Insulina Lispro Icone para ediçãoIcone de Enomear Icone de Excluir

Para que serve

Insulina Lispro (Substância Ativa) é indicado no tratamento de pacientes com diabetes mellitus para o controle da hiperglicemia.

Insulina Lispro (Substância Ativa) é contraindicado durante episódios de hipoglicemia e também aos pacientes que apresentem hipersensibilidade à insulina lispro ou a qualquer componente da fórmula.

Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)

O início rápido da atividade de Insulina Lispro (Substância Ativa) permite que sua administração seja feita mais próxima a uma refeição (até 15 minutos antes) quando comparado à insulina regular (30 minutos antes da refeição). Em casos especiais, Insulina Lispro (Substância Ativa) pode ser administrado imediatamente após a refeição.

Insulina Lispro (Substância Ativa) pode ser administrado em combinação com uma insulina de ação mais prolongada ou com sulfonilureias sob supervisão médica.

Insulina Lispro (Substância Ativa) quando administrado por via subcutânea não deve ser misturado a nenhuma preparação de insulinas exceto insulina NPH.

Insulina Lispro (Substância Ativa) deve ser administrado por via subcutânea incluindo o uso em bombas de infusão subcutânea contínua. Se necessário, a Insulina Lispro (Substância Ativa) pode ser administrada por via intravenosa sob supervisão médica.

A administração subcutânea deve ser na parte superior dos braços, coxas, nádegas ou no abdome. Alternar os locais de injeção, de maneira que o mesmo local não seja utilizado, aproximadamente, mais que uma vez por mês. Tomar cuidado para que não seja atingido nenhum vaso sanguíneo ao injetar Insulina Lispro (Substância Ativa). Os pacientes devem ser orientados quanto às técnicas apropriadas de injeção. Estudos em crianças com diabetes mellitus usando Insulina Lispro (Substância Ativa) mostraram um melhor controle da glicemia pós-prandial, mantendo um perfil de segurança semelhante quando comparado com crianças usando insulina humana regular.

Na presença de insuficiência hepática ou renal, as necessidades de insulina podem diminuir. Entretanto, o início mais rápido da ação de Insulina Lispro (Substância Ativa) e sua duração de ação mais curta comparados à insulina humana regular são mantidos em pacientes com insuficiência renal ou hepática.

Para prevenir uma possível transmissão de doença, cada refil deve ser utilizado por um único paciente, mesmo que a agulha da caneta para administração de insulina seja trocada.

Posologia

O médico determinará qual a dose de Insulina Lispro (Substância Ativa) a ser usada, de acordo com as necessidades metabólicas de cada paciente, hábitos alimentares e outras variáveis de estilo de vida.

 

Estudos clínicos comparando a Insulina Lispro (Substância Ativa) com a insulina humana regular não demonstraram diferenças na frequência de eventos adversos entre ambos os tratamentos.

Reação comum (> 1/100 e < 1/10)

Organismo como um todo 

Reações alérgicas.

Pele e estruturas

Reação no local da injeção, lipodistrofia, prurido e erupção cutânea. A alergia local pode ocorrer como vermelhidão, inchaço ou prurido no local da injeção. Estas reações menores geralmente desaparecem em poucos dias ou semanas. Em alguns casos, estas reações podem estar relacionadas a outros fatores, tais como irritação causada por substâncias para limpeza da pele ou técnicas inadequadas de injeção. A alergia sistêmica é menos comum, mas é potencialmente mais grave. A alergia generalizada à insulina pode causar erupção em todo o corpo, dispneia, chiado, queda na pressão sanguínea, pulso acelerado ou sudorese. Casos graves de alergia generalizada podem causar risco de morte.

Outros

A hipoglicemia é uma das reações adversas mais frequentes da terapia com insulinas, experimentadas pelos pacientes com diabetes. A hipoglicemia grave pode levar à perda da consciência e, em casos extremos, à morte.

Casos de edema foram relatados com terapia de insulina, especialmente em pacientes com controle metabólico previamente ruim e que melhoraram através da intensificação da terapia com insulina.

Em caso de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária – NOTIVISA, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

As necessidades de insulina podem aumentar se o paciente estiver tomando outras drogas hiperglicemiantes, tais como contraceptivos orais, corticosteroides ou se estiverem sob terapia de reposição de hormônio tireoideano. As necessidades de insulina podem ser diminuídas na presença de medicamentos, tais como agentes antidiabéticos orais, salicilatos, antibióticos sulfas, alguns antidepressivos (inibidores da monoaminoxidase), inibidores da enzima conversora de angiotensina e bloqueadores do receptor da angiotensina II, bloqueadores betaadrenérgicos, inibidores da função pancreática (por exemplo, octreotideo) e álcool.

Bloqueadores beta-adrenérgicos podem mascarar os sintomas de hipoglicemia em alguns pacientes.

Em pacientes com diabetes tipo 2 usando as doses máximas de sulfonilureias, os estudos mostraram que a adição de Insulina Lispro (Substância Ativa) reduz significantemente a HbA1c comparado com pacientes que continuaram o tratamento só com sulfonilureias.

O médico deve ser consultado quando utilizar outros medicamentos além da Insulina Lispro (Substância Ativa).

Não foram estudados os efeitos da mistura de Insulina Lispro (Substância Ativa) com insulinas de origem animal.

O consumo de bebidas alcoólicas pode causar hipoglicemia em usuários de insulina.

Alterações na alimentação podem afetar a dose usual de Insulina Lispro (Substância Ativa).

Nenhum estudo clínico foi conduzido com o propósito de investigar a possível interação entre Insulina Lispro (Substância Ativa) e fitoterápicos, nicotina, exames laboratoriais e não laboratoriais.

Insulina Lispro (Substância Ativa) difere das demais insulinas porque tem uma estrutura única, um início de ação muito rápido e atividade de curta duração. Pacientes recebendo Insulina Lispro (Substância Ativa) poderão requerer alteração da dose em relação às outras insulinas usadas anteriormente.

Hipoglicemia

A hipoglicemia é a reação adversa mais comum que se observa com as insulinas, incluindo Insulina Lispro (Substância Ativa). Os primeiros sintomas de hipoglicemia podem ser diferentes ou menos pronunciados sob certas condições, tais como longa duração do diabetes, controle mais intenso do mesmo e uso de medicamentos.

Pacientes cuja glicemia é muito melhorada, por exemplo, por intensificação da terapia com insulina, podem não apresentar alguns ou todos os sintomas alarmantes de hipoglicemia e devem ser advertidos sobre essa possibilidade.

Alguns pacientes que apresentaram reações hipoglicêmicas após a transferência de uma insulina de origem animal para uma insulina humana, relataram que os sintomas alarmantes precoces de hipoglicemia foram menos pronunciados ou diferentes dos experimentados com suas insulinas prévias. A não correção das reações hipoglicêmicas ou hiperglicêmicas pode causar perda da consciência, coma ou morte.

A utilização de doses inadequadas ou a interrupção do tratamento, especialmente em pacientes com diabetes tipo 1, pode levar à hiperglicemia e cetoacidose diabética, condições estas que são potencialmente letais.

Alterações na terapia com insulina

Qualquer mudança de insulina deverá ser feita cautelosamente e somente sob supervisão médica. Alterações na concentração, tipo (regular,
NPH, 70/30, etc), espécie (bovina, suína, humana, mista, análoga) ou método de fabricação (insulina derivada de ADN* recombinante versus animal) podem resultar na necessidade de uma alteração na dose prescrita de Insulina Lispro (Substância Ativa).

Doenças ou alterações emocionais

As necessidades de Insulina Lispro (Substância Ativa) podem aumentar durante uma doença ou alterações emocionais. Mudança nas atividades ou na dieta poderá ser necessário um ajuste da dose se os pacientes aumentarem sua atividade física ou mudarem a dieta habitual.

Uso de uma tiazolidinediona (TZD) em combinação com insulina

O uso de TZD em combinação com insulina está associado com o aumento do risco de edema e insuficiência cardíaca, especialmente em pacientes com doença cardíaca subjacente.

Carcinogênese, mutagênese e danos à fertilidade

Como ocorre com a insulina humana, estudos em animais realizados com insulina lispro, com um ano de duração, não produziram efeitos proliferativos ou tumores nos órgãos e tecidos, quando doses subcutâneas muito altas foram administradas nos testes de toxicidade crônica. Nos estudos em animais, não houve evidência de danos à fertilidade induzidos pela insulina lispro.

Uso durante a gravidez (categoria B) e amamentação

A experiência de estudos clínicos em pacientes gestantes é limitada. Dados de um grande número de gestantes expostas à insulina
lispro não indicam qualquer evento adverso na gravidez ou na saúde de fetos/recém-nascidos. É fundamental manter um controle adequado da paciente tratada com Insulina Lispro (Substância Ativa) (diabetes tipo I ou gestacional) durante toda gravidez. As necessidades de insulina geralmente diminuem durante o primeiro trimestre e aumentam durante o segundo e terceiro trimestres da gestação. As pacientes devem informar o médico se estiverem grávidas ou se pretenderem engravidar. O monitoramento cauteloso do controle da glicose, assim como da saúde geral é essencial em pacientes grávidas com diabetes. Aquelas que estiverem amamentando, podem necessitar de ajustes de doses, de dieta ou ambos. Muitas drogas, incluindo a insulina humana, são excretadas no leite humano; porém, não se sabe se insulina lispro é excretada no leite humano em quantidades significativas.

Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas ou amamentando, sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

As pacientes diabéticas que estejam grávidas ou amamentando podem necessitar de um ajuste de dose de insulina ou na dieta.

Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Uso em crianças

 Em um estudo cruzado de 9 meses com crianças pré-púberes (n=60), de 3 a 11 anos, controle glicêmico comparável, medido pelo nível de HbA1c, foi alcançado independente do grupo de tratamento: insulina humana regular 30 minutos antes das refeições 8,4%, insulina lispro imediatamente antes das refeições 8,4%, insulina lispro imediatamente após as refeições 8,5%. Em um estudo cruzado de 8 meses com adolescentes (n=463), de 9 a 19 anos, controle glicêmico comparável, medido pelo nível de HbA1c, foi alcançado independente do grupo de tratamento: insulina humana regular 30 a 45 minutos antes das refeições 8,7% e insulina lispro imediatamente antes das refeições 8,7%. A incidência de hipoglicemia foi semelhante nos três regimes de tratamento. Ajuste da insulina basal pode ser requerido.

O uso de Insulina Lispro (Substância Ativa) em crianças menores de 3 anos não foi estudado. O uso deste medicamento nesta população específica deve ser sob supervisão médica.

Uso em idosos

De um número total de 2.834 pacientes em oito estudos clínicos de insulina lispro, 12% (n=338) tinham 65 anos ou mais. A maioria deles eram pacientes com diabetes tipo 2. Os valores de HbA1c e taxas de hipoglicemia não diferiram com a idade. Estudos de farmacocinética/farmacodinâmica para verificar o efeito da idade na ação de insulina lispro não foram realizados.

Insuficiência renal ou hepática

Na presença de insuficiência renal ou hepática, as necessidades de insulina podem diminuir.

Pacientes com insuficiência renal 

Alguns estudos com insulina humana mostraram níveis aumentados de insulina circulante em pacientes com insuficiência renal. Em um estudo de 25 pacientes com diabetes tipo 2 e uma ampla variação da função renal, as diferenças farmacocinéticas entre insulina lispro e insulina humana regular foram geralmente mantidas. Entretanto, a sensibilidade dos pacientes à insulina mudou, com uma resposta aumentada à insulina com a diminuição da função renal. Monitoramento cuidadoso da glicose e ajustes de dose de insulina, incluindo insulina lispro, podem ser necessárias em pacientes com disfunção renal.

Pacientes com insuficiência hepática

Alguns estudos com insulina humana mostraram níveis aumentados de insulina circulante em pacientes com insuficiência hepática. Em um estudo de 22 pacientes com diabetes tipo 2, a função hepática prejudicada não afetou a absorção subcutânea ou a disposição geral da insulina lispro quando comparada a pacientes sem história de disfunção hepática. Neste estudo, a insulina lispro manteve sua absorção e eliminação mais rápidas quando comparada à insulina humana regular. Monitoramento cuidadoso da glicose e ajustes de dose de insulina, incluindo insulina lispro, podem ser necessários em pacientes com disfunção hepática.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas

Não há nenhum efeito conhecido sobre a capacidade de dirigir automóveis ou de operar máquinas, quando se utiliza a dose terapêutica correta de insulina. A capacidade de concentração e reação do paciente pode estar prejudicada por decorrência de uma hipoglicemia. Isso pode constituir um risco em situações onde essas habilidades são de especial importância (por exemplo, dirigir automóvel ou operar máquinas). Os pacientes devem ser avisados para tomar cuidado e evitar a hipoglicemia enquanto dirigem, isso é particularmente importante para os que têm sinais alarmantes de hipoglicemia reduzidos ou ausentes, ou têm episódios frequentes de hipoglicemia. Nessas circunstâncias, deve-se considerar a possibilidade de não dirigir.

Este medicamento pode causar doping.

Resultados da Eficácia

Em estudos cruzados abertos de 1.008 pacientes com diabetes tipo 1 e 722 pacientes com diabetes tipo 2, a Insulina Lispro (Substância Ativa) reduziu a glicose pós-prandial comparada com insulina humana regular. A significância clínica da melhora da hiperglicemia pós-prandial não foi estabelecida. Em estudos paralelos de 12 meses em pacientes com diabetes tipos 1 e 2, HbA1c não diferiu entre os pacientes tratados com insulina humana regular e aqueles tratados com Insulina Lispro (Substância Ativa).

Hipoglicemia

Enquanto a taxa geral de hipoglicemia não diferiu entre pacientes com diabetes tipos 1 e 2 tratados com Insulina Lispro (Substância Ativa) comparado com insulina humana regular, pacientes com diabetes tipo 1 tratados com Insulina Lispro (Substância Ativa) tiveram menos episódios hipoglicêmicos entre meianoite e 6 horas da manhã. A menor taxa de hipoglicemia no grupo tratado com Insulina Lispro (Substância Ativa) pode ter sido relacionada a níveis mais altos de glicemia noturna, como refletido por um pequeno aumento nos níveis médios de glicemia em jejum.

Insulina Lispro (Substância Ativa) em combinação com agentes sulfonilureia

Em um estudo de 2 meses em pacientes com hiperglicemia em jejum apesar da dose máxima de sulfonilureias (SU), os pacientes foram randomizados a um de três regimes de tratamento; Humulin NPH ao deitar junto com SU, Insulina Lispro (Substância Ativa) três vezes ao dia antes das refeições junto com SU, ou Insulina Lispro (Substância Ativa) três vezes ao dia antes das refeições e Humulin NPH ao deitar. A combinação de Insulina Lispro (Substância Ativa) e SU resultou na melhora da HbA1c acompanhado de um ganho de peso.

Características Farmacológicas

A Insulina Lispro (Substância Ativa) é um análogo da insulina humana derivada de ADN* recombinante, uma droga de ação rápida na redução da glicose no sangue. Foi criada pela inversão dos aminoácidos nas posições 28 e 29 da cadeia B da insulina. Insulina Lispro (Substância Ativa) consiste de cristais de insulina zíncica lispro dissolvidos em um líquido claro. Não foi adicionado ao Insulina Lispro (Substância Ativa) nada que modifique a velocidade ou duração de sua ação.

Atividade antidiabética

A atividade primária da insulina, incluindo a Insulina Lispro (Substância Ativa), é a regulação do metabolismo de glicose. Além disso, todas as insulinas possuem diversas ações anabólicas e anticatabólicas sobre muitos tecidos do organismo. No músculo e outros tecidos (exceto o cérebro), a insulina causa um rápido transporte intracelular de glicose e aminoácidos, promove o anabolismo e inibe o catabolismo de proteínas. No fígado, a insulina promove a captação e o armazenamento da glicose em forma de glicogênio, inibe a gliconeogênese e promove a conversão do excesso de glicose em gordura.

A Insulina Lispro (Substância Ativa) tem mostrado ser equipotente à insulina humana em base molar. Estudos realizados em voluntários sadios e em pacientes com diabetes mostraram que a Insulina Lispro (Substância Ativa) possui um início de ação e um pico mais rápidos e uma duração mais curta da atividade hipoglicemiante que a insulina humana regular. Uma unidade de Insulina Lispro (Substância Ativa) tem o mesmo efeito de diminuir a taxa de glicose do que uma unidade de insulina humana regular, mas o efeito da Insulina Lispro (Substância Ativa) é mais rápido e mais curto. O início mais rápido da atividade da Insulina Lispro (Substância Ativa), aproximadamente 15 minutos após a sua administração, está relacionado diretamente com a velocidade de absorção mais rápida. Isso permite que a Insulina Lispro (Substância Ativa) seja administrada mais próxima a uma refeição (até 15 minutos antes) quando comparada com a insulina regular (30 a 45 minutos antes). Em casos especiais, a Insulina Lispro (Substância Ativa) pode ser administrada imediatamente após a refeição. A Insulina Lispro (Substância Ativa) exerce seu efeito rapidamente, com uma duração mais curta de sua atividade, até 5 horas. A velocidade de absorção da Insulina Lispro (Substância Ativa) e consequentemente, o início de sua atividade, podem ser afetados pelo local de injeção e outras variáveis. A atividade hipoglicemiante da Insulina Lispro (Substância Ativa) é comparável com a da insulina humana regular quando administradas a voluntários sadios por via intravenosa.

O início mais rápido da ação da Insulina Lispro (Substância Ativa) e sua duração de ação mais curta comparados à insulina humana regular são mantidos em pacientes com insuficiência renal ou hepática.

Propriedades farmacocinéticas

Absorção e biodisponibilidade

A Insulina Lispro (Substância Ativa) é tão biodisponível quanto à insulina humana regular, com uma taxa absoluta de biodisponibilidade entre 55% a 77%, inclusive com doses entre 0,1 a 0,2 U/Kg.

Estudos em voluntários sadios e em pacientes com diabetes tipo 1, demonstraram que a Insulina Lispro (Substância Ativa) é absorvida mais rapidamente do que a insulina humana regular (U-100). A Insulina Lispro (Substância Ativa) foi absorvida em uma velocidade consistentemente mais rápida do que a insulina humana regular em voluntários sadios do sexo masculino, recebendo 0,2 U/Kg de insulina humana regular ou Insulina Lispro (Substância Ativa) nos tecidos subcutâneos abdominal, deltoide ou femoral, que são os três locais mais usados pelos pacientes com diabetes para aplicação de insulina. Após a administração abdominal de Insulina Lispro (Substância Ativa), os níveis séricos da droga são maiores e a duração da ação é levemente menor que quando aplicada na região deltoide ou na coxa.

Distribuição

Quando administrado por via intravenosa como injeções em bolus de dose de 0,1 e 0,2 U/Kg em dois grupos separados de indivíduos sadios, o volume de distribuição médio de Insulina Lispro (Substância Ativa) pareceu diminuir com o aumento da dose (1,55 L/Kg e 0,72 L/Kg, respectivamente). Em contraste, para a insulina regular humana o volume de distribuição é comparável entre os dois grupos de dose (1,37 L/Kg e 1,12 L/Kg, respectivamente).

Metabolismo

Estudos sobre o metabolismo humano não foram realizados. Porém, estudos em animais indicam que o metabolismo da Insulina Lispro (Substância Ativa) é idêntico ao da insulina humana regular.

Excreção

Quando a Insulina Lispro (Substância Ativa) é administrada por via subcutânea, sua meia-vida é mais curta, comparada à insulina humana regular (1 versus 1,5 horas, respectivamente). Quando administradas por via intravenosa, a Insulina Lispro (Substância Ativa) e a insulina humana regular mostraram excreção dose-dependente idênticas, com uma meia-vida de 51 e 55 minutos em 0,1 U/Kg e 0,2 U/Kg, respectivamente.
 

Humalog

*Não use medicamentos sem o conhecimento do seu médico, pode ser perigoso para a sua saúde.
*As informações aqui divulgadas não deverão ser utilizadas como substituto de prescrição médica para o tratamento de qualquer doença.