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Para que serve

Gelmax está indicado no tratamento de acidez estomacal, dor de estômago, dispepsia (indigestão), enjoo, náusea, vômito, epigastralgia (dor na boca do estômago), má digestão, queimação, pirose (azia), esofagite péptica (inflamação da mucosa do esôfago), distensão abdominal, cinetose (sensação de enjoo e/ou desconforto provocada pelo movimento) e hérnia de hiato (deslizamento do estômago em direção ao esôfago devido ao enfraquecimento da musculatura do diafragma).


Como o Gelmax funciona?

Gelmax apresenta em sua composição três substâncias: hidróxido de alumínio, hidróxido de magnésio e o carbonato de cálcio.

Os hidróxidos de alumínio e de magnésio apresentam ação antiácida, reagindo com o ácido estomacal (ácido clorídrico) e resultando em cloreto de cálcio e água. O carbonato possui o mesmo efeito dos hidróxidos de alumínio e de magnésio, com a diferença de ser revestido, o que lhe dá uma ação prolongada e mascara o seu sabor desagradável.

Gelmax neutraliza a hiperacidez gástrica resultando em aumento do pH estomacal e do duodeno.

Hipercalcemia (aumento de cálcio no sangue), disfunção renal grave, hipocloridria (diminuição do ácido clorídrico no suco gástrico), em crianças menores de 6 anos, no primeiro trimestre de gravidez, em pessoas com doenças renais, excesso de alumínio no sangue, constipação (prisão de ventre), obstrução gastrointestinal, hiperparatireoidismo (aumento do funcionamento da paratireóide) e hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

Este medicamento é contraindicado para menores de 6 anos.

Atenção fenilcetonúricos: contém fenilalanina.

Este produto contém o corante amarelo de Tartrazina que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

Modo de usar e posologia Gelmax pó efervescente

Tomar o conteúdo de 1 ou 2 sachês, dissolvidos em ½ (meio) copo de água, conforme necessidade. Não ultrapassar a dose máxima de 10 sachês ao dia. Não repetir a administração em intervalos menores de 1 hora.


Modo de usar e posologia Gelmax comprimidos mastigáveis

Mastigar 1 a 2 comprimidos, ½ a 1 hora após as refeições e ao deitar-se.


Modo de usar e posologia Gelmax suspensão oral

Agitar bem o frasco antes de usar.

Tomar 10 a 20 ml, ½ a 1 hora após as refeições e ao deitar-se.

Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.


O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Gelmax?

Tome a dose assim que se lembrar dela. Entretanto, se estiver próximo o horário da dose seguinte, salte a dose esquecida e continue o tratamento conforme prescrito. Não utilize o dobro da dose para compensar uma dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Pessoas com doenças renais não devem fazer uso de Gelmax, pois o hidróxido de magnésio ou qualquer outro sal de magnésio em presença de insuficiência renal provoca depressão do SNC (Sistema Nervoso Central) e outros sintomas de hipermagnesemia (alta concentração de magnésio no sangue).

Pacientes com insuficiência cardíaca congestiva (dificuldade do coração em bombear o sangue), comprometimento renal, cirrose hepática, hipertensão (pressão alta) ou com dietas restritivas em sódio, pacientes em uso de corticosteróides e gestantes (ou em fase de lactação), devem consultar um médico antes de utilizar este produto.

Não constam na literatura relatos sobre advertências ou recomendações especiais do uso adequado de Gelmax por pacientes idosos.

Atenção fenilcetonúricos: contém fenilalanina.

Este produto contém o corante amarelo de Tartrazina que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

Reações mais comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

Inchaço abdominal, disgeusia (alteração do paladar), flatulência (gases intestinais), dor abdominal com cólicas, constipação (prisão de ventre), diarréia, náusea e vômitos.

Reações raras (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento):

Alcalose, anorexia, impactação fecal (fezes endurecidas), hipercalcemia (aumento de cálcio no sangue), litíase renal (pedras nos rins), inchaço dos tornozelos ou pés, hipermagnesemia (aumento de magnésio no sangue), hipofosfatemia (diminuição de fosfatos no sangue), desequilíbrio de eletrólitos (alterações nas concentrações dos sais presentes no sangue).

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

Gravidez

O uso de antiácidos durante a gravidez (principalmente no primeiro trimestre), lactação e por crianças menores de 6 anos de idade deve ser somente por prescrição médica.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Composição Gelmax pó efervescente

Cada 5g (sachê) contém:

Hidróxido de alumínio178mg
Hidróxido de magnésio185mg
Carbonato de cálcio230mg
Excipientes* q.s.q

1 sachê

* Bicarbonato de sódio, ácido cítrico, carbonato de sódio, aspartamo, povidona, álcool etílico, corante amarelo tartrazina 5, aroma de abacaxi.


Composição Gelmax comprimidos mastigáveis

Cada comprimido mastigável contém:

Hidróxido de alumínio178mg
Hidróxido de magnésio185mg
Carbonato de cálcio230mg
Excipientes* q.s.q

1 comprimido mastigável

*(Sabor limão): amido pré-gelatinizado, manitol, sacarina sódica, ciclamato de sódio, aroma de limão, talco, estearato de magnésio, água purificada.

*(Sabor papaia/cassis): amido pré-gelatinizado, manitol, sacarina sódica, ciclamato de sódio, aroma de papaia/cassis, talco, estearato de magnésio, corante alumínio laca amarelo crepúsculo 6, água purificada.


Composição Gelmax suspensão oral

Cada mL da suspensão oral contém:

Hidróxido de alumínio35,6 mg
Hidróxido de magnésio37,0 mg
Carbonato de cálcio48,4 mg
Excipientes* q.s.q

1 mL

*Metilparabeno, propilparabeno, sacarina sódica, essência de hortelã, digluconato clorexidina, simeticona, sorbitol, água purificada e álcool etílico.

Não há relatos de superdosagem com Gelmax.

Em caso de superdosagem acidental, recomenda-se buscar auxílio em um centro médico Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interações medicamento-medicamento

Acidificantes urinários

Cloreto de amônio, vitamina C e fosfato ácido de sódio interagem com hidróxido de alumínio e hidróxido de magnésio alcalinizando a urina. O uso frequente de doses elevadas de antiácidos deve ser evitado em pacientes que fazem uso de acidificante urinário.

Isoniazida

Pode ocorrer diminuição da absorção; administrar isoniazida pelo menos 1 hora antes do antiácido.

Salicilatos

O hidróxido de alumínio e hidróxido de magnésio podem alcalinizar a urina e aumentar a depuração renal de salicilatos; o ajuste de salicilato pode ser necessário, especialmente em pacientes que fazem uso de altas doses de salicilatos.

Ácido ursodesoxicólico

Seu efeito pode ser reduzido quando administrado em associação aos antiácidos contendo hidróxido de alumínio e hidróxido de magnésio. Deve-se administrar o acido ursodesoxicólico pelo menos 1 hora antes, ou 2 horas depois de hidróxido de alumínio e hidróxido de magnésio.

Alopurinol

A absorção de alopurinol pode ser alterada quando administrada concomitantemente ao hidróxido de alumínio e hidróxido de magnésio, por isso deve se administrar alopurinol pelo menos 3 horas antes de administrar hidróxido de alumínio e hidróxido de magnésio.

Cefpodoxima

A absorção de cefpodoxima pode ser alterada pelo uso simultâneo com carbonato de cálcio, alterando seus efeitos esperados.

Cetoconazol e Itraconazol

Antiácidos podem diminuir a absorção e, consequentemente, os efeitos desses agentes. Recomenda-se a administração de antiácidos 4 horas antes ou 3 horas após o uso desses fungicidas.

Digoxina

A absorção oral de digoxina pode ser diminuída quando administrada com antiácidos, reduzindo sua eficácia.

Antimuscarínicos (atropina, escopolamina, glicopirrolato, ipratrópio), captopril, clordiazepóxido, delavirdina, indometacina, penicilina, fenitoína e fenotiazinas (principalmente clorpromazina):

Antiácidos podem inibir a absorção oral dessas drogas, diminuindo seus efeitos; assim, a administração simultânea deve ser evitada, separando as doses em, no mínimo, 2 horas, para evitar a interação.

Tetraciclinas

Alguns estudos relatam a redução da absorção oral deste antibiótico, causada pelo aumento da excreção do mesmo, em função dos ativos do Hidróxido Magnésio + Carbonato Cálcio + Hidróxido Alumínio (substância ativa) . As doses de tetraciclinas devem ser administradas entre 1 a 2 horas após o uso de antiácidos.

Quinolonas (ciprofloxacino e norfloxacino)

Para pacientes utilizando esses antibióticos, antiácidos como o Hidróxido Magnésio + Carbonato Cálcio + Hidróxido Alumínio (substância ativa) podem ocasionar toxicidade renal, além de aumentar a absorção dessas drogas, aumentando seus efeitos. As doses orais de quinolonas devem ser administradas, no mínimo, 4 horas antes ou 2 horas depois do uso de antiácidos.

Memantina

Antiácidos podem diminuir a eliminação da memantina, resultando no acúmulo desta droga no organismo e em toxicidade potencial. - metenamina: agentes alcalinizantes (antiácidos) podem inibir a eficácia da metenamina.

Quinina

Antiácidos podem aumentar o risco de toxicidade pela quinina. - tolmetina: por ter seus efeitos diminuídos, recomenda-se o uso de antiácidos contendo hidróxido de alumínio para minimizar a irritação gastrintestinal, se necessário.

Mefloquina

Antiácidos podem aumentar o risco de reações adversas, especialmente em pacientes com histórico de doenças neurológicas e psiquiátricas.

Bisacodil

Antiácidos podem afetar a dissolução e os efeitos de comprimidos de bisacodil, por isso, deve-se manter um intervalo de 1 hora em relação ao uso de antiácidos.

Sucralfato

Pode ter sua eficácia diminuída pelos antiácidos; um intervalo de, no mínimo, 30 minutos, é necessário.

Calcitonina, calcitriol, calpotrieno, vitamina D e tiazidas

Antiácidos contendo sais de cálcio devem ser evitados com esses medicamentos, por elevarem a concentração no sangue de cálcio e antagonizar seu efeito no tratamento da osteoporose; por outro lado, pode haver uma indução de hipercalcemia em alguns pacientes.

Bisfosfonatos (alendronato, risendronato, etidronato e tiludronato) 

A administração simultânea com antiácidos pode interferir na absorção oral dos bisfosfonatos; assim, recomenda-se um intervalo de, no mínimo, 2 horas para a administração entre esses dois medicamentos. - corticosteroides: o uso simultâneo com antiácidos pode induzir a um balanço negativo de cálcio, assim como a um aumento da eliminação renal de cálcio.

Micofenolato de mofetila

Ocorre diminuição da absorção desta droga, consequentemente uma diminuição de seus efeitos. A administração concomitante deve ser evitada.

Fosfato de sódio

Deve-se aguardar no mínimo 1 hora, entre a administração de antiácidos e o uso de suplementos contendo fosfato de sódio, para evitar uma redução da absorção/efeito deste.

Gabapentina

Recomenda-se o uso de gabapentina cerca de 2 horas após o uso de antiácidos para minimizar a interação e a diminuição de seus efeitos.

Rosuvastatina

Recomenda-se um intervalo de 2 horas para a administração de antiácidos.

Medicamentos com revestimento gastrorresistentes

Com antiácidos, estes medicamentos podem ter sua absorção e efeitos modificados, podendo ocasionar irritação gástrica ou duodenal.

Pancrelipase

Recomenda-se que essas preparações não sejam administradas juntamente com substâncias antiácidas; o resultado da interação com antiácido é imprevisível.

Fluoreto de sódio

Antiácidos podem reduzir a absorção e aumentar a excreção fecal de fluoreto de sódio, reduzindo seus efeitos.

Azitromicina, diritromicina e nitrofurantoína

Antiácidos podem interferir na absorção/efeitos desses medicamentos; a administração de antiácidos com esses antibióticos deve ter um intervalo de, pelo menos, 2 horas.

Lactulose

A administração com antiácidos deve ser evitada.

Sotalol

Recomenda-se aguardar 2 horas após a administração de sotalol para o uso de antiácidos, a fim de evitar uma alteração nos efeitos desta droga, resultando em perda da eficácia.

Glipizida e gliburida

Dados demonstram um aumento da absorção/efeito da glipizida e da gliburida.

Compostos com ferro

Antiácidos podem diminuir a absorção oral desses compostos devendo a administração simultânea ser evitada para minimizar essa interação.

Hormônio da tireoide

O carbonato de cálcio presente nos antiácidos pode diminuir a absorção/efeito no trato gastrintestinal desses hormônios, quando administrados por via oral, levando ao hipotireoidismo; para evitar essa interação devem-se administrar os hormônios em um intervalo mínimo de 4 horas antes ou após a ingestão.

Interações medicamento-substância química

Recomenda-se evitar a ingestão de bebidas alcoólicas durante a administração de Hidróxido Magnésio + Carbonato Cálcio + Hidróxido Alumínio (substância ativa) .

Resultados de Eficácia

Os antiácidos neutralizam a hiperacidez gástrica através de uma reação direta com o ácido clorídrico. Essa capacidade neutralizante varia de acordo com a dosagem e associações. De acordo com Goodman & Gilman o hidróxido de alumínio isolado tem uma capacidade neutralizante ácida.

Decktor et al. em um estudo cruzado, duplo-cego, comparou os efeitos de doses únicas orais de 2 antiácidos (hidróxido de alumínio associado com hidróxido de magnésio e outro contendo carbonato de cálcio) e placebo sobre o pH esofágico e gástrico em 83 indivíduos com queixa de pirose.

Os pacientes receberam os medicamentos 1 hora após a refeição. O início da ação do hidróxido de alumínio/magnésio foi mais rápido em 41, mais lento em 13 e idêntico em 29 pacientes em relação ao carbonato de cálcio. Ambas as formulações antiácidas aumentaram significativamente o pH esofágico em comparação ao placebo. A duração de ação de hidróxido de alumínio/magnésio no esôfago foi de 82 min e 60 min para carbonato de cálcio (p < 0,05).

No estômago, apenas hidróxido de alumínio/hidróxido de magnésio aumentam o pH gástrico em comparação ao placebo, com duração de ação de 26 min. Estes resultados demonstraram a eficácia e relativa superioridade de hidróxido de alumínio/hidróxido de magnésio em comparação com o carbonato de cálcio no aumento do pH esofágico e gástrico. No entanto, a magnitude e duração de ação de ambos os antiácidos no pH esofágico, em contraste com efeitos mínimos no pH gástrico, sugeriram fortemente que o esôfago é o principal local de atividade antiácida no alívio da pirose.

Os antiácidos podem reduzir a acidez gastroduodenal por longos períodos, se tomados em quantidades substanciais após a refeição. O seu efeito curativo sobre a úlcera gástrica é mínimo, mas é dominado pelo benefício obtido na admissão hospitalar. Terapia intensiva com antiácido parece eficaz na cicatrização da úlcera duodenal e na prevenção de hemorragia da úlcera de estresse, comparáveis nestes aspectos, com a cimetidina, mas com uma maior incidência de efeitos secundários. Impressão clínica sugere fortemente que antiácidos aliviam a dor em úlcera péptica.

O hidróxido de alumínio pode causar constipação, de modo que é comum a sua associação com sais de magnésio, sendo que este último possui ação laxativa4 . Em outro estudo, Kirsen & Palmer descrevem que o carbonato de cálcio também pode causar constipação, de modo que é interessante sua associação aos sais de magnésio.

Os estudos in vitro realizados por Lin, Sun & Yu, demonstraram que a associação de hidróxido de alumínio e hidróxido de magnésio em altas doses (1.500mg) é capaz de manter o pH entre 3 e 5 por mais de uma hora, com capacidade de neutralização de 34,89mEq/g. Os autores verificaram também que a administração de carbonato de cálcio em altas doses (1.000mg) possui forte efeito neutralizador, com manutenção do pH acima de 5 por mais de 30 minutos.

Durante um período de 15 meses, 75 pacientes críticos com risco de sangramento intestinal foram aleatorizados para receber cimetidina intravenosa (300mg/6h, n=38) ou o antiácido (hidróxido de alumínio + hidróxido de magnésio, 30mL/h, n=37). O pH intragástrico foi medido a cada hora e o sangramento intestinal também foi avaliado. No grupo da cimetidina, houve sangramento intestinal em 7 pacientes e no grupo do antiácido não houve nenhum sangramento intestinal (p<0,01). Ambos os tratamentos foram eficazes na diminuição do pH intragástrico.

Trinta e oito pacientes com úlcera gástrica foram tratados por seis semanas com cimetidina (300mg, 4x/dia) ou com a associação hidróxido de alumínio + hidróxido de magnésio (10mL, 4x/dia). Não houve diferença significativa entre os dois grupos tratados e ambos os tratamentos foram eficazes no alívio dos sintomas relacionados a úlcera gástrica.

Kirsen & Palmer, descreveram em seu estudo que um dos antiácidos mais potentes é o carbonato de cálcio nas quantidades de 2 a 4g/dia, sendo que a dose de 8g/dia não é mais eficaz que a dose de 4g/dia.

Um estudo aberto, aleatorizado, com doze voluntários sadios do sexo masculino avaliou a atividade antiácida, isto é, a medida do pH intragástrico, do carbonato de cálcio em associação com carbonato de magnésio (680mg e 80mg, respectivamente) e da hidrotalcita (500mg) com administração de dois comprimidos após cada refeição e ao deitar. Os valores do pH variaram entre 3,23-4,72 e 2,67-4,36 após a administração do carbonato de cálcio em associação com carbonato de magnésio e da hidrotalcita, respectivamente.

Características Faramacológicas

Hidróxido Magnésio + Carbonato Cálcio + Hidróxido Alumínio (substância ativa) é uma associação de 3 compostos de ação antiácida, indicados na redução da hiperacidez gástrica e no alívio dos sintomas da úlcera péptica.

O hidróxido de magnésio possui excelente capacidade de neutralização e o íon de magnésio é dificilmente absorvido. Os sais de magnésio promovem um efeito laxativo que contrabalança a tendência do hidróxido de alumínio causar constipação.

O carbonato de cálcio é utilizado como antiácido gástrico. É classificado como antiácido não sistêmico pelo fato de não produzir alcalose. Com o ácido clorídrico no estômago, forma cloreto de cálcio e em seguida, reage com bicarbonato de sódio no tubo intestinal formando o carbonato de cálcio. Por ser um antiácido eficaz, o carbonato de cálcio alivia a dor da úlcera gástrica e duodenal, protegendo a mucosa do estômago e revelando maior atividade antiácida. O emprego do carbonato de cálcio confere ao produto excelente textura e paladar, perfeitamente tolerados por pacientes que necessitam usá-lo por períodos prolongados, possuindo ação demulcente.

O hidróxido de alumínio é comprovadamente um dos mais eficazes neutralizadores do ácido clorídrico. Por não ser absorvido, não ocasiona alcalose sistêmica, a exemplo do que acontece com algumas substâncias. Reage com o ácido clorídrico do estômago, neutralizando-o e formando o cloreto de alumínio, o qual reage com as secreções alcalinas do intestino, produzindo sais básicos de alumínio. Uma propriedade do hidróxido de alumínio, responsável por parte da ação benéfica na úlcera péptica é a sua capacidade de inativar a pepsina do suco gástrico.

Manter à temperatura ambiente (15°C a 30ºC). Proteger da luz e manter em lugar seco.

Após preparo, ingerir imediatamente.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas Gelmax pó efervescente

Gelmax pó efervescente sabor abacaxi: granulado na cor amarela, com odor e sabor abacaxi.

Características físicas Gelmax comprimidos mastigáveis 

Gelmax comprimido mastigável sabor limão:

Comprimido na cor branca, circular, de faces planas e bordas chanfradas com sabor e odor de limão.

Gelmax comprimido mastigável sabor papaia-cassis:

Comprimido na cor salmão, circular, de faces chanfradas com sabor e odor de papaia-cassis.

Características físicas Gelmax suspensão oral

Gelmax suspensão sabor hortelã:

Suspensão homogênea na cor branca, com odor e sabor de hortelã, isenta de partículas e material estranho.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Reg. MS: nº 1.0235.0111

Farm. Resp.:
Dr. Ronoel Caza De Dio – CRF-SP nº. 19.710

EMS S/A
Rod. Jornalista F. A. Proença, km 08
Bairro Chácara Assay / Hortolândia - SP
CEP: 13.186-901
CNPJ: 57.507.378/0003-65
Indústria Brasileira

Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas procure orientação médica.

*Não use medicamentos sem o conhecimento do seu médico, pode ser perigoso para a sua saúde.
*As informações aqui divulgadas não deverão ser utilizadas como substituto de prescrição médica para o tratamento de qualquer doença.