorrer sensibilidade alérgica após administração por via oral, de qualquer um dos componentes do produto.

Laneli não é indicado para tratamento de anemia perniciosa.

Laneli não deve ser utilizado em pacientes portadores de hipervitaminose A e/ou D, insuficiência renal, hemossiderose (acúmulo de hemossiderina, um pigmento acastanhado que vem da degradação das hemáceas, nos órgãos), hipercalcemia (nível elevado de cálcio no sangue) e hipercalciúria (alto nível de excreção de cálcio na urina).

Gravidez e lactação:

Laneli não deve ser utilizado por períodos prolongados após gravidez e/ou lactação.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.

Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Informe o seu médico sobre o aparecimento de reações diferentes ou desagradáveis.

Ocasionalmente (reação incomum, > 0,1% e < 1%) podem ocorrer distúrbios gastrintestinais.

As demais reações adversas descritas, nas doses prescritas nesse medicamento, são consideradas raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento) ou muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).

Reações adversas relacionadas a cada um dos fármacos que compõem o Laneli:

Vitamina A:

O uso de grandes quantidades de vitamina A por longos períodos pode ser tóxico. A hipervitaminose A é caracterizada por cansaço, irritabilidade, falta de apetite, perda de peso, vômitos e outros distúrbios gastrintestinais, diminuição da temperatura corporal, aumento anormal do tamanho do fígado, reações na pele (amarelada, seca, sensibilidade à luz), coceira, queda de cabelo, ressecamento do cabelo, lábios rachados e com sangramento, anemia, dor de cabeça, aumento dos níveis de cálcio no sangue, inchaço, diurese noturna, dor nos ossos e articulações.

A suscetibilidade a reações adversas pela vitamina A é maior nas crianças e em pacientes com doença hepática. Doses excessivas de vitamina A devem ser evitadas por grávidas devido ao potencial teratogênico.

Vitamina D:

A ingestão excessiva de vitamina D pode causar um aumento do nível de fósforo no sangue ou aumento do nível de cálcio no sangue. Os efeitos associados com o aumento do nível de cálcio no sangue incluem eliminação de cálcio na urina, calcificação dos rins e lesão cardiovascular. Os sintomas de superdosagem incluem falta de apetite, cansaço, náuseas, vômitos, intestino preso, diarreia, aumento da eliminação da quantidade de urina, diurese noturna, sudorese, dor de cabeça, sede, sono e vertigem.

Vitamina E:

É geralmente bem tolerada. Grandes doses podem provocar diarreia, dor abdominal, e outros distúrbios gastrintestinais. Tem sido reportados visão borrada, tontura, cansaço e fraqueza.

Grandes doses de vitamina E podem aumentar a possibilidade de hemorragia em pacientes com deficiência de vitamina K, como para aqueles que tomam anticoagulante oral, assim como um aumento no risco de trombose, principalmente para as pacientes em tratamento com estrogênios.

Vitamina C:

Geralmente é bem tolerada. Altas doses podem causar diarreia ou distúrbios gastrintestinais. Tem sido reportados que altas doses talvez resultem em um aumento da taxa de ácido oxálico na urina e na formação de cálculo renal de oxalato de cálcio.

Vitamina B1:

É geralmente bem tolerada e raramente podem ocorrer náuseas e vômitos.

Vitamina B2:

É geralmente bem tolerada e raramente podem ocorrer náuseas e vômitos. Altas doses de vitamina B2 podem ocasionar uma coloração amarelo brilhante na urina, o que pode interferir nos resultados dos testes laboratoriais.

Vitamina B6:

O uso prolongado de altas doses da vitamina B6 está associado com o desenvolvimento de doença dos nervos periféricos severa.

Vitamina B12:

É geralmente bem tolerada e raramente pode ocorrer náuseas e vômitos.

Nicotinamida:

É geralmente bem tolerada, mas raramente pode ocorrer aumento da freqüência cardíaca, vermelhidão na pele, náuseas, vômitos, aumento dos níveis de glicose e ácido úrico no sangue, visão borrada e câimbras nos braços e pernas.

Ácido fólico:

É geralmente bem tolerado. Distúrbios gastrintestinais e reações de hipersensibilidade raramente são relatados.

Ferro:

Raramente pode ocasionar dor abdominal, náuseas, vômitos, prisão de ventre, diarreia e fezes escuras.

Zinco:

Raramente pode ocasionar dor abdominal, náuseas, vômitos, diarreia e gastrite (principalmente se for tomado com o estômago vazio).

Cálcio:

Raramente pode ocasionar dor abdominal, náuseas, vômitos e prisão de ventre.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

Apresentações:

Cápsulas gelatinosas moles:

Embalagens com 30 ou 60 cápsulas.

Uso oral.

Uso adulto.

Composição:

Cada cápsula gelatinosa mole contém:

ComponentesQuantidade por Cápsula% de IDR (*) para gestantes
Retinol (como palmitato) (vit. A)2664 UI99,9
Colecalciferol (vit. D)400 UI200
Acetato de racealfatocoferol (vit. E)10,00 mg100
Acido ascórbico (vit. C)70,00 mg127,27
Tiamina (como mononitrato) (vit. B1)3,00 mg214,29
Riboflavina (vit. B2)3,40 mg242,86
Nicotinamida17,00 mg94,44
Cloridrato de piridoxina (vit. B6)4,00 mg210,53
Acido fólico0,60 mg169,01
Cianocobalamina (vit. B12)2,20 mcg84,62
Ferro (como fumarato ferroso)30,00 mg111,11
Zinco (como óxido de zinco)15,00 mg136,36

(*) IDR = Ingestão Diária Recomendada.
Outros componentes: cálcio (como carbonato de cálcio).

Excipientes: maltodextrina, óleo de soja, lecitina de soja, óleo vegetal hidrogenado, gelatina, glicerol, metilparabeno, propilparabeno, vermelho de ponceau, amarelo crepúsculo, corante azul brilhante, sorbitol, dióxido de titânio, água purificada.

Correlação Sal-Base:

Cada 30 mg de ferro equivale à:

93,75 mg de fumarato ferroso.

Cada 10 mg de vitamina E equivale à:

11 mg de acetato de racealfatocoferol.

Cada 15 mg de zinco equivale à:

18,75 mg de óxido de zinco.

Cada 3,0 mg de tiamina equivale à:

3,26 mg de mononitrato de tiamina.

Cada 2.664 UI de vitamina A equivale à:

2,664 mg de palmitato de retinol.

Em caso de ingestão inadvertida ou acidental de uma quantidade de cápsulas acima do indicado, deve-se procurar imediatamente orientação médica.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Resultados de Eficácia


A eficácia da suplementação vitamínica-mineral em pacientes no período pré-concepcional, durante a gravidez e durante a lactação é conhecida e sua utilização como rotina obstétrica é mencionada na literatura.

As doses utilizadas em Polivitamínicos + Minerais (substância ativa) foram fundamentadas na Ingestão Diária Recomendada (IDR) para o período pré-gestacional e durante a gestação e a lactação.

Da literatura constam dados que evidenciam direta e indiretamente a eficácia dos componentes deste polivitamínico e mineral, observando-se que Polivitamínicos + Minerais (substância ativa) fornece 100% ou mais da Ingestão Diária Recomendada das vitaminas A, D, E, C, B1, B2, B6, B12, ferro e zinco para gestantes.

A quantidade de ácido fólico (2 mg) oferece alta proteção contra os defeitos do tubo neural.

Características Farmacológicas


O medicamento é um suplemento vitamínico-mineral indicado para uso pré-concepcional, durante a gravidez e a lactação. Assim, observa-se que Polivitamínicos + Minerais (substância ativa) fornece 100% ou mais da Ingestão Diária Recomendada (IDR) das vitaminas A, D, E, C, B1, B2, B6, B12, ferro e zinco para gestantes.

A quantidade de ácido fólico (2 mg) pode ser recomendada tanto para a prevenção de doenças do tubo neural (DTNs) como para a suplementação em estados de carência de ácido fólico. Hoje sabemos que as DTNs possuem uma prevalência em neonatos de um a três por 1000. Dentre o grupo das DTNs, as mais comuns são a espinha bífida, a anencefalia e a encefalocele. Atualmente já se sabe da importância do folato na prevenção destes casos.

O consumo de ácido fólico por mulheres no período pré-concepcional e durante a gravidez é a única maneira eficaz de se prevenir as DNTs. Através desta medida espera-se prevenir até 75% dos casos de defeitos do tubo neural.

Vitamina A (betacaroteno)

O betacaroteno pertence à família de substâncias químicas naturais conhecidas como carotenos ou carotenóides.

O betacaroteno é um caroteno particularmente importante, do ponto de vista nutricional por ser facilmente convertido no organismo em vitamina A, o que traz segurança visto que a ingestão em excesso de vitamina A pode ser tóxica.

Após os carotenóides serem liberados da ligação das proteínas por ação de enzimas proteolíticas, são absorvidos pela mucosa intestinal, onde o betacaroteno é oxidado, transformando-se em retinaldeído, que se reduz a retinol, (na presença de sais biliares e vitamina E), o qual, por sua vez, se reesterificará com ácidos graxos no interior das células da mucosa intestinal.

Via sistema linfático, incorporado aos quilomícrons, é levado ao sangue e, finalmente, ao fígado onde se armazenará.

O betacaroteno só é biologicamente ativo quando transformado em retinol (vitamina A).

O metabolismo da vitamina A não parece ser afetado durante a gravidez.

Na gestação, a vitamina A é necessária em quantidades crescentes para ajudar nos processos reprodutivos da mãe, incluindo o crescimento e o desenvolvimento fetal, e durante a lactação, para repor as perdas no leite materno.

A crescente necessidade durante a gestação é pequena e poderia ser suprida por meio de uma dieta balanceada e pelas reservas maternais provenientes de mulheres bem alimentadas (National Research Council).

Entretanto, em áreas com deficiência endêmica de vitamina A (VAD), como o Brasil, os suplementos de vitamina A em geral devem suprir essa necessidade.

Com a lactação, as necessidades aumentam para repor à perda diária de vitamina A no leite materno e para manter a vitamina A do leite em uma concentração para a proteção das necessidades das crianças em crescimento rápido, durante pelo menos os primeiros 6 meses de vida.

Vitamina D (colecalciferol)

A vitamina D é absorvida no jejuno, na presença de sais biliares.

Via sistema linfático, incorporado aos quilomícrons, é levada ao sangue e, finalmente, ao fígado onde ocorre sua conversão enzimática a 25-hidroxicolecalciferol, a principal forma circulante de vitamina D.

Nos rins ocorre uma nova hidroxilação transformando-se em 1,25-diidroxicolecalciferol ou calcitriol.

A excreção da vitamina D e seus metabólicos ocorrem principalmente nas fezes e muito pouco é eliminado na urina.

A vitamina D apresenta meia-vida de 19 a 25 horas. O calcitriol tem meia-vida de 3 a 5 dias, sendo que 40% da dose administrada é excretada em 10 dias.

Vitamina E (acetato de racealfatocoferol)

A vitamina E precisa para sua absorção, como as demais vitaminas lipossolúveis, das secreções biliar e pancreática normais, da formação de micelas e do transporte através das membranas intestinais.

A vitamina E é absorvida no intestino via linfática, incorporada aos quilomicrons, sendo transportada na fração LDL, e é transferida ao fígado.

O alfatocoferol é secretado do fígado para o intestino em associação ao VLDL, porém este mecanismo necessita de maiores esclarecimentos.

O que se sabe é que existe elevada correlação entre o colesterol ou os lípides totais no soro e a concentração de tocoferol. A via principal de excreção é a eliminação fecal, pois menos de 1% de vitamina E ingerida é excretada na urina.

Vitamina C (ácido ascórbico)

O ácido ascórbico é facilmente absorvido no intestino delgado por um mecanismo ativo e provavelmente por difusão é transportado ao sangue.

É armazenado no fígado e no baço e estes órgãos mantêm o equilíbrio entre as concentrações séricas e teciduais.

Quantidades excessivas são excretadas na urina. Ocorre concentração máxima em 2 a 3 horas após a ingestão.

O ácido ascórbico é excretado no leite materno.

Vitamina B1 (nitrato de tiamina)

A absorção da tiamina é realizada em meio ácido principalmente no jejuno e duodeno proximal.

Em baixas concentrações sua absorção é mediada por carreadores que dependem do Na+ e em altas concentrações, a absorção é realizada por difusão passiva.

A vitamina é fosforilada nas células da mucosa em tiamina fosfato (di e trifosfato) e nessa forma é transportada para o fígado pela circulação portal, sendo este o órgão de maior concentração dessa vitamina juntamente com os rins e o coração.

A excreção de tiamina pela urina reflete, principalmente, a quantidade ingerida.

A excreção fecal é indicativa da tiamina ingerida, porém não absorvida.

A biodisponibilidade oral da tiamina é de 5,3%. A tiamina é excretada no leite materno.

Vitamina B2 (riboflavina)

A riboflavina é absorvida pelas paredes proximais da região proximal do intestino delgado, e é fosforilada em FMN (flavina mononucleotídeo) antes de entrar na corrente sanguínea.

É então transportada pelo sangue e excretada na urina.

A meia-vida média inicial é cerca de 1,4 hora e a meia-vida terminal é de 14 horas.

A ingestão de alimentos que contenham riboflavina faz com que a urina adquira uma coloração muito amarelada.

A quantidade excretada tem uma relação direta com a quantidade ingerida.

Embora se encontrem quantidades pequenas de riboflavina nos tecidos, especialmente fígado e rins, ela não é armazenada de modo significativo, devendo ser suprida na alimentação.

Vitamina B6 (cloridrato de piridoxina)

A absorção da vitamina B6 é feita no jejuno e no íleo por difusão passiva.

Tanto o piridoxal quanto o piridoxal-5-fosfato são transportados no plasma e nas células vermelhas, e podem estar ligados à albumina (pelo menos 60%).

A vitamina B6 é excretada pelo organismo principalmente como ácido 4-piridóxico.

O local de distribuição da piridoxina é o fígado e músculos.

O pico sérico é obtido após 1,25 horas após a ingestão.

A taxa de excreção renal é de 35 a 63% e a biliar é de 2%. A meia-vida de eliminação é de 15 a 20 dias.

Vitamina B12 (cianocobalamina)

A vitamina B12 é absorvida no trato intestinal após a quebra das ligações protéicas pelo ácido clorídrico e pelo fator intrínseco da enzima mucoprotéica, ambos presentes na secreção gástrica.

É então transportada pela corrente sanguínea ligada às globulinas e transcobalamina.

O armazenamento tecidual é maior no fígado (90%) e em menor quantidade nos rins, sendo liberada quando necessária para a medula óssea e outros tecidos corporais.

Havendo ingestão exagerada dessa vitamina, ocorre a excreção por via urinária.

Ácido fólico

A absorção do ácido fólico ocorre no trato intestinal, mais especificamente no jejuno.

Processos de redução e metilação do ácido fólico são realizados no fígado, e o ácido fólico é liberado para a circulação sistêmica.

No organismo, o fígado é o órgão que contém a maior parte de folato (50%). Cerca de 30% são excretados pelos rins. Formas reduzidas são excretadas pela urina e pela bile. O folato pode ser sintetizado pelos microorganismos intestinais. A excreção urinária do ácido fólico pode ser potencializada pelo uso de álcool ou diuréticos.

Até 0,1 mg/dia de ácido fólico é excretado no leite materno, o que demanda uma maior ingestão neste período.

A administração de ácido fólico no período pré-gestacional (3 meses antes da gestação) e durante os três primeiros meses da gestação reduz a incidência de defeitos do tubo neural (DTNs), como espinha bífida, meningomielocele, anencefalia.

Ferro (fumarato ferroso)

A acidez gástrica e as enzimas hidrolíticas no intestino delgado liberam o ferro da forma (Fe+3) à forma ferrosa (Fe+2), que é prontamente absorvido no duodeno na membrana basal dos enterócitos que também sintetizam a apoferritina. A presença de ácidos biliares bicarbonato-fosfato diminui a absorção do ferro.

Os íons ferrosos (Fe+2) se ligam aos receptores dos enterócitos, penetram na célula, são oxidados novamente ao estado férrico (Fe+3) e ligam-se à apoferritina.

Como os enterócitos são continuamente renovados e descamados, o ferro ligado à ferritina é perdido no lúmen intestinal.

O equilíbrio entre as concentrações sérica e tecidual ocorre na circulação portal.

Em caso de carência de ferro corporal, a síntese de apoferretina diminui e o ferro passa livremente pelos enterócitos ainda em estado ferroso, entrando no plasma.

No estado de repleção, a síntese de apoferritina e ferritina aumenta e esse processo se inverte.

No sangue o Fe+2 é reoxidado para Fe+3 e carreado pela transferrina plasmática, principal proteína com capacidade de ligação do ferro circulante.

No fígado, baço e medula óssea, locais de armazenamento, a transferrina libera o ferro e retorna à circulação portal.

No fígado o ferro é armazenado como ferritina ou hemossiderina. A meia-vida de eliminação é de 6 horas.

Zinco (óxido de zinco)

O zinco é absorvido ao longo de todo o intestino delgado, particularmente no jejuno.

O zinco liga-se à metalotioneína citoplasmática, podendo ser usado pelo enterócito ou passar para a circulação portal, onde é transportado pela albumina.

Acredita-se que apenas 20 a 40% do zinco da dieta sejam absorvíveis.

A absorção do zinco é alterada pela presença de diversos fatores dietéticos, principalmente pelos fitatos.

A via principal de excreção é intestinal (67%).

A taxa de excreção renal é de 2%. O zinco é excretado no leite materno.

Eventualmente o zinco é perdido nas fezes, junto com enterócitos descamados.

Laneli deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aspectos físicos:

Este medicamento se apresenta na forma de cápsula gelatinosa mole, oblonga, na cor vinho opaco, contendo uma suspensão marrom.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Reg. MS - 1.8326.0009.

Farm. Resp.:
Dra. Tatiana de Campos.
CRF-SP n° 29.482.

Registrado por:
Medley Farmacêutica Ltda.
Rua Macedo Costa, 55 - Campinas - SP.
CNPJ 10.588.595/0007-97.

Fabricado por:
Catalent Brasil Ltda.
Av. José Vieira, 446 – Indaiatuba - SP.
Indústria Brasileira.

*Não use medicamentos sem o conhecimento do seu médico, pode ser perigoso para a sua saúde.
*As informações aqui divulgadas não deverão ser utilizadas como substituto de prescrição médica para o tratamento de qualquer doença.