Piportil L4 Icone para ediçãoIcone de Enomear Icone de Excluir

Para que serve

  • Psicoses crônicas;
  • Psiquiatria infantil;
  • Manifestações de agressividade.

Como Piportil L4 funciona?

Piportil L4 é um medicamento que age sobre o sistema nervoso central em processos psicóticos, com discreta ação sedativa, sendo utilizado em pacientes com distúrbios psiquiátricos de diversos tipos.

Piportil L4 não deve se utilizado nos seguintes casos:

  • Alergia à pipotiazina e aos demais componentes do produto;
  • Antecedentes de agranulocitose (diminuição na contagem de células brancas do sangue como basófilos, eosinófilos e neutrófilos) e porfiria (doença metabólica que se manifesta através de problemas na pele e/ou com complicações neurológicas);
  • Risco de glaucoma (aumento da pressão intraocular) de ângulo-fechado;
  • Risco de retenção da urina ligada a distúrbios uretroprostáticos (relacionados à uretra – canal que conduz a urina, e próstata – glândula do sistema reprodutor masculino);
  • Associação com levodopa;
  • Doença de Parkinson.

O tratamento geralmente é iniciado no hospital, porém também pode ser iniciado em pacientes ambulatoriais. Em muitos casos, a administração de Piportil L4 é seguida após tratamento neuroléptico oral. Se você não recebeu previamente tratamento neuroléptico, deve ser testada a sua tolerância a neurolépticos maiores (tanto com a forma oral ou pela via intramuscular).

Apenas seringas de vidro devem ser utilizadas, devido à presença do componente oleoso da formulação.

As ampolas devem ser administradas exclusivamente pela via intramuscular (injeção no músculo) profunda; não deve ser administrado por via intravenosa (injeção na veia).

Adultos

A dose inicial é de 100 mg, administrada por via intramuscular.

Crianças

  • De 2 a 6 anos: dose média inicial de 12,5 mg (0,5 mL) por via intramuscular;
  • - De 6 a 12 anos: dose média inicial de 25 mg (1 mL) por via intramuscular;
  • Acima de 12 anos: dose média inicial entre 75 e 100 mg (entre 3 e 4 mL) por via intramuscular.

O intervalo médio entre as injeções, tanto para adultos como para crianças é de 30 dias. O seu médico irá ajustar as doses acima descritas de acordo com a sua resposta individual, podendo ser aumentadas ou diminuídas.

Posologia para populações especiais

Idosos, pacientes com epilepsia, encefalopatia (disfunção ou dano encefálico de longa duração),
alcoolismo ou desequilíbrio psicológico: a dose administrada deve ser inicialmente baixa
(aproximadamente 25 mg) e gradualmente aumentada se necessário.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.


O que devo fazer quando eu me esquecer de usar Piportil?

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico.

Acidente vascular cerebral (derrame)

Piportil L4 deve ser usado com cautela se você apresenta fatores de risco para acidentes vasculares cerebrais.

Síndrome neuroléptica maligna (síndrome que surge devido ao uso de neurolépticos)

O tratamento com Piportil L4 deve ser imediatamente descontinuado caso você apresente febre inexplicada, pois a mesma pode ser um dos sinais da síndrome neuroléptica maligna descrita com o uso de neurolépticos, cujas manifestações clínicas incluem: palidez, elevação anormal da temperatura corporal e alterações do sistema nervoso autônomo.

Embora este efeito dos neurolépticos possa ser de origem idiossincrática (resposta do indivíduo não previsível), a desidratação ou danos cerebrais orgânicos são fatores predisponentes.

Em caso de febre ou infecção, é recomendável a realização de hemograma devido à possibilidade de agranulocitose (diminuição na contagem de células brancas do sangue como basófilos, eosinófilos e neutrófilos).

Deve-se iniciar o tratamento com Piportil L4 em pacientes hospitalizados com a administração de doses baixas, prosseguindo o tratamento ambulatorial apenas sob rigorosa vigilância médica.

Deve-se realizar rigorosa vigilância clínica e eventualmente eletroencefalografia em pacientes epilépticos, devido à possibilidade de diminuição do limiar epileptógeno.

Durante o tratamento com Piportil L4 é altamente desaconselhável o uso de bebidas alcoólicas.

Piportil L4 pode ser utilizado com prudência em pacientes parkinsonianos que absolutamente necessitam de terapia neuroléptica.

Neurolépticos fenotiazínicos (classe de medicamento na qual Piportil L4 está enquadrado) podem potencializar o prolongamento do intervalo QT (alteração observada em eletrocardiograma e que está relacionada aos batimentos do coração), o que aumenta o risco de ataque de arritmias ventriculares
graves do tipo “torsades de pointes”, que é potencialmente fatal (morte súbita).

O prolongamento QT é exacerbado, em particular, na presença de diminuição dos batimentos do coração, diminuição de potássio no sangue e prolongamento QT congênito ou adquirido (exemplo: fármacos indutores).

Se a situação clínica permitir, avaliações médicas e laboratoriais devem ser realizadas para descartar possíveis fatores de risco antes do início do tratamento com um agente neuroléptico e conforme necessidade durante o tratamento.

Casos de tromboembolismo venoso (obstrução na veia causada por um coágulo de sangue), algumas vezes fatal, foram reportados com medicamentos antipsicóticos. Portanto, Piportil L4 deve ser utilizado com cautela se você apresenta fatores de riscos para tromboembolismo.

Aumento do açúcar no sangue ou intolerância à glicose foram relatadas em pacientes tratados com Piportil L4. Se você apresenta diagnóstico estabelecido de diabetes mellitus ou fator de risco para desenvolvimento de diabetes e está iniciando o tratamento com Piportil L4 deverá realizar monitoramento do nível de açúcar no sangue durante o tratamento.

Este medicamento é contraindicado para menores de 2 anos de idade.

  • Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento);
  • Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento);
  • Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento);
  • Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).

De modo geral, Piportil L4 é bem tolerado.

A intensidade de certas reações adversas varia de acordo com as propriedades farmacológicas do neuroléptico em particular.

Com doses mais baixas

Alterações do sistema nervoso autônomo

  • Queda brusca da pressão do sangue ao ficar em pé;
  • Efeitos anticolinérgicos como secura da boca, prisão de ventre, problemas de acomodação visual, retenção da urina.

Reações neurológicas e psiquiátricas

  • Sedação ou sonolência, mais marcante no início do tratamento;
  • Indiferença, reações de ansiedade, alterações de humor.

Com doses mais elevadas

Discinesias precoces (contrações musculares involuntárias na região do pescoço, contração de músculos extra-oculares, fechamento forçado da mandíbula devido à contração do músculo da mastigação, etc).

Podem ocorrer discinesias tardias como consequência de tratamentos prolongados.

Medicamentos que tratam a Doença de Parkinson são inativados e podem intensificar os sintomas.

Síndrome extrapiramidal

  • Diminuição ou desaparecimento dos movimentos espontâneos com ou sem aumento anormal da rigidez muscular, aliviada parcialmente com o uso de medicamentos antiparkinsonianos anticolinérgicos;
  • Aumento dos movimentos-tremores e rigidez muscular, excitação motora;
  • Inquietação.

Alterações endócrinas e metabólicas

  • Impotência, frigidez (distúrbios do desejo sexual);
  • Níveis elevados de prolactina no sangue, ausência de menstruação, produção de leite excessiva, aumento das mamas em homens;
  • Aumento de peso;
  • Irregularidade no controle térmico;
  • Nível alto de açúcar no sangue, alteração de tolerância à glicose.

Mais raramente e não dependente da dose

Reações na pele

  • Reações alérgicas na pele;
  • Sensibilidade exagerada da pele à luz.

Alterações no sangue

  • Raramente agranulocitose (diminuição na contagem de células brancas do sangue como basófilos, eosinófilos e neutrófilos): recomenda-se a monitorização regular do hemograma;
  • Leucopenia (diminuição de células brancas do sangue).

Alterações nos olhos

  • Redução do tônus ocular;
  • Depósitos acastanhados no segmento anterior do olho, devido ao acúmulo do medicamento, geralmente sem causar efeitos sobre a visão.

Outros problemas observados

  • Desfalecimento (desmaio), palpitações e congestão nasal;
  • Sorologia positiva para anticorpos antinucleares sem lupus eritematoso clínico;
  • Possibilidade de coloração amarelada da pele e das membranas mucosas, devido ao fluxo irregular da bile;
  • Houveram relatos isolados de morte súbita, com possíveis causas de origem cardíaca, assim como casos inexplicáveis de morte súbita, em pacientes recebendo neurolépticos fenotiazínicos;
  • Casos de tromboembolismo venoso, incluindo casos de embolismo pulmonar, algumas vezes fatal, e casos de trombose venosa profunda, foram reportados com medicamentos antipsicóticos;
  • Intolerância à glicose e aumento de açúcar no sangue.

Informe ao seu médico ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

Deve-se ter cautela quando do uso de Piportil L4 em:

  • Pacientes com doença cardiovascular grave, devido às alterações dos parâmetros hemodinâmicos (especialmente pressão baixa) e eletrofisiológicos (propriedades elétricas em células e tecidos);
  • Pacientes com insuficiência hepática e/ou renal: devido ao risco de superdosagem;
  • Pacientes idosos devido à sua maior susceptibilidade à sedação e hipotensão ortostática (queda súbita de pressão arterial quando um indivíduo assume a posição ereta);
  • Pacientes idosos com psicose relacionada à demência tratados com medicamentos antipsicóticos estão sob risco de morte aumentado.

Alterações na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Durante o tratamento com Piportil L4, você não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

Gravidez

Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento com Piportil L4 ou após o seu término.

Se possível, é recomendável no final da gravidez a diminuição da dose de neurolépticos (especialmente daqueles com atividade prolongada) e antiparkinsonianos, que potencializam os efeitos atropínicos dos
neurolépticos. As funções neurológicas e gastrintestinais do recém-nascido devem ser monitorizadas.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.

Os seguintes efeitos foram relatados (em experiência pós-comercialização) em recém-nascidos que foram expostos a fenotiazínicos durante o terceiro trimestre de gravidez:

diversos graus de desordens respiratórias variando de taquipneia (respiração rápida e anormal) a angústia respiratória, bradicardia (diminuição da frequência cardíaca) e hipotonia (flacidez muscular), sendo estes mais comuns quando outros medicamentos do tipo psicotrópicos ou antimuscarínicos forem
concomitantemente administrados;

íleo meconial (obstrução intestinal do recém-nascido), retardo da eliminação do mecônio (primeiras fezes eliminadas pelo recém-nascido), dificuldades iniciais de alimentação, distensão abdominal, taquicardia (aceleração do ritmo cardíaco);

desordens neurológicas tais como síndrome extrapiramidal (alteração neurológica que leva a distúrbios do equilíbrio e da movimentação, hipertonia, distonia orofacial, mioclonias, trismo, opistótono, parkinsonismo), sonolência, agitação.

O monitoramento e tratamento adequado do recém-nascido de mães tratadas com Piportil L4 é recomendado. Em caso de dúvida, converse com o seu médico.

Converse com o seu médico sobre a necessidade de monitoramento e tratamento adequado do recém-nascido de mães tratadas com Piportil L4, uma vez que estes procedimentos são recomendados.

Amamentação

Na ausência de estudos sobre a passagem de pipotiazina para o leite materno, desaconselha-se a lactação durante o tratamento com Piportil L4.

Piportil L4 não deve ser utilizado durante a amamentação.

 

 

 

Cada mL de solução injetável de Piportil L4 contém:

25 mg de palmitato de pipotiazina.

Excipiente: óleo de gergelim.

Superdosagem pode causar síndrome de Parkinson grave e coma.

O tratamento deve ser sintomático e em unidade especializada.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Associações Contraindicadas:

Levodopa:

Há antagonismo recíproco entre levodopa e neurolépticos. Pacientes com síndrome extrapiramidal recebendo tratamento neuroléptico não devem ser tratados com levodopa, pois esta pode causar inibição e perda da atividade neuroléptica. Um agente anticolinérgico deve ser usado para substituí-la. Em caso de necessidade de tratamento com neurolépticos em pacientes parkinsonianos tratados com levodopa, deve-se interromper o tratamento com levodopa, visto que a mesma pode agravar as alterações psicóticas e não apresenta ação sobre os receptores bloqueados pelos neurolépticos.

Associações Desaconselhadas:

Guanetidina e substâncias relacionadas:

Inibição do efeito anti-hipertensivo da guanetidina devido à inibição da penetração da guanetidina nas fibras simpáticas (seu local de ação). Usar outro medicamento anti-hipertensivo.

Sultoprida:

Risco aumentado de arritmias ventriculares, particularmente “torsade de pointes”, devido aos efeitos eletrofisiológicos adicionais.

Associações a Serem Consideradas:

Anti-hipertensivos (todos):

Aumento adicional na atividade anti-hipertensiva e risco de hipotensão ortostática. Para guanetidina, vide Associações Desaconselhadas.

Outros depressores do sistema nervoso central:

Derivados morfínicos (analgésicos e antitussígenos), a maioria dos anti-histamínicos H1, barbitúricos, benzodiazepínicos, ansiolíticos não-benzodiazepínicos, clonidina e substâncias relacionadas: aumento da depressão do sistema nervoso central que pode ter sérias consequências, especialmente na condução de veículos e operação de máquinas.

Atropina e outras substâncias atropínicas:

Antidepressivos imipramínicos, a maioria dos anti- histamínicos H1, medicamentos antiparkinsonianos anticolinérgicos, antiespasmódicos atropínicos, disopiramida: agravamento dos efeitos atropínicos indesejáveis (como retenção urinária, constipação, secura da boca, etc).

Álcool:

Os efeitos sedativos dos neurolépticos são acentuados pelo álcool. Deve-se evitar o uso de bebidas alcoólicas e de medicamentos contendo álcool em sua composição.

 

 

Resultado de eficácia

Vários estudos documentaram a eficácia do palmitato de Palmitato de Pipotiazina (substância ativa) na esquizofrenia crônica, em muitos casos permitindo serviços de base comunitária para pacientes anteriormente internados, e possibilitando uma terapia eficaz em pacientes que não toleram ou não respondem ao tratamento com decanoato ou enentato de flufenazina (Anon, 1983a; Villeneuve & Fontaine, 1980b; Singh & Saxena, 1979c; Imlah & Murphy, 1985a; Albert et al, 1980c; Bechelli & Hetem, 1981a; Gallant et al, 1975; Villeneuve et al, 1972).

A Palmitato de Pipotiazina (substância ativa) parece ser mais benéfica na melhoria da socialização de pacientes esquizofrênicos (Brown-Thomsen, 1973a; Schlosberg & Shadmi, 1978a; Singh & Saxena, 1979c; Johnston & Niesink, 1979; Burch & Ayd, 1983a). O medicamento também tem sido benéfico na melhora de sintomas de agressividade, irritabilidade, distorção da percepção, agitação, desorganização conceitual e estado alucinatório. O medicamento produziu melhora quando adicionado à terapia de agente antipsicótico oral em pacientes não aderentes ou não responsivos. Doses habituais de prevenção de recaída são de 100 a 175 miligramas por via intramuscular aplicadas mensalmente; no entanto, doses de até 600 miligramas por via intramuscular, aplicadas mensalmente, têm sido administradas em alguns pacientes resistentes a doses mais baixas, sem aumento de efeitos colaterais.

O palmitato de Palmitato de Pipotiazina (substância ativa) foi eficaz em 5 de 7 pacientes com esquizofrenia crônica, tratados com doses de 75 a 200 miligramas por via intramuscular a cada 3 a 4 semanas, por períodos de 2 a 8 anos (média de 6,3 anos) (Villeneuve & Fontaine, 1980b). Recaídas sem psicopatologia ativa foram relatadas em 5 pacientes, enquanto que outros dois foram considerados falhas no tratamento. Sintomas extrapiramidais ocorreram em 7 pacientes em algum momento durante a terapia; no entanto, eles foram considerados leves e foram controlados com medicação antiparkisoniana. A Palmitato de Pipotiazina (substância ativa) foi avaliada por períodos de 1 a 39 meses, em 48 pacientes com esquizofrenia crônica (Bechelli & Hetem, 1981a). Os pacientes receberam 12,5 a 100 miligramas por via intramuscular, mensalmente, para avaliar a terapia de manutenção em uma clínica particular. Os pacientes foram avaliados para sintomatologia florida, melhora nas relações sociais e familiares e retorno às atividades normais. Grande melhoria foi relatada em 39% dos pacientes com melhora moderada em 55% dos pacientes que receberam terapia ininterrupta.

Administração de longo prazo de palmitato de Palmitato de Pipotiazina (substância ativa) (75 miligramas a cada 4 semanas) foi relatada como eficaz na manutenção de resposta clínica em 11 pacientes esquizofrênicos, durante um período médio de dez anos e nove meses (Imlah & Murphy, 1985a).

Características farmacológicas

Palmitato de Pipotiazina (substância ativa) é um neuroléptico fenotiazínico de ação prolongada; “biotransformada”, liberada lenta e progressivamente, por hidrólise do éster, a partir do local de aplicação da injeção.

A principal diferença entre Palmitato de Pipotiazina (substância ativa) e o éster palmítico encontra-se na farmacocinética que permite a substituição da forma oral administrada diariamente para a forma injetável, administrada a cada 4 semanas.
Palmitato de Pipotiazina (substância ativa) é eliminado como biotransformada na urina e, sobretudo nas fezes através da excreção biliar.

Os ésteres de Palmitato de Pipotiazina (substância ativa) apresentam as seguintes propriedades características, que contribuem para sua eficácia terapêutica:

  • Forte ação sobre os processos psicóticos;
  • Efeito sedativo leve.

Piportil L4 deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15 e 30oC).

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use o medicamento com prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Solução oleosa límpida, de coloração amarelada.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto , consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Informe ao seu médico ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

Venda sob prescrição médica - Só pode ser vendido com retenção da receita.

MS 1.1300.0299
Farm. Resp.: Silvia Regina Brollo
CRF-SP Nº 9.815

Registrado por:
Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.
Av. Mj. Sylvio de M. Padilha, 5200 – São Paulo – SP
CNPJ 02.685.377/0001-57

Fabricado por:
Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.
Rua Conde Domingos Papaiz, 413 – Suzano – SP
CNPJ 02.685.377/0008-23
Indústria Brasileira

*Não use medicamentos sem o conhecimento do seu médico, pode ser perigoso para a sua saúde.
*As informações aqui divulgadas não deverão ser utilizadas como substituto de prescrição médica para o tratamento de qualquer doença.