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Para que serve

A Tadalafila (substância ativa) é indicada para o tratamento da disfunção erétil.

Exclusivo 5mg

A Tadalafila (substância ativa) é indicado para o tratamento dos sinais e sintomas da hiperplasia prostática benigna (HPB) em homens adultos incluindo aqueles com disfunção erétil.

Em estudos clínicos, a Tadalafila (substância ativa) mostrou aumentar os efeitos hipotensivos dos nitratos. Supõe-se que isto seja resultado dos efeitos combinados dos nitratos e Tadalafila (substância ativa) na via óxido nítrico/GMPc. Portanto, a administração de Tadalafila (substância ativa) a pacientes que estão usando qualquer forma de nitrato orgânico é contraindicada.

Tadalafila (substância ativa) não deve ser usado em pacientes com conhecida hipersensibilidade à Tadalafila (substância ativa) ou a qualquer componente do comprimido.

A Tadalafila (substância ativa) não é indicado para homens que não apresentam disfunção erétil.

Exclusivo 5mg

A Tadalafila (substância ativa) não é indicada para homens que não apresentam disfunção erétil e/ou sinais e sintomas de Hiperplasia Prostática Benigna (HPB).

A Tadalafila (substância ativa) deve ser administrada por via oral independente das refeições.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Posologia do Tadalafila


20mg

A dose máxima recomendada de Tadalafila (substância ativa) é 20mg, tomada antes da relação sexual e independente das refeições. A frequência máxima de dose recomendada é uma vez ao dia.

A Tadalafila (substância ativa) provou ser eficaz a partir de 30 minutos após sua administração, por até 36 horas. Pacientes podem iniciar a atividade sexual em tempos variáveis em relação à administração, de maneira a determinar seu próprio intervalo ótimo de resposta.

5mg

Disfunção erétil

A dose recomendada de Tadalafila (substância ativa) é de 5mg, administrada uma vez ao dia, aproximadamente no mesmo horário.

A duração do tratamento deve ocorrer a critério médico.

Hiperplasia Prostática Benigna (HPB)

A dose recomendada de Tadalafila (substância ativa) é de 5mg, administrada uma vez ao dia, aproximadamente no mesmo horário.

Homens com insuficiência renal

Não é necessário o ajuste de dose em pacientes com insuficiência renal leve ou moderada. A administração de Tadalafila (substância ativa) uma vez ao dia não é recomendada para pacientes com insuficiência renal grave.

A avaliação da disfunção erétil deve incluir a determinação de suas causas potenciais e a identificação do tratamento apropriado após uma avaliação médica adequada.

Priapismo foi relatado com os inibidores da PDE5, incluindo Tadalafila (substância ativa). Pacientes que apresentem ereções com duração de 4 horas ou mais devem ser instruídos para procurar assistência médica imediata. Se o priapismo não for tratado imediatamente, pode resultar em lesão do tecido peniano e perda permanente da potência.

A Tadalafila (substância ativa) deve ser usada com cautela em pacientes que têm condições que possam predispô-los ao priapismo (tais como anemia falciforme, mieloma múltiplo ou leucemia), ou em pacientes com deformação anatômica do pênis (tais como angulação, fibrose cavernosa ou doença de Peyronie).

A neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica (caracterizada pela diminuição da visão, implicando em perda permanente da visão) foi um evento pós-comercialização relatado raramente em associação temporal com o uso de medicamentos inibidores da PDE5. Um aumento no risco de neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica aguda foi sugerido a partir da análise de dados observacionais em homens com DE, dentro de 1 a 4 dias do episódio de uso do inibidor da PDE5.

A maioria desses pacientes, porém não todos, tinham fatores de riscos basais anatômicos ou vasculares para desenvolverem a neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica, incluindo, mas não necessariamente limitada à: baixa relação entre o diâmetro da escavação e o diâmetro da papila (cup to disc – “crowded disc”), idade acima dos 50 anos, diabetes, hipertensão, doença arterial coronariana, hiperlipidemia e tabagismo. Não é possível determinar se estes eventos estão diretamente relacionados ao uso dos inibidores da PDE5, aos fatores de risco basais vasculares, defeitos anatômicos do paciente, à combinação desses fatores ou a outros fatores. Os médicos devem orientar os pacientes a interromper o uso de Tadalafila (substância ativa) e procurar auxílio médico no caso de perda repentina da visão. Os médicos devem informar seus pacientes que indivíduos que já apresentaram neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica têm um risco maior em apresentar esses eventos.

Os médicos devem recomendar aos pacientes que interrompam o uso de inibidores da PDE5, incluindo Tadalafila (substância ativa), bem como a procurar uma orientação especializada em casos de diminuição ou perda repentina da audição. Estes eventos, que podem estar acompanhados de zumbido e vertigem, foram relatados em associação temporal à introdução de inibidores da PDE5, incluindo Tadalafila (substância ativa). Não é possível determinar se estes eventos estão diretamente relacionados ao uso de inibidores da PDE5 ou a outros fatores.

Pacientes com suspeita de Hiperplasia Prostática Benigna (HPB) devem ser examinados para descartar a presença de carcinoma prostático.

A Tadalafila (substância ativa) deve ser usada com cautela quando prescrita para pacientes que tomam alfa-bloqueadores, como a doxazosina, pois a administração simultânea pode levar a uma hipotensão sintomática em alguns pacientes. Em um estudo com homens sadios, Tadalafila (substância ativa) foi administrada com doxazosina 8mge houve um aumento do efeito hipotensor da doxazosina. Doses menores de doxazosina não foram testadas. Quando Tadalafila (substância ativa) é administrada concomitantemente com um alfa-bloqueador, os pacientes devem estar estáveis com a terapia com alfa-bloqueadores antes de iniciar o tratamento com a Tadalafila (substância ativa). A combinação de Tadalafila (substância ativa) e estimuladores da guanilato ciclase, como o riociguate, não é recomendada, pois pode causar hipotensão sintomática.

Assim como outros inibidores da PDE5, Tadalafila (substância ativa) tem propriedades vasodilatadoras sistêmicas que podem resultar em uma diminuição transitória da pressão sanguínea. Antes de prescrever Tadalafila (substância ativa), os médicos devem considerar cuidadosamente se seus pacientes com doença cardiovascular preexistente podem ser afetados desfavoravelmente por tais efeitos vasodilatadores.

Carcinogênese, mutagênese e danos à fertilidade

A Tadalafila (substância ativa) não foi carcinogênica em ratos ou camundongos quando administrada por 24 meses.

A Tadalafila (substância ativa) não foi mutagênica ou genotóxica em ensaios bacterianos in vitro e com células de mamíferos; e em linfócitos humanos in vitro e ensaios com micronúcleo de rato in vivo.

Não houve diminuição da fertilidade em ratos machos e fêmeas em doses até 400mg/Kg por 2 anos. Em cães recebendo Tadalafila (substância ativa) diariamente por 6 a 12 meses em doses de 25mg/Kg/dia e acima, houve alterações no epitélio do túbulo seminífero que resultaram numa diminuição da espermatogênese em alguns cães.

Gravidez

Este medicamento não é indicado para uso em mulheres.

Não houve evidência de teratogenicidade, embriotoxicidade ou fetotoxicidade em ratos e camundongos que receberam até 1.000mg/Kg/dia.

Em um estudo de desenvolvimento pré e pós-natal em ratos, a dose de efeito não observado foi de 30mg/Kg/dia. Na rata prenha, a AUC para droga livre calculada nessa dose foi aproximadamente 18 ou 6 vezes a AUC humana em uma dose de 20 ou 40mg. Não há estudos de Tadalafila (substância ativa) em mulheres grávidas.

Categoria B.

Alteração na capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas

Nenhum relato.

Uso pediátrico

Este medicamento não é indicado para o uso em recém-nascidos e crianças.

Uso geriátrico

Indivíduos idosos sadios (65 anos ou mais) tiveram uma diminuição do clearance de Tadalafila (substância ativa), resultando em uma alta de 25% de exposição à droga (AUC), quando comparados a indivíduos saudáveis, de idades entre 19 e 45 anos. Este efeito da idade não é clinicamente significativo e não exige um ajuste da dose.

Pacientes com doença cardiovascular

A atividade sexual possui um risco cardíaco potencial para pacientes com doença cardiovascular preexistente. Portanto, tratamentos para disfunção erétil, incluindo Tadalafila (substância ativa), não devem ser usados em homens com doença cardíaca, para os quais a atividade sexual é desaconselhável.

Os seguintes grupos de pacientes com doença cardiovascular não foram incluídos nos estudos clínicos:

  • Pacientes com infarto do miocárdio nos últimos 90 dias;
  • Pacientes com angina instável ou angina ocorrida durante uma relação sexual;
  • Pacientes com insuficiência cardíaca classe 2 ou maior da New York Heart Association nos últimos 6 meses;
  • Pacientes com arritmias não controladas, hipotensão (< 90/50 mmHg), ou hipertensão não controlada; 
  • Pacientes com acidente vascular cerebral nos últimos 6 meses.

Os médicos devem considerar o risco cardíaco potencial da atividade sexual em pacientes com doença cardiovascular preexistente. Pacientes que apresentem sintomas durante a atividade sexual devem ser aconselhados a absterem-se de novas atividades sexuais e relatarem o episódio ao médico.

Pacientes com insuficiência hepática

A exposição à Tadalafila (substância ativa) (AUC) em indivíduos com insuficiência hepática leve a moderada (Child-Pugh Classes A e B) é comparável à exposição em indivíduos sadios. Não existem dados disponíveis em pacientes com insuficiência hepática grave (Child-Pugh Classe C). Portanto, a Tadalafila (substância ativa) deve ser usada com cautela quando prescrita para pacientes deste grupo.

A administração de Tadalafila (substância ativa) uma vez ao dia não foi extensivamente avaliada em pacientes com insuficiência hepática. Se a Tadalafila (substância ativa) for prescrita, o médico prescritor deverá avaliar cuidadosamente a relação risco-benefício individualmente.

Pacientes com insuficiência renal

20mg

Em um estudo de farmacologia clínica, usando dose única de Tadalafila (substância ativa) (5 a 10mg), a exposição à Tadalafila (substância ativa) (AUC) duplicou em pacientes com clearance de creatinina 30 a 80mL/min. Em um estudo de farmacologia clínica com dose de 10mg, a dor lombar foi relatada como um evento adverso limitante em pacientes masculinos com clearance de creatinina 30 a 50mL/min.

Em uma dose de 5mg, a incidência e severidade de dor lombar não foi significativamente diferente que em indivíduos sadios. Pacientes em hemodiálise tomando 10 ou 20mg de Tadalafila (substância ativa), não relataram dor lombar.

Em indivíduos com insuficiência renal, incluindo aqueles em hemodiálise, a exposição à Tadalafila (substância ativa) (AUC) foi maior que em indivíduos saudáveis.

5mg

Devido ao aumento da exposição da Tadalafila (substância ativa) (AUC), da experiência clínica limitada e pela pouca influência do clearance na diálise, não é recomendada a administração de Tadalafila (substância ativa) uma vez ao dia em pacientes com insuficiência renal grave.

Combinação com outras terapias para disfunção erétil

A segurança e eficácia de combinações de Tadalafila (substância ativa) com outros inibidores da PDE5 ou com tratamentos para disfunção erétil não foram estudadas. Portanto, o uso de tais combinações não é recomendado.

Este medicamento contém lactose. Portanto, deve ser usado com cautela em pacientes que apresentem intolerância à lactose.

A eficácia deste medicamento depende da capacidade funcional do paciente.

A tadalafila foi administrada a mais de 6.550 homens durante os estudos clínicos ao redor do mundo. Em estudos clínicos com tadalafila administrada uma vez ao dia, um total de 716, 389 e 115 pacientes foram tratados por, pelo menos, 6 meses, 1 e 2 anos respectivamente. Em três estudos clínicos placebo-controlados de fase 3, de 12 ou 24 semanas de duração, a idade média dos pacientes era de 58 anos (variando de 21 a 82 anos) e a taxa de descontinuação devido a eventos adversos em pacientes tratados com tadalafila foi de 4,1%, comparada a 2,8% de pacientes tratados com placebo.

Durante os estudos clínicos para o tratamento de disfunção erétil, os seguintes eventos adversos foram relatados com o uso de tadalafila:

Reação comum (> 1% e < 10%)

Dor lombar, dispepsia, rubor facial, mialgia e congestão nasal.

Reação incomum (> 0,1% e < 1%)

Dispneia.

Durante os estudos clínicos para o tratamento de Hiperplasia Prostática Benigna (HPB), os seguintes eventos adversos foram relatados com o uso de tadalafila:

Reação comum (> 1% e < 10%)

Cefaleia, dispepsia, mialgia, dor nas extremidades e refluxo gastroesofágico.

Reação incomum (> 0,1% e < 1%)

Dispneia.

No acompanhamento pós-comercialização, os seguintes eventos adversos que foram relatados em associação temporal nos pacientes usando tadalafila incluíram:

Reação muito rara (< 0,01%)

Corpo como um todo:

Reações de hipersensibilidade, incluindo erupção cutânea, urticária, edema facial, síndrome de Stevens-Johnson e dermatite esfoliativa.

Cardiovascular e cerebrovascular:

Eventos cardiovasculares graves, incluindo infarto do miocárdio, morte súbita cardíaca, acidente vascular cerebral, dor torácica, palpitações e taquicardia foram relatados pós-comercialização em associação temporal com o uso de tadalafila. A maioria dos pacientes que relatou estes eventos tinha fatores de risco cardiovascular preexistentes. Entretanto, não se pode determinar definitivamente se estes eventos são relacionados diretamente a estes fatores de risco, à tadalafila, à atividade sexual, ou à combinação destes e outros fatores. Hipotensão (mais comumente relatada quando a tadalafila é usada por pacientes que já estão tomando agentes anti-hipertensivos), hipertensão e síncope.

Gastrointestinal:

Dor abdominal e refluxo gastroesofágico.

Pele e tecidos subcutâneos:

Hiperidrose.

Sentidos especiais:

Visão borrada, neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica, oclusão da veia retiniana e diminuição (alteração) do campo visual.

Urogenital:

Priapismo e ereção prolongada.

Sistema nervoso:

Enxaqueca.

Sistema respiratório:

Epistaxe.

Otológicos:

Na pós-comercialização foram relatados casos de diminuição ou perda repentina da audição em associação temporal com o uso de inibidores da PDE5, incluindo tadalafila. Em alguns casos, foram relatadas condições médicas e outros fatores que podem igualmente ter causado eventos adversos otológicos. Em muitos casos, a informação no acompanhamento médico foi limitada.

Não é possível determinar se estes eventos estão relacionados diretamente ao uso de tadalafila, a fatores de risco subjacentes do paciente para a perda de audição, uma combinação destes fatores ou a outros fatores.

Em caso de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária – NOTIVISA ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Não é esperado que a Tadalafila (substância ativa) cause inibição ou indução clinicamente significativa do clearance de drogas metabolizadas pelas isoformas do CYP450. Estudos confirmaram que a Tadalafila (substância ativa) não inibe ou induz as isoformas do CYP450, incluindo CYP1A2, CYP3A4, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 e CYP2E1.

Cetoconazol

A Tadalafila (substância ativa) é principalmente metabolizada pelo CYP3A4. Um inibidor seletivo do CYP3A4, cetoconazol 400mg diariamente, aumentou a exposição (AUC) da dose única de Tadalafila (substância ativa) em 312% e a Cmáx em 22%, e cetoconazol 200mg diariamente aumentou a exposição (AUC) da dose única de Tadalafila (substância ativa) em 107% e Cmáx em 15% com relação aos valores de AUC e Cmáx para Tadalafila (substância ativa) isoladamente.

Ritonavir

Ritonavir (200mg duas vezes ao dia), um inibidor do CYP3A4, 2C9, 2C19 e 2D6, aumentou a exposição (AUC) da dose única de Tadalafila (substância ativa) em 124% sem alteração na Cmáx. Embora interações específicas não tenham sido estudadas, outros inibidores de protease do HIV, como o saquinavir e outros inibidores da CYP3A4, tais como eritromicina e itraconazol, provavelmente também aumentariam a exposição da Tadalafila (substância ativa).

Rifampicina

Um indutor do CYP3A4, rifampicina (600mg diariamente), reduziu a exposição (AUC) da dose única de Tadalafila (substância ativa) em 88% e Cmáx em 46%, com relação aos valores de AUC e Cmáx para Tadalafila (substância ativa) isolada. Pode-se esperar que a administração concomitante de outros indutores CYP3A4 também possam diminuir as concentrações plasmáticas de Tadalafila (substância ativa). A redução da exposição de Tadalafila (substância ativa) com a coadministração de rifampicina pode ser antecipada e diminuir a eficácia de Tadalafila (substância ativa) administrada uma vez ao dia. A magnitude da diminuição da eficácia é desconhecida. Pode-se esperar que com a administração concomitante de outros indutores do CYP3A4 também haverá diminuição nas concentrações plasmáticas de Tadalafila (substância ativa).

Agentes anti-hipertensivos

A Tadalafila (substância ativa) tem propriedades vasodilatadoras sistêmicas e pode aumentar os efeitos hipotensores dos agentes anti-hipertensivos. Adicionalmente, em pacientes tomando múltiplos agentes anti hipertensivos, cuja hipertensão não foi bem controlada, foram observadas reduções maiores na pressão sanguínea. Estas reduções não foram associadas com sintomas hipotensivos na grande maioria dos pacientes.

Um apropriado aconselhamento médico deve ser dado aos pacientes quando estes são tratados com medicamentos anti-hipertensivos e Tadalafila (substância ativa). Em estudos de farmacologia clínica, o potencial para a Tadalafila (substância ativa) aumentar os efeitos hipotensivos dos agentes anti-hipertensivos foi examinado. As classes principais de agentes anti-hipertensivos foram estudadas, incluindo bloqueadores de canais de cálcio (amlodipina), inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA) (enalapril), bloqueadores do receptor beta-adrenérgico (metoprolol), diuréticos tiazídicos (bendrofluazida) e bloqueadores do receptor de angiotensina II (vários tipos e doses, sozinhos ou em combinação com tiazidas, bloqueadores de canal de cálcio, beta-bloqueadores e/ou alfa-bloqueadores).

A Tadalafila (substância ativa) não tem interação clinicamente significativa com nenhuma dessas classes. A análise dos estudos clínicos fase 3 também não mostrou diferenças nos eventos adversos em pacientes tomando Tadalafila (substância ativa) com ou sem medicação anti-hipertensiva.

Agentes bloqueadores alfa-adrenérgicos

Em 2 estudos de farmacologia clínica nenhuma diminuição significativa na pressão sanguínea foi observada quando a Tadalafila (substância ativa) foi coadministrada em indivíduos tomando tansulosina, um bloqueador seletivo alfa-adrenérgico. Quando Tadalafila (substância ativa) foi coadministrada em indivíduos sadios tomando doxazosina (4-8mg diariamente), um bloqueador alfa-adrenérgico, houve um aumento dos efeitos hipotensores da doxazosina. O número de indivíduos com diminuição da pressão sanguínea em pé, potencial e clinicamente significativa, foi maior para esta combinação. Nestes estudos de farmacologia clínica houve sintomas associados com a diminuição da pressão sanguínea incluindo síncope. Quando Tadalafila (substância ativa) é administrada concomitantemente com um alfa-bloqueador, os pacientes devem estar estáveis com a terapia com alfa-bloqueador antes de iniciar o tratamento com a Tadalafila (substância ativa).

Antagonistas H2

Um aumento no pH gástrico resultante da administração de nizatidina não teve efeito significativo na farmacocinética de Tadalafila (substância ativa).

Antiácidos (hidróxido de magnésio / hidróxido de alumínio)

A administração simultânea de um antiácido (hidróxido de magnésio/hidróxido de alumínio) e Tadalafila (substância ativa) reduziu a velocidade aparente de absorção da Tadalafila (substância ativa) sem alterar a sua exposição (AUC).

Aspirina

Tadalafila (substância ativa) não potencializou o aumento do tempo de sangramento causado pela Aspirina.

Varfarina (substrato do CYP2C9)

A Tadalafila (substância ativa) não teve efeito clinicamente significativo na exposição (AUC) à S-varfarina ou R-varfarina, nem afetou as alterações no tempo de protrombina induzidas pela varfarina.

Teofilina (substrato do CYP1A2)

A Tadalafila (substância ativa) não teve efeito clinicamente significativo na farmacocinética ou farmacodinâmica da teofilina.

Não foram conduzidos estudos clínicos com o propósito de investigar possíveis interações entre Tadalafila (substância ativa) e plantas medicinais, nicotina, testes laboratoriais e não laboratoriais.

Álcool

A Tadalafila (substância ativa) não afetou as concentrações alcoólicas e o álcool não afetou as concentrações plasmáticas de Tadalafila (substância ativa).

Em altas doses de álcool (0,7 g/Kg), a adição de Tadalafila (substância ativa) não induziu diminuição estatisticamente significativa na pressão sanguínea média.

Em alguns indivíduos, foram observadas tontura postural e hipotensão ortostática. Quando Tadalafila (substância ativa) foi administrada com baixas doses de álcool (0,6 g/Kg), hipotensão não foi observada e tonturas ocorreram com frequência similar ao álcool administrado isoladamente.

Resultados de Eficácia


20 mg

Desenho do estudo

A eficácia e a segurança da Tadalafila (substância ativa) no tratamento da disfunção erétil foram avaliadas em 22 estudos clínicos de até 24 semanas de duração. Os estudos envolveram mais de 4.000 pacientes, tendo sido estudadas as dosagens de 2 a 100mg, tomadas quando necessário, até uma vez ao dia. A Tadalafila (substância ativa) mostrou ser eficaz na melhora da função erétil em homens com disfunção erétil (DE).

Vários instrumentos de avaliação foram usados para estudar o efeito da Tadalafila (substância ativa) na função erétil. Questões de Avaliação Global (QAG) foram feitas para determinar se o tratamento melhorou as ereções dos pacientes. Durante os estudos clínicos, os pacientes e suas parceiras completaram diários de Perfil de Encontro Sexual (PES), avaliando a função erétil e a satisfação de cada tentativa sexual. O Índice Internacional de Função Erétil (IIFE) também foi completado pelos pacientes. O IIFE fornece medidas globais de função erétil e satisfação sexual, bem como a gravidade da DE.

Efeitos da Tadalafila (substância ativa) sobre a função erétil

Em todos os estudos, a Tadalafila (substância ativa) demonstrou melhora consistente e estatisticamente significante comparada ao placebo, em todos os objetivos primários e secundários avaliados. O efeito do tratamento não diminuiu com o tempo.

A Tadalafila (substância ativa), nas doses de 2 a 100mg, foi avaliada em 16 estudos clínicos envolvendo 3.250 pacientes, incluindo pacientes com disfunção erétil de vários níveis de gravidade (leve, moderada e grave), etiologias (incluindo pacientes com diabetes), idades (21 a 86 anos), etnias e duração da disfunção erétil. Nos estudos de eficácia primária de populações em geral, 81% dos pacientes relataram que Tadalafila (substância ativa) melhorou suas ereções.

Também, pacientes com DE, em todas as categorias de gravidade, relataram ereções melhores enquanto tomavam Tadalafila (substância ativa) (86%, 83% e 72% para leve, moderada e grave, respectivamente).

A Tadalafila (substância ativa) mostrou melhora estatisticamente significante na capacidade dos pacientes em obter uma ereção suficiente para a relação sexual e de manter a ereção para uma relação satisfatória, medida pelos diários de PES. Nos estudos de eficácia primária, 75% das tentativas de relações sexuais foram bem sucedidas em pacientes tratados com Tadalafila (substância ativa).

A Tadalafila (substância ativa) também demonstrou melhora estatisticamente significante na função erétil medida pelo Domínio de Função Erétil do IIFE. Adicionalmente, nos estudos de eficácia primária, na dosagem de 20mg, aproximadamente 60% dos pacientes tratados com Tadalafila (substância ativa) atingiram a função erétil normal durante o tratamento.

Período de resposta

Três estudos clínicos foram conduzidos em 1054 pacientes em ambiente domiciliar, para definir o período de resposta à Tadalafila (substância ativa). A Tadalafila (substância ativa) demonstrou melhora estatisticamente significante na função erétil e na capacidade de ter relação sexual satisfatória até 36 horas após a dose, assim como na capacidade dos pacientes de atingir e manter ereções para relações satisfatórias, se comparados ao grupo placebo, a partir de 30 minutos após a dose.

Confiança do paciente e satisfação sexual

O IIFE também mede a confiança que os pacientes podem atingir e manter uma ereção suficiente para uma relação sexual. A Tadalafila (substância ativa) melhorou a confiança do paciente de modo estatisticamente significante. A análise dos domínios de Satisfação na Relação Sexual e Satisfação Global do IIFE mostrou que o tratamento com a Tadalafila (substância ativa) resulta em aumento estatisticamente significante da satisfação sexual, medida por ambos os domínios. Adicionalmente, Tadalafila (substância ativa) melhorou a proporção dos encontros sexuais que foram satisfatórios para o paciente e sua parceira.

Eficácia na disfunção erétil de pacientes com diabetes mellitus

A Tadalafila (substância ativa) é eficaz no tratamento da disfunção erétil em pacientes com diabetes. Pacientes com diabetes (N=451) foram incluídos em todos os estudos de eficácia primária, um dos quais avaliou especificamente a Tadalafila (substância ativa) apenas em pacientes diabéticos (Tipo 1 ou Tipo 2) com disfunção erétil. A Tadalafila (substância ativa) produziu melhora estatisticamente significante na disfunção erétil e na satisfação sexual. Nestes estudos, 68% dos pacientes com diabetes tratados com Tadalafila (substância ativa), na dose de 20mg, relataram ereções melhores.

Eficácia na disfunção erétil de pacientes que sofreram prostatectomia radical

A Tadalafila (substância ativa) mostrou ser eficaz no tratamento de pacientes que desenvolveram disfunção erétil devido à prostatectomia radical com preservação nervosa bilateral. Em um estudo randomizado, placebo-controlado, duplo-cego, paralelo, prospectivo nesta população (N=303), a Tadalafila (substância ativa) demonstrou uma melhora clinicamente significante da função erétil, sendo que 62% dos pacientes relataram melhora das ereções com o uso de Tadalafila (substância ativa) 20mg.

5mg

Efeitos da Tadalafila (substância ativa) sobre a função erétil

A Tadalafila (substância ativa) administrada na dose de 2,5mg, 5mg e 10mg, uma vez ao dia, foi avaliada em 3 estudos clínicos envolvendo 853 pacientes de várias faixas etárias (de 21 a 82 anos) e etnias, com vários graus de etiologia e de gravidade de disfunção erétil (leve, moderado e grave).

Nos dois principais estudos de eficácia na população geral, 76 e 85% dos pacientes relataram que a Tadalafila (substância ativa) administrada uma vez ao dia melhorou a ereção, comparado a 29 e 30% dos pacientes do grupo placebo. Além disso, os pacientes de todas as categorias de gravidade de disfunção erétil relataram melhora na ereção, enquanto tomavam Tadalafila (substância ativa) uma vez ao dia.

Nos estudos principais de eficácia 62 e 69% da população estudada tratada com Tadalafila (substância ativa) 5mg obtiveram sucesso nas tentativas de ter relação sexual, comparado a 34 e 39% do grupo placebo. A dose de 5mg de Tadalafila (substância ativa) melhora significativamente a função erétil por um período superior a 24 horas entre as doses.

Efeitos da Tadalafila (substância ativa) sobre sinais e sintomas da Hiperplasia Prostática Benigna

A tadafila administrada na dose de 5mg, uma vez ao dia, foi avaliada em 2 estudos clínicos envolvendo 749 pacientes com idade acima de 45 anos (40% acima de 65 anos) portadores de sinais e sintomas de Hiperplasia Prostática Benigna (HPB); e 1 estudo clínico envolvendo 408 pacientes com sintomas de HPB e disfunção erétil associada. O objetivo primário nos 3 estudos foi a melhora do índice Internacional de Sintomas da Próstata (IPSS, na sigla em inglês) após 12 semanas de tratamento, sendo demonstrada melhora estatisticamente significativa (p<0,005) do uso de tadafila 5mg comparado com placebo nos sintomas de HPB ao fim deste período.

Eficácia na disfunção erétil de pacientes com diabetes mellitus

A Tadalafila (substância ativa) administrada uma vez ao dia mostrou-se ficaz no tratamento da disfunção erétil em pacientes com diabetes. Pacientes com diabetes foram incluídos em todos os 7 estudos de eficácia primária com população geral com disfunção erétil (N=235) e um estudo que avaliou especificamente Tadalafila (substância ativa) apenas em pacientes diabéticos (Tipo 1 ou Tipo 2) com disfunção erétil (N=216).

Um estudo randomizado, multicêntrico, duplo-cego, placebo-controlado e de braço paralelo demonstrou melhora clínica consistente e estatisticamente significativa na função erétil de pacientes diabéticos com o uso de Tadalafila (substância ativa) administrada uma vez ao dia.

Características Farmacológicas


Descrição

A Tadalafila (substância ativa), um tratamento oral para disfunção erétil, é um inibidor reversível, potente e seletivo da guanosina monofosfato cíclica (GMPc) - fosfodiesterase específica tipo 5 (PDE5). A Tadalafila (substância ativa) tem fórmula empírica C22H19N3O4 representando um peso molecular de 389,41. O nome químico é pirazino[1′,2′:1,6]pirido[3,4-b]indol-1,4-diona,6-(1,3-benzodioxol-5il)-2,3,6,7,12,12a-hexahidro-2-metil-, (6R,12aR). É um sólido cristalino praticamente insolúvel em água e muito pouco solúvel em etanol.

Propriedades Farmacodinâmicas

Disfunção erétil

Quando a estimulação sexual causa a liberação local de óxido nítrico, a inibição da PDE5 pela Tadalafila (substância ativa) produz níveis elevados de GMPc no corpo cavernoso. Isso resulta no relaxamento da musculatura lisa e na entrada de sangue nos tecidos penianos, produzindo uma ereção. A Tadalafila (substância ativa) não tem efeito na ausência de estimulação sexual.

Hiperplasia Prostática benigna

Estudos in vitro mostraram que Tadalafila (substância ativa) é um inibidor seletivo da PDE5, encontrada na musculatura lisa do corpo cavernoso, próstata e bexiga, bem como em musculatura lisa vascular e visceral, musculoesquelético, plaquetas, rins, pulmões, cerebelo e pâncreas. O efeito da Tadalafila (substância ativa) é mais potente sobre a PDE5 que sobre outras fosfodiesterases. A Tadalafila (substância ativa) é mais que 10.000 vezes mais potente sobre a PDE5 que sobre a PDE1, PDE2, PDE4 e PDE7, enzimas que são encontradas no coração, cérebro, vasos sanguíneos, fígado, leucócitos, tecido musculoesquelético e outros órgãos.

A Tadalafila (substância ativa) é mais que 10.000 vezes mais potente para PDE5 que para PDE3, uma enzima encontrada no coração e vasos sanguíneos. Esta seletividade para a PDE5 sobre PDE3 é importante porque PDE3 é uma enzima envolvida na contratilidade cardíaca. Adicionalmente, a Tadalafila (substância ativa) é aproximadamente 700 vezes mais potente para PDE5 que para PDE6, uma enzima encontrada na retina e que é responsável pela fototransdução. A Tadalafila (substância ativa) é também mais que 9.000 vezes mais potente sobre a PDE5 que sobre a PDE 8, 9, e 10; e 14 vezes mais potente sobre a PDE5 que sobre a PDE11. A distribuição nos tecidos e os efeitos fisiológicos da inibição da PDE8 até PDE11 não foram esclarecidos.

Exclusivo 5mg:

O efeito da inibição da PDE5 na concentração de GMPc no corpo cavernoso e nas artérias pulmonares é também observado na musculatura lisa da próstata, da bexiga e de seus suprimentos vasculares. O relaxamento vascular resulta no aumento da perfusão sanguínea e pode reduzir os sintomas da HPB. O relaxamento da musculatura lisa da próstata e da bexiga podem complementar estes efeitos vasculares.

Propriedades Farmacocinéticas

Absorção

A Tadalafila (substância ativa) é rapidamente absorvida após administração oral e a concentração plasmática máxima média observada (Cmáx) é atingida num tempo médio de 2 horas após a administração. A biodisponibilidade absoluta da Tadalafila (substância ativa) após dose oral não foi determinada.

A velocidade e extensão da absorção da Tadalafila (substância ativa) não são influenciadas pela alimentação, portanto, a Tadalafila (substância ativa) pode ser tomado com ou sem alimento. O período da administração (manhã versus noite) não teve efeitos clinicamente relevantes sobre a velocidade e extensão da absorção.

Distribuição

O volume de distribuição médio é de aproximadamente 63 litros, indicando que a Tadalafila (substância ativa) é distribuída nos tecidos. Em concentrações terapêuticas, 94% da Tadalafila (substância ativa) está ligada às proteínas plasmáticas. Menos de 0,0005% da dose administrada aparece no sêmen de indivíduos sadios.

Metabolismo

A Tadalafila (substância ativa) é predominantemente metabolizada pelo citocromo P450 (CYP) isoforma 3A4. O maior metabólito circulante é a glucuronida metilcatecol. Este metabólito é pelo menos 13.000 vezes menos potente que a Tadalafila (substância ativa) para PDE5. Consequentemente, não é esperado que seja clinicamente ativo nas concentrações observadas dos metabólitos.

Eliminação

O clearance oral médio para a Tadalafila (substância ativa) é 2,5L/h, e a meia-vida média é de 17,5 horas em indivíduos sadios.

A Tadalafila (substância ativa) é excretada predominantemente como metabólitos, principalmente nas fezes (aproximadamente 61% da dose) e, em menor extensão, na urina (aproximadamente 36% da dose).

Num intervalo de dose de 2,5 a 20mg, a exposição (área sob a curva - AUC) aumenta proporcionalmente com a dose. As concentrações plasmáticas no estado de equilíbrio são alcançadas dentro de 5 dias de dose única diária.

A farmacocinética determinada em uma população de pacientes com disfunção erétil é similar à farmacocinética em indivíduos sem disfunção erétil.

Exclusivo 20mg:

Os parâmetros farmacocinéticos da Tadalafila (substância ativa) em indivíduos sadios são lineares com respeito ao tempo e à dose.

Farmacocinética em populações especiais

Idosos

Indivíduos idosos sadios (65 anos ou mais) tiveram um clearance oral menor de Tadalafila (substância ativa), resultando em uma exposição (AUC) 25% maior em relação a indivíduos sadios de idade entre 19 e 45 anos. Este efeito da idade não é clinicamente significativo e não exige um ajuste de dose.

Pediátricos

A Tadalafila (substância ativa) não foi avaliada em indivíduos com menos de 18 anos.

Insuficiência hepática

A exposição à Tadalafila (substância ativa) (AUC) em indivíduos com insuficiência hepática leve a moderada (Child-Pugh Classe A e B) é comparável à exposição em indivíduos sadios. Não existem dados disponíveis em pacientes com insuficiência hepática grave (Child-Pugh Classe C).

Insuficiência renal

Em indivíduos com insuficiência renal, incluindo aqueles em hemodiálise, a exposição à Tadalafila (substância ativa) (AUC) foi maior que em indivíduos sadios.

Pacientes com diabetes

A exposição à Tadalafila (substância ativa) (AUC) em pacientes com diabetes foi aproximadamente 19% menor que o valor de AUC para indivíduos sadios. Esta diferença na exposição não exige um ajuste de dose.

Estudos da Tadalafila (substância ativa) na frequência cardíaca e pressão arterial

Tadalafila (substância ativa) administrada em indivíduos sadios não produziu diferença significativa, comparando-se ao grupo placebo na pressão sanguínea sistólica e diastólica em decúbito horizontal (diminuição máxima média de 1,6/0,8mmHg, respectivamente), na pressão sanguínea sistólica e diastólica em pé (diminuição máxima média de 0,2/4,6mmHg, respectivamente) e não houve alteração significativa na frequência cardíaca. Efeitos maiores foram relatados entre indivíduos recebendo nitratos concomitantemente.

Interação com nitratos

Um estudo foi realizado para avaliar o nível de interação entre nitratos e a Tadalafila (substância ativa). O objetivo do estudo foi determinar em qual o período, após a administração de Tadalafila (substância ativa), não iria ocorrer uma interação aparente na pressão arterial. Os pacientes envolvidos no estudo (incluindo pacientes diabéticos e/ou hipertensos com a pressão arterial controlada) receberam diariamente doses de 20mg de Tadalafila (substância ativa) ou placebo durante 7 dias quando, então, receberam uma única dose de 0,4mg de nitroglicerina sublingual em períodos pré-determinados após a última administração de Tadalafila (substância ativa).

O resultado deste estudo demonstrou que não foi detectada interação após 48 horas da última administração de Tadalafila (substância ativa).

A administração concomitante de Tadalafila (substância ativa) com nitratos é contraindicada.

Quando a administração de nitratos for extremamente necessária em pacientes que tomaram Tadalafila (substância ativa), deve ser considerado o intervalo de pelo menos 48 horas após a última administração de Tadalafila (substância ativa) para administrar nitratos. Nestas circunstâncias, a administração de nitratos deve ser realizada sob estreita supervisão médica com um monitoramento adequado das funções hemodinâmicas.

Efeitos nas características do esperma

Não houve efeitos clinicamente relevantes nas características do esperma.

Estudos da Tadalafila (substância ativa) sobre a visão

Em um estudo para avaliar os efeitos da Tadalafila (substância ativa) sobre a visão, não foi detectada dificuldade de discriminação de cor (azul/verde) usando o teste de coloração de Farnsworth-Munsell 100. Este achado é consistente com a baixa afinidade da Tadalafila (substância ativa) pelo PDE6 comparado ao PDE5.

Além disso, não foram observados efeitos na acuidade visual, eletrorretinogramas, pressão intraocular ou pupilometria. Cruzando todos os estudos clínicos, os registros de alterações na visão de cor foram raros (< 0,1%).

Estudos em espermatogênese

Três estudos foram conduzidos em homens para avaliar o efeito potencial de Tadalafila (substância ativa) 10mg (um estudo de 6 meses) e 20mg (um estudo de 6 meses e um estudo de 9 meses), administrada diariamente, sobre a espermatogênese. Não houve efeitos adversos sobre a morfologia ou motilidade do espermatozoide em qualquer dos três estudos.

No estudo de 6 meses na dose diária de 10mg de Tadalafila (substância ativa) e no estudo de 9 meses na dose diária de 20mg de Tadalafila (substância ativa), os resultados mostraram uma diminuição na concentração espermática média em relação ao placebo, embora estas diferenças não sejam clinicamente significantes. Este efeito não foi visto no estudo de 20mg de Tadalafila (substância ativa) administrada por 6 meses.

No estudo de 9 meses, a diminuição na concentração espermática foi associada à uma frequência ejaculatória mais alta. A frequência de ejaculação não foi avaliada nos estudos de 6 meses. Além disso, não houve efeito adverso sobre as concentrações médias dos hormônios reprodutivos (testosterona, hormônio luteinizante ou hormônio folículo-estimulante) com ambas as doses de 10mg ou 20mg de Tadalafila (substância ativa) comparadas ao placebo.

*Não use medicamentos sem o conhecimento do seu médico, pode ser perigoso para a sua saúde.
*As informações aqui divulgadas não deverão ser utilizadas como substituto de prescrição médica para o tratamento de qualquer doença.