Percof Icone para ediçãoIcone de Enomear Icone de Excluir

Para que serve

Percof está indicado para o tratamento sintomático da tosse.

O uso deste medicamento é contraindicado em caso de hipersensibilidade conhecida a levodropropizina, aos demais componentes da formulação e aos pacientes com redução dos movimentos ciliares, hipersecreção brônquica, insufciência hepática grave e durante a gravidez e lactação.

Percof deve ser administrado entre as refeições, uma vez que sua interação com alimentos não está estabelecida.

As embalagens vêm acompanhadas de um copo-medida que deve ser utilizado para administração do medicamento. Este medicamento deve ser administrado entre as refeições. Uma vez que sua interação com alimentos ainda não foi estabelecida, este medicamento deve ser utilizado até o desaparecimento da tosse ou de acordo com a orientação médica, por um período máximo de 7 dias.

Posologia do Percof


Doses individuais e diárias para adultos e crianças acima de dois anos de idade.

Xarope

Uso em Adultos e Crianças acima de 12 anos

10 mL de Percof xarope, até três vezes ao dia, em intervalos de no mínimo 6 horas.

Uso em crianças acima de 2 anos de idade

A dose pediátrica é de 1 mg/kg até três vezes ao dia, totalizando uma dose diária de 3 mg/kg.

Para conveniência, as seguintes doses aproximadas podem ser usadas:

10 - 20 kg

3 mL do xarope até três vezes ao dia

21 - 30 kg

5 mL do xarope até três vezes ao dia

Uso em idosos

A dose de Percof em pacientes idosos deve ser cuidadosamente determinada.

Se os sintomas não apresentarem melhora após este período, o uso do medicamento deve ser interrompido e o médico consultado

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico, somente o médico poderá avaliar a efcácia da terapia.

A interrupção do tratamento pode ocasionar a não obtenção dos resultados esperados.

Uso em portadores de insuficiência renal severa

Percof deve ser utilizado apenas após rigorosa avaliação do risco associado ao uso em pacientes com insuficiência renal severa.

Pacientes diabéticos

Atenção: Percof xarope contém açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes.

Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como:

  • Náusea.
  • Vômito.
  • Azia.
  • Desconforto abdominal.
  • Diarréia.
  • Fraqueza.
  • Torpor.
  • Diminuição da consciência.
  • Sonolência.
  • Tontura.
  • Dor de cabeça.
  • Palpitação.
  • Reações alérgicas na pele.

Efeitos gastrintestinais

  • Náusea.
  • Vômito.
  • Pirose.
  • Desconforto abdominal.
  • Diarréia.

Sistema nervoso central

  • Cansaço.
  • Fadiga.
  • Sonolência.
  • Diminuição da consciência.
  • Torpor.
  • Vertigem.
  • Cefaléia.

Sistema cardiovascular

Palpitações.

Em casos muito raros, têm sido observadas reações alérgicas cutâneas.

Reações de hipersensibilidade poderão ocorrer em pacientes predispostos, devido ao fato do produto conter parabenos.

Gravidez e lactação

Percof não deve ser utilizado durante a gravidez e lactação.

Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término.

Informe seu médico se está amamentando.

Idosos

A dose de Percof em pacientes idosos deve ser cuidadosamente determinada pelo médico.

Crianças

Percof não deve ser utilizado em crianças menores de 2 anos de idade.

Capacidade de dirigir e operar máquinas

Pacientes em tratamento com Percof devem ter cuidado ao dirigir veículos e/ou operar máquinas, pois o medicamento pode causar diminuição da atenção.

Cada 1 mL de xarope contém

Levodropropizina

6 mg

Excipientes

1 mL

Excipientes: Sacarose, metilparabeno, propilparabeno, ácido cítrico, hidróxido de sódio, essência de framboesa, corante eritrosina e água deionizada.

Apresentação do Percof


Xarope 6 mg/mL

Embalagem contendo 1 frasco com 120 mL + 1 copo medida.

Uso adulto e pediátrico acima de 2 anos.

Uso oral.

Não foram observados efeitos colaterais importantes após a administração deste medicamento em uma dose única de até 240 mg ou de até 120 mg (três vezes ao dia) por um período de 8 dias.

Não existem casos conhecidos de superdosagem com levodropropizina. Pode-se assumir que em casos de superdosagem, taquicardia leve e temporária pode ocorrer. No caso de superdosagem, medidas usuais de tratamento devem ser adotadas (lavagem gástrica, administração de carvão ativado, administração parenteral de líquidos, entre outros).

Caso esteja utilizando outros medicamentos é importante informar ao seu médico.

Embora não tenham sido observadas interações com benzodiazepínicos durante os estudos clínicos, deve-se ter cuidado com pacientes particularmente sensíveis e que estejam utilizando medicação sedativa concomitante.

Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

Não tome remédio sem o conhecimento do seu médico, pode ser perigoso para a saúde.

Este medicamento deve ser administrado entre as refeições, uma vez que sua interação com alimentos ainda não foi estabelecida.

Resultados de eficácia

O perfil de eficácia da levodropropizina (substância ativa) é derivado principalmente da farmacologia clínica e de estudos de pesquisa abrangendo voluntários sadios, e 601 pacientes tratados com levodropropizina (substância ativa) sofrendo de tosse persistente não-produtiva de grau moderado (mais de 10 a 15 tosses por dia) associada a ou provocada por diferentes doenças de base em estudos controlados por placebo ou drogas de referência.

A administração de levodropropizina (substância ativa) é na realidade associada a uma redução clínica e estatisticamente significante na tosse já desde o primeiro dia de tratamento, o que confirma que os resultados não podem ser atribuídos à evolução natural da doença. Além disso, a redução observada, estatisticamente e clinicamente significativa, no número de vezes em que se acorda à noite pela tosse depois da levodropropizina (substância ativa) fornece uma melhor qualidade de vida, tanto em crianças quanto em adultos.

Como a magnitude deste efeito antitussígeno nos diferentes grupos de doenças de base é superponível, sua aplicação não está limitada a doenças etiológicas específicas com tosse não-produtiva, mas poderia ser ampliada a outras doenças relacionadas ao trato respiratório.

Características farmacológicas

Propriedades Farmacodinâmicas

Os efeitos supressores da tosse originados pela levodropropizina (substância ativa) são principalmente periféricos, através de ação na árvore traqueobronquial.

Propriedades Farmacocinéticas

Estudos de farmacocinética foram realizados em ratos, cães e humanos. A absorção, distribuição, metabolismo e excreção se mostraram muito similares nas três espécies estudadas, com biodisponibilidade via oral acima de 75%. A excreção do fármaco marcado radioativamente, após administração oral, foi de 93%.

A ligação às proteínas plasmáticas é insignificante (11-14%), sendo semelhante aos valores observados em cães e ratos. Em humanos, a levodropropizina (substância ativa) é rapidamente absorvida e distribuída pelo organismo após administração oral.

A meia-vida é de aproximadamente 1-2 horas. A excreção ocorre principalmente através da urina. O fármaco é excretado tanto na forma de droga inalterada quanto na forma de metabólitos, nas formas livre e conjugada de levodropropizina (substância ativa) e nas formas conjugadas de p-hidroxilevodropropizina (substância ativa). A excreção do fármaco e de seus metabólitos indicados acima na urina representa aproximadamente 35% da dose administrada em 48 horas. Testes nos quais o fármaco foi administrado repetidamente indicam que o tratamento por 8 dias, três vezes ao dia, não altera as características de absorção e excreção do mesmo. Portanto, a ocorrência de efeito acumulativo e de autoindução metabólica pode ser descartada.

Não foram observadas variações significativas nas propriedades farmacocinéticas do fármaco em crianças, pacientes idosos ou em pacientes com insuficiência renal moderada ou grave.

A farmacocinética e a biodisponibilidade da forma farmacêutica gotas são as mesmas que as observadas na forma de xarope.

Dados de segurança pré-clínicos

Toxicidade Aguda:

Estudos de toxicidade aguda foram realizados em ratos (via oral e intraperitoneal), camundongos (via oral e intraperitoneal) e cobaias (via oral). Foi observado sedação, vasodilatação periférica, tremores e convulsões como sintomas de intoxicação.

Toxicidade Crônica:

Estudos de toxicidade crônica (26 semanas) foram realizados com ratos e cães utilizando-se doses de 24, 60 e 150 mg/kg/dia de levodropropizina (substância ativa). Em cães, foi observado um aumento da pigmentação na membrana nictitante e em outros órgãos, com doses de 24 mg/kg/dia, e no fígado com doses de 150 mg/kg/dia. Sintomas hepatotóxicos foram relatados em ambas as espécies com doses de 60 mg/kg/dia, assim como redução no peso uterino em ratos com doses mais elevadas.

Mutagenicidade e Carcinogenicidade:

Estudos de mutagenicidade têm sido amplamente realizados com a levodropropizina (substância ativa). Estes estudos não indicaram qualquer potencial mutagênico. Não foram realizados estudos relacionados ao potencial carcinogênico da levodropropizina (substância ativa).

Toxicidade na Reprodução:

Estudos teratogênicos e estudos de reprodução e fertilidade, assim como estudos pré e pós-natais, não demonstraram quaisquer efeitos tóxicos específicos. Entretanto, devido a um leve retardo no aumento de peso corporal e no crescimento ter sido observado em estudos toxicológicos em animais, com doses de 24 mg/kg, e devido a levodropropizina (substância ativa) ser capaz de atravessar a barreira placentária em ratos, o uso deste medicamento deve ser evitado em mulheres que estejam pretendendo engravidar ou que já estejam grávidas, uma vez que a segurança do uso de levodropropizina (substância ativa) nestes casos não está documentada. Em testes com ratos, a levodropropizina (substância ativa) foi detectada no leite materno até oito horas após a administração. Portanto, o uso do medicamento em lactantes é contraindicado.

Conservar em temperatura ambiente (entre 15° C e 30°C). Proteger da umidade.

Prazo de validade

Desde que observados os devidos cuidados de conservação, o prazo de validade de Percof é de 24 meses, contados a partir da data de fabricação impressa em sua embalagem externa.

Não use medicamentos com o prazo de validade vencido.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

N.º de lote, data de fabricação e prazo de validade: Vide Cartucho.

Reg. MS - 1.0043.0645

Farm. Resp.:
Dra. Sônia Albano Badaró
CRF-SP 19.258

Fabricado por:
Eurofarma Laboratórios S.A.
Rod. Pres. Castelo Branco, Km 35,6
Itapevi - SP

Registrado por:
Eurofarma Laboratórios S.A.
Av. Ver. José Diniz, 3.465
São Paulo - SP
CNPJ: 61.190.096/0001-92
Indústria Brasileira

Comercializado por:
Supera Rx Medicamentos LTDA.
Rua Guará S/N, Quadra 04/05/06 Galpão 08
Aparecida de Goiânia - GO

SAC
supera.atende@superafarma.com.br
0800-708-1818

Venda sob prescrição médica.

Para sua segurança mantenha esta embalagem até o uso total do medicamento.

*Não use medicamentos sem o conhecimento do seu médico, pode ser perigoso para a sua saúde.
*As informações aqui divulgadas não deverão ser utilizadas como substituto de prescrição médica para o tratamento de qualquer doença.