Drenalin Icone para ediçãoIcone de Enomear Icone de Excluir

Indicação

Para que serve?

Alívio do broncoespasmo; alívio das reações de hipersensibilidade devida a medicamentos e outros alérgenos.

A adrenalina pode ser utilizada para restabelecer o ritmo cardíaco na parada cardíaca, mas não deve ser usada em insuficiência cardíaca ou choque cardiogênico, traumático ou hemorrágico.

Também pode ser usada no alívio de sintomas da doença do soro, urticária e edema angioneurótico; para ressuscitação na parada cardíaca devido a acidente anestésico, no glaucoma simples (ângulo aberto); para o relaxamento e inibição da contração da musculatura uterina.

Via injetável

Posologia

Como usar?

Para ressuscitação cardíaca, Drenalin é aplicado por via intravenosa ou intracardíaca.

A porção não utilizada deve ser desprezada.

Cuidados especiais de manuseio: deve-se inspecionar visualmente, antes da administração, o conteúdo da ampola quanto à forma física, presença de material particulado, descoloração ou qualquer alteração no aspecto do medicamento.

Não utilize o produto se houver mudança de coloração ou material particulado presente, ou qualquer outra alteração que possa comprometer a eficácia e a segurança do medicamento.

A adrenalina é rapidamente destruída por agentes alcalinos ou oxidantes (oxigênio, cloro, bromo, iodo, permanganatos, cromatos, nitratos e sais de metais facilmente redutíveis, especialmente ferro).

A porção restante na ampola, não utilizada, deve ser desprezada.

Iniciar com pequenas doses e aumentar gradativamente se necessário, dose de 0,2 a 1,0 mL (mg).

A via subcutânea deve ser a preferencial; caso a via intramuscular seja usada, evitar a injeção nas nádegas.

Na asma brônquica e em certas manifestações alérgicas (angioedema, urticária, doença do soro, choque anafilático) usar a via subcutânea.

Na asma brônquica, em pacientes pediátricos, usar doses de 0,01 mg/kg até o máximo de 0,5 mg, por via subcutânea que podem ser repetidas a cada 4 horas, se necessário.

Uso oftalmológico (descongestão conjuntival, controle de hemorragia, produção de midríase e redução da pressão intra-ocular); usar a concentração de 0,1 mg/mL a 1 mg/mL.

Via intravenosa e via intracardíaca: na parada cárdio-respiratória, 1 mg, por via intravenosa, em bolus; repetir a cada 3 a 5 minutos, se indicado.

A injeção intracardíaca direta tem sido limitada à sala de cirurgia durante a massagem cardíaca direta ou quando não existe a possibilidade de se utilizar outras vias.

A injeção intracardíaca tem o risco de produzir laceração de uma artéria coronária, tamponamento cardíaco e pneumotórax e, por outro lado, requer a suspensão da massagem e da ventilação para a sua administração.

A adrenalina pode ser utilizada, durante os procedimentos de reanimação cárdio-respiratória, por via intratraqueal, na dose de 2 mg.

Não há dose máxima para o uso da adrenalina, em reanimação cardio-respiratória; o medicamento pode ser utilizado por via intravenosa ou intratraqueal, enquanto persistirem os esforços de recuperação do paciente, em doses fixas, a intervalos de 3 a 5 minutos.

Efeitos Colaterais

Quais os males que pode me causar?

Podem ocorrer efeitos adversos menores e passageiros, especialmente na presença de hipertireoidismo, como: ansiedade, fobias, cefaléia e palpitações.

Injeções locais repetidas podem causar necrose devido à constrição vascular.

O uso prolongado pode provocar tolerância.

Contraindicações

Quando não devo usar?

Glaucoma de ângulo fechado (congestivo), choque, durante anestesia com hidrocarbonetos halogenados ou ciclopropano e nas lesões cerebrais orgânicas.

Também é contra-indicada nas anestesias de certas áreas como dedos das mãos e pés devido à vasoconstrição que pode levar à gangrena no local; no trabalho de parto; em pacientes com dilatação cardíaca e na insuficiência coronariana.

Advertências e Precauções

O que devo saber antes de usar?

Administrar com cautela em pacientes geriátricos, nas doenças cardiovasculares, hipertensão, diabetes mellitus, hipertireoidismo, psiconeurose, asma brônquica de longa duração e enfisema com desenvolvimento de doença cardíaca degenerativa.

Drenalin na gravidez

Categoria de risco na gravidez: B

Estudos de reprodução em animais não foram realizados com a epinefrina.

Não se sabe também se a epinefrina pode causar dano ao feto quando administrada a uma mulher grávida ou afetar a capacidade reprodutiva.

A epinefrina deve ser administrada a mulheres grávidas apenas se for realmente necessário.

A epinefrina demonstrou ser eficaz em crianças e, nas doses eficazes, não provocou efeitos secundários ou outros problemas diferentes dos observados em adultos.

O produto pode ser utilizado por pacientes com idade acima de 65 anos, desde que se observem as precauções necessárias.

Esses pacientes são mais sensíveis aos efeitos da dose utilizada para adultos.

Interações Medicamentosas

Não se recomenda o uso com doses elevadas de digitálicos, diuréticos mercuriais ou outros medicamentos que possam propiciar arritmias.

Na insuficiência coronariana pode ocorrer dor anginosa.

Os efeitos da adrenalina podem ser potencializados por antidepressivos tricíclicos; certos anti-histamínicos (difenidramina, tripelenamina, clorfeniramina) e tiroxina sódica.

Superdosagem

O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada?

Sintomas: dor precordial, vômitos, cefaléia, dispnéia e hipertensão.

Em casos extremos pode ocorrer hemorragia cerebrovascular, principalmente em idosos; edema pulmonar; hiperirritabilidade ventricular e fibrilação ventricular; bradicardia, taquicardia, arritmias cardíacas e bloqueio atrioventricular.

A superdosagem ou a injeção intravenosa acidental pode causar hemorragia cérebro-vascular. Pode ocorrer edema pulmonar devido à constrição periférica e estimulação cardíaca produzidas. Nestes casos, a utilização imediata de vasodilatadores como nitritos ou agentes alfa-bloqueadores podem reduzir os fortes efeitos pressores da adrenalina.

Pode também ocorrer palidez acentuada e pele fria, acidose metabólica e insuficiência renal (nestes casos usar tratamento corretivo).

Composição

Cada mL da solução injetável contém:

epinefrina (como hemitartarato) .......................................................... 1,0 mg

excipientes (bissulfito de sódio, cloreto de sódio, edetato dissódico, ácido
clorídrico e água para injeção) q.s.p. ................................................. 1,0 mL

  • Solução injetável: Embalagem com 100 ampolas de 1 mL.

Armazenamento

Onde como e por quanto tempo posso guardar?

O produto deve ser conservado na embalagem original, em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C).

Proteger da luz.

Laboratório

Ariston Indústrias Químicas e Farmacêuticas Ltda.

TEL.: (11) 3783-8000

Dizeres Legais

MS - 1.0270.0023

Farmacêutico Responsável: Dr. Celso C. Hojaij - CRF-SP - 15.815

*Não use medicamentos sem o conhecimento do seu médico, pode ser perigoso para a sua saúde.
*As informações aqui divulgadas não deverão ser utilizadas como substituto de prescrição médica para o tratamento de qualquer doença.