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Para que serve

Cholestagel coadministrado com um inibidor da redutase 3-hidroxi-3-metil-glutaril-coenzima A (HMG-CoA) (estatina) é indicado como terapêutica adjuvante da dieta para a redução suplementar dos níveis do colesterol de lipoproteína de baixa densidade (C-LDL) em doentes adultos com hipercolesterolemia primária que não estão adequadamente controlados com uma estatina isoladamente.

Cholestagel em monoterapia é indicado como terapêutica adjuvante da dieta para a redução de níveis elevados do colesterol total e C-LDL em doentes adultos com hipercolesterolemia primária nos quais uma estatina é considerada inadequada ou não é bem tolerada.

Cholestagel também pode ser utilizado em combinação com ezetimiba, com ou sem uma estatina, em doentes adultos com hipercolesterolemia primária, incluindo doentes com hipercolesterolemia familiar.

  • Hipersensibilidade à substância ativa ou a qualquer dos excipientes mencionados.
  • Obstrução intestinal ou biliar.

Os comprimidos de Cholestagel devem ser tomados por via oral à refeição e com líquido.

Terapêutica combinada

A dose recomendada de Cholestagel para combinação com uma estatina com ou sem ezetimiba é de 4 a 6 comprimidos por dia. A dose máxima recomendada é de 6 comprimidos por dia na variante de 3 comprimidos duas vezes por dia às refeições ou 6 comprimidos tomados uma vez por dia a uma refeição. Os ensaios clínicos demonstraram que o Cholestagel e as estatinas podem ser coadministrados ou tomados em separado, e que o Cholestagel e a ezetimiba podem ser coadministrados ou tomados em separado.

Monoterapia

A dose inicial recomendada de Cholestagel é de 6 comprimidos por dia na variante de 3 comprimidos duas vezes por dia às refeições ou 6 comprimidos uma vez por dia a uma refeição. A dose máxima recomendada é de 7 comprimidos por dia.

Durante a terapêutica, a dieta de redução de colesterol deve ser continuada e os níveis séricos de colesterol total, C-LDL e triglicéridos devem ser determinados periodicamente durante o tratamento, para confirmar respostas iniciais favoráveis e adequadas a longo prazo.

Quando não é possível excluir uma interação medicamentosa com um medicamento administrado concomitantemente para o qual seriam clinicamente importantes pequenas variações no nível terapêutico, ou quando não existem dados clínicos sobre a coadministração, Cholestagel deve ser administrado pelo menos quatro horas antes ou pelo menos quatro horas depois deste medicamento para diminuir o risco de redução da sua absorção.

População idosa

Não é necessário ajustar a dose quando Cholestagel é administrado a doentes idosos.

População pediátrica

A segurança e eficácia de Cholestagel em crianças com idades compreendidas entre os 0 e os 17 anos não foram ainda estabelecidas.

Causas secundárias de hipercolesterolemia

Antes de se iniciar a terapêutica com Cholestagel, devem ser diagnosticadas e devidamente tratadas as causas que forem consideradas como secundárias de hipercolesterolemia (i.e., diabetes mellitus deficientemente controlada, hipotiroidismo, síndrome nefrótica, disproteínemia, doença hepática obstrutiva).

Interação com ciclosporina

Para doentes que estão em tratamento com ciclosporina e que vão iniciar ou abandonar o tratamento com Cholestagel ou doentes que estão em tratamento com Cholestagel e que precisam de iniciar tratamento com ciclosporina:

O Cholestagel reduz a biodisponibilidade da ciclosporina.

Os doentes que vão iniciar tratamento com ciclosporina e que já estão em tratamento com Cholestagel deverão monitorizar como de costume, as concentrações sanguíneas de ciclosporina e deverá ser ajustada a sua dose como habitualmente. Nos doentes que vão iniciar tratamento com Cholestagel e que já estão em tratamento com ciclosporina deverão ser monitorizadas as concentrações sanguíneas antes da terapêutica combinada, e com frequência, após o início da terapêutica concomitante com a dose de ciclosporina devidamente ajustada. É de notar que a interrupção da terapêutica com Cholestagel resultará no aumento das concentrações sanguíneas de ciclosporina.

Por conseguinte, nos doentes que tomam ciclosporina e Cholestagel concomitantemente devem ser monitorizadas com frequência as suas concentrações sanguíneas antes e, quando interrompam a terapêutica com Cholestagel, para ajustar a dose de ciclosporina em conformidade.

Efeitos sobre os níveis de triglicéridos

Devem ser tomadas precauções no tratamento de doentes com níveis de triglicéridos superiores a 3,4 mmol/l devido ao efeito de Cholestagel na elevação dos triglicéridos. A segurança e a eficácia não foram estabelecidas em doentes com níveis de triglicéridos superiores a 3,4 mmol/l, visto que tais doentes foram excluídos dos ensaios clínicos.

A segurança e a eficácia de Cholestagel não foram estabelecidas em doentes com disfagia, distúrbios da deglutição, distúrbios graves da motilidade gastrointestinal, doença inflamatória intestinal, insuficiência hepática ou grande cirurgia do trato gastrointestinal. Consequentemente, devem ser tomadas precauções quando Cholestagel é utilizado em doentes com estes distúrbios.

Obstipação

Cholestagel pode induzir ou piorar uma obstipação existente. O risco de obstipação deve ser especialmente considerado em doentes com doença coronária e angina de peito.

Anticoagulantes

A terapêutica anticoagulante deve ser monitorizada cuidadosamente em doentes que estejam a receber varfarina ou agentes semelhantes, visto ter sido demonstrado que os sequestrantes dos ácidos biliares, como o Cholestagel, reduzem a absorção da vitamina K e, como tal, interferem com o efeito anticoagulante da varfarina.

Contracetivos orais

O Cholestagel pode afetar a biodisponibilidade dos contracetivos orais, quando administrado em simultâneo. É importante assegurar que o Cholestagel é administrado pelo menos 4 horas após um contracetivo oral para minimizar o risco de ocorrência de qualquer interação.

Interações medicamentosas e outras formas de interação

Em geral o Cholestagel pode afetar a biodisponibilidade de outros medicamentos. Por conseguinte, quando não é possível excluir a ocorrência de uma interação medicamentosa com um medicamento administrado concomitantemente para o qual seriam clinicamente importantes pequenas variações no nível terapêutico, Cholestagel deve ser administrado pelo menos quatro horas antes ou pelo menos quatro horas após a administração da medicação concomitante para minimizar o risco de redução da absorção dessa medicação. Para medicamentos concomitantes que exijam administração através de doses divididas, deve referir-se que a dose necessária de Cholestagel pode ser tomada uma vez por dia.

Quando são administrados medicamentos nos quais as alterações nos níveis sanguíneos podem ter um impacto clinicamente significativo na segurança ou na eficácia, os médicos devem considerar a monitorização dos respetivos níveis séricos ou dos efeitos.

Os estudos de interação só foram realizados em adultos.

Em estudos de interação efetuados em voluntários saudáveis, verificou-se que Cholestagel não teve efeito sobre a biodisponibilidade da digoxina, do metoprolol, da quinidina, do ácido valpróico e da varfarina.

Cholestagel diminuiu a Cmáx e a AUC da libertação prolongada do verapamilo em aproximadamente 31% e 11%, respetivamente. Uma vez que existe um elevado grau de variabilidade na biodisponibilidade do verapamilo, não foi ainda possível esclarecer, do ponto de vista clínico, o significado destes dados.

A coadministração de colessevelam e olmesartan diminui a exposição de olmesartan. O olmesartan deve ser administrado pelo menos 4 horas antes de colessevelam.

Houve notificações muito raras de níveis reduzidos de fenitoína em doentes que receberam Cholestagel administrado com fenitoína.

Terapêutica anticoagulante

A terapêutica anticoagulante deve ser atentamente monitorizada em doentes que estejam a receber varfarina ou agentes semelhantes, visto que os sequestrantes dos ácidos biliares, como o Cholestagel, demonstraram reduzir a absorção da vitamina K e, como tal, interferir com o efeito anticoagulante da varfarina. Não foram efetuados estudos clínicos específicos de interação entre o colessevelam e a vitamina K.

Levotiroxina

Num estudo de interação em voluntários saudáveis, quando administrado quer concomitantemente quer após 1 hora, o Cholestagel reduziu a AUC e a Cmáx de levotiroxina. Não se observou interação quando o Cholestagel foi administrado pelo menos quatro horas após a levotiroxina.

Contracetivos orais

Num estudo de interação em voluntários saudáveis, quando administrado simultaneamente com um contracetivo oral, o Cholestagel reduziu a Cmáx de noretisterona, bem como a AUC e Cmáx do etinilestradiol. Esta interação foi também observada quando o Cholestagel foi administrado uma hora após o contracetivo oral. Contudo, não se observou interação quando o Cholestagel foi administrado quatro horas após o contracetivo oral.

Ciclosporina

Num estudo de interação em voluntários saudáveis, a administração concomitante de Cholestagel e ciclosporina reduziu significativamente a AUC0-inf e Cmáx da ciclosporina em 34% e 44%, respetivamente. Por esse motivo aconselha-se a monitorização cuidadosa das concentrações sanguíneas de ciclosporina. Adicionalmente, com base em fundamentos teóricos, o Cholestagel deve ser administrado pelo menos 4 horas depois da ciclosporina para minimizar ainda mais os riscos relacionados com a administração concomitante de ciclosporina e Cholestagel. Além disso, o Cholestagel deve ser sempre administrado consistentemente à mesma hora visto que o momento de ingestão de Cholestagel e de ciclosporina pode, teoricamente, influenciar o grau de redução da biodisponibilida da ciclosporina.

Estatinas

Os estudos clínicos revelaram um aumento esperado do efeito de redução do C-LDL, não se observando efeitos não esperados, quando o cholestagel foi coadministrado com estatinas. O Cholestagel não teve efeito na biodisponibilidade da lovastatina num estudo de interação.

Agentes antidiabéticos

A coadministração de colessevelam e metformina comprimidos de libertação prolongada aumenta a exposição da metformina. Os doentes que recebem concomitantemente metformina comprimidos de libertação prolongada e colessevelam devem ser monitorizados quanto à resposta clínica como é habitual para o uso de medicamentos anti-diabéticos.

O colessevelam liga-se à glimepirida e reduz a absorção de glimepirida no trato gastrointestinal. Não se observou interação quando a glimepirida foi tomada pelo menos 4 horas antes do colessevelam. Assim, glimepirida deve ser administrada pelo menos 4 horas antes de colessevelam.

A coadministração de colessevelam e glipizida diminui a exposição de glipizida. Glipizida deve ser administrada pelo menos 4 horas antes de colessevelam.

A coadministração de Cholestagel e gliburida (também conhecida como glibenclamida) causou uma diminuição na AUC0-inf e Cmáx de gliburida em 32% e 47%, respetivamente. Não se observou interação quando o Cholestagel foi administrado quatro horas após a gliburida.

A coadministração de Cholestagel e repaglinida não teve efeito sobre a AUC e causou uma redução de 19% na Cmáx de repaglinida, cuja significância clínica é desconhecida. Não se observou interação quando o Cholestagel foi administrado uma hora após a repaglinida.

Não se observou interação quando o Cholestagel e a pioglitazona foram administrados simultaneamente em voluntários saudáveis.

Ácido ursodesoxicólico

O Cholestagel liga predominantemente os ácidos biliares hidrofóbicos. Num estudo clínico, o Cholestagel não afetou a excreção fecal do ácido ursodesoxicólico endógeno (hidrofílico). No entanto, não foram efetuados estudos de interação formais com ácido ursodesoxicólico. Conforme referido de uma forma geral, não é possível excluir uma interação medicamentosa com um medicamento administrado concomitantemente, Cholestagel deve ser administrado pelo menos quatro horas antes ou pelo menos quatro horas após a administração da medicação concomitante para minimizar o risco de redução da absorção dessa medicação. Deve considerar-se a monitorização dos efeitos clínicos do tratamento com ácido ursodesoxicólico.

Outras formas de interação

O Cholestagel não induziu qualquer redução clinicamente significativa na absorção das vitaminas A, D, E ou K durante os estudos clínicos até um ano. Contudo, deve-se tomar precaução no tratamento de doentes com uma suscetibilidade a deficiências da vitamina K ou de vitaminas lipossolúveis, tais como doentes com má absorção. Nestes doentes recomenda-se a monitorização dos níveis das vitaminas A, D e E e a avaliação do estado da vitamina K através da avaliação dos parâmetros de coagulação e, caso seja necessário, devem ser utilizados suplementos de vitaminas.

Fertilidade, gravidez e aleitamento

Gravidez

Não existem dados clínicos sobre as gravidezes expostas a Cholestagel. Os estudos em animais não indicam quaisquer efeitos nefastos diretos ou indiretos no que respeita à gravidez, ao desenvolvimento embrionário/fetal, parto ou desenvolvimento pós-natal.  Este medicamento só deve ser prescrito a mulheres grávidas com muita precaução.

Amamentação

A segurança de Cholestagel não foi demonstrada em mulheres a amamentar. Devem ser tomadas precauções na prescrição a mulheres a amamentar.

Fertilidade

Não existem dados sobre o efeito de Cholestagel na fertilidade. Um estudo realizado em ratos não apresentou diferenças nos parâmetros reprodutivos entre os grupos que possam implicar efeitos reprodutivos atribuíveis a colessevelam.

Efeitos sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas

Os efeitos de Cholestagel sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas são nulos ou desprezáveis.

Resumo do perfil de segurança

As reações adversas mais frequentes são a flatulência e a obstipação, que se encontram na classe de sistema de órgãos das doenças gastrointestinais.

Lista sistematizada de reações adversas

Em estudos clínicos controlados, envolvendo aproximadamente 1400 doentes e durante a utilização após a aprovação, foram notificadas as seguintes reações adversas em doentes a tomar o Cholestagel.

A taxa de frequência tem a seguinte classificação:

Muito frequentes (>1/10), frequentes (≥1/100 a <1/10), pouco frequentes (≥1/1.000 a <1/100), raros (≥1/10.000 a <1/1.000), muito raros (<1/10.000) e desconhecido (não pode ser calculado a partir dos dados disponíveis).

Doenças do sistema nervoso

Frequentes: dores de cabeça

Doenças gastrointestinais

Muito frequentes: flatulência*, obstipação*

Frequentes: vómitos, diarreia*, dispepsia*, dor abdominal, fezes
anormais, náuseas, distensão abdominal

Pouco frequentes: disfagia

Muito raros: pancreatite

Desconhecidos: obstrução intestinal*,**

Afeções musculosqueléticas e dos tecidos conjuntivos

Pouco frequentes: mialgia

Exames complementares de diagnóstico

Frequentes: Elevação dos triglicéridos séricos

Pouco frequentes: Elevação das transaminases séricas

* Ver secção abaixo para mais informações.
** Reações adversas de experiência pós-comercialização.

Descrição de reações adversas selecionadas

A incidência de antecedentes de flatulência e diarreia foi maior em doentes a tomar placebo nos mesmos estudos clínicos controlados. Foram comunicados apenas casos de obstipação e dispepsia por uma percentagem maior de quem estava a tomar o Cholestagel, comparativamente com placebo.

A incidência de obstrução intestinal é suscetível de ser aumentada nos doentes com história de obstrução ou remoção do intestino.

O Cholestagel em combinação com estatinas e em combinação com ezetimiba foi bem tolerado e as reações adversas observadas foram consistentes com o perfil de segurança conhecido das estatinas ou ezetimiba isoladamente.

Notificação de suspeitas de reações adversas A notificação de suspeitas de reações adversas após a autorização do medicamento é importante, uma vez que permite uma monitorização contínua da relação benefício-risco do medicamento. Pede-se aos profissionais de saúde que notifiquem quaisquer suspeitas de reações adversas através do sistema nacional de notificação mencionado no Apêndice V.

Cada comprimido contém

625 mg de colessevelam (como cloridrato).

Núcleo do comprimido:Celulose (E460) microcristalina,sílica anidra coloidal, estereato de magnésio, água purificada.

Revestimento: Hipromelose (E464), monoglicéridos diacetilados

Tinta da impressão: Óxido de ferro preto (E172), hipromelose (E464), propilenoglicol.

Como o Cholestagel não é absorvido, o risco de toxicidade sistémica é baixo. Podem ocorrer sintomas gastrointestinais. Não foram testadas doses superiores à dose máxima recomendada ( 4,5 g por dia (7 comprimidos)).

Contudo, caso ocorra sobredosagem, o principal perigo potencial será a obstrução do trato gastrointestinal. A localização desta potencial obstrução, o grau da obstrução e a presença ou ausência de motilidade intestinal normal determinarão o tratamento.

Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar, tiver tomado recentemente, ou se vier a tomar outros medicamentos.
Se o seu médico suspeitar que este medicamento pode ter um efeito sobre a absorção de outra medicação, pode aconselhá-lo a tomar este medicamento pelo menos 4 horas antes ou pelo menos 4 horas após ter tomado a outra medicação. Se tomar outros medicamentos mais de uma vez por dia, lembre-se de que os comprimidos este medicamento podem ser tomados uma vez por dia.

Este medicamento pode afetar a forma como os seguintes medicamentos atuam:

  • Terapêutica anticoagulante (medicamentos, tais como a varfarina, utilizados para fluidificar o sangue). Se estiver a fazer terapêutica anticoagualante, deve consultar o seu médico para monitorizar cuidadosamente os seus níveis de anticoagulação, uma vez que, este medicamento pode afetar a absorção da vitamina K e, desta forma, interferir com a atividade da varfarina.
  • Terapêutica de substituição da tiroide (medicamentos, tais como a tiroxina ou levotiroxina, utilizados no tratamento dos níveis baixos da hormona da tiroide)
  • Contracetivos orais (medicamentos para evitar a gravidez)
  • É importante que tome este medicamento pelo menos 4 horas após tomar o contracetivo oral para garantir que a eficácia do contracetivo não é afetada.
  • Verapamilo ou olmesartan (medicamentos utilizados no tratamento da pressão arterial alta). É importante que tome olmesartan 4 horas antes de tomar este medicamento.
  • Os medicamentos antidiabéticos (medicamentos usados no tratamento da diabetes, como a metformina comprimidos de libertação prolongada, glimepirida, glipizida, pioglitazona, repaglinida ou gliburida). Se estiver a tomar medicamentos para a diabetes, deve contactar o seu médico para ser acompanhado de perto. É importante que tome glimepirida e glipizida 4 horas antes de tomar este medicamento.
  • Medicamentos antiepiléticos (medicamentos como a fenitoína, utilizada para o tratamento da epilepsia).
  • Ciclosporina (um medicamento utilizado para supressão do sistema imunitário).
  • Ácido ursodesoxicólico (um medicamento utilizado para dissolver cálculos biliares ou tratar doenças crónicas do fígado específicas).

Se for tomar este medicamento e um destes medicamentos, o seu médico poderá querer efetuar exames para se certificar que este medicamento não interfere com estes medicamentos.

Adicionalmente, se tem qualquer doença que provoque uma deficiência das vitaminas A, D, E ou K, o seu médico poderá querer verificar os seus níveis de vitaminas periodicamente, enquanto estiver a tomar este medicamento. Caso seja necessário, o seu médico pode aconselhá-lo a tomar suplementos vitamínicos.

Manter o frasco bem fechado para proteger da humidade.

Prazo de validade: 2 anos após a data de fabricação.

Características fisicas

Os Comprimidos de Cholestagel são comprimidos esbranquiçados revestidos por película, em forma de cápsula, com a impressão “C625” numa das faces. Os comprimidos são embalados em frascos de plástico com fechos resistentes a crianças. As embalagens são de 24 (1 x 24), 100 (2 x 50) e 180 (1 x 180) comprimidos. É possível que não sejam comercializadas todas as apresentações.

Genzyme Europe B.V., Gooimeer 10, NL-1411 DD Naarden, Países Baixos.

*Não use medicamentos sem o conhecimento do seu médico, pode ser perigoso para a sua saúde.
*As informações aqui divulgadas não deverão ser utilizadas como substituto de prescrição médica para o tratamento de qualquer doença.