Cáscara Sagrada - Bionatus Icone para ediçãoIcone de Enomear Icone de Excluir

Para que serve

Constipação ocasional (prisão de ventre ocasional).

  • Gravidez e lactação;
  • Doenças inflamatórias do intestino (como colite ulcerosa, síndrome do intestino irritável, Doença de Crohn);
  • Obstrução intestinal;
  • Apendicite;
  • Pacientes com cólicas, hemorróidas e nefrite;
  • Desordens abdominais não diagnosticadas (como dor, náuseas e vômitos);
  • Desidratação severa.

As cápsulas devem ser ingeridas inteiras e com uma quantidade sufciente de água para que possam ser deglutidas.

Posologia do Rhamus Purshiana


Ingerir 2 (duas) cápsulas no meio da tarde ou antes de dormir.

A Rhamus Purshiana (substância ativa) não deve ser usada por períodos maiores do que 1 a 2 semanas sem orientação médica.

Em caso de hipersensibilidade ao produto, recomenda-se descontinuar o uso e consultar o médico.

O uso abusivo pode ocasionar desequilíbrio eletrolítico (hipocalemia e hipocalcemia), má absorção de nutrientes, perda de peso, bem como fraqueza, que pode ser mais intensa em pacientes idosos.

O uso contínuo pode resultar no agravamento da constipação com conseqüente dependência do laxante, acarretando paralisia da contratibilidade intestinal e pigmentação melanócita da mucosa (pseudomelanosis coli), a qual desaparece após a descontinuação da terapia.

O uso prolongado de laxantes em pacientes com constipação pode causar alterações na mucosa retal. Após longo tempo de uso, foram relatados casos de esteatorréia e perda de proteínas. Pode ocorrer também aldosteronismo secundário devido a uma defciência renal tubular. Em casos raros, o uso prolongado de laxantes pode ocasionar arritmias cardíacas, nefropatias, edema e desmineralização óssea.

O uso crônico ou abuso do ftoterápico em questão por um período superior a 9-12 meses pode aumentar o risco de desenvolvimento de câncer de cólon retal.

Não ingerir doses maiores do que as recomendadas.

Gravidez

De acordo com a categoria de risco de fármacos destinados às mulheres grávidas, este ftoterápico apresenta categoria de risco C.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco

Uso adulto. Não existem recomendações específcas para o uso de Rhamus Purshiana (substância ativa) em pacientes idosos e outros grupos de risco.

O uso da Rhamus Purshiana (substância ativa) pode resultar em espasmos do trato gastrintestinal, requerendo uma diminuição da dose.

A perda de potássio, resultante do uso prolongado da Rhamus Purshiana (substância ativa), pode potencializar a toxicidade dos digitálicos e as arritmias quando administrada concomitantemente com drogas antiarrítmicas.

A interação da Rhamus Purshiana (substância ativa) com diuréticos tiazídicos, esteróides corticoadrenal e raiz de anis podem aumentar esta defciência de potássio.

A indometacina administrada concomitantemente com derivados antracênicos, constituintes da Rhamus Purshiana (substância ativa), apresenta um decréscimo no efeito terapêutico devido a inibição da prostaglandina E2.

Certos constituintes da Rhamus Purshiana (substância ativa) são excretados pelo rim, sendo que a urina pode apresentar uma coloração alaranjada, a qual não é clinicamente relevante, porém pode causar resultados falsos positivos em exames de urina.

Pode causar ainda alterações bioquímicas nos exames laboratoriais, como albuminúria, hematúria e acidose metabólica.

Características Farmacológicas


Rhamus Purshiana (substância ativa) é constituída pelo extrato seco de Rhamus Purshiana (substância ativa) (Rhamnus purshiana) padronizado em cascarosídeo A.

Os constituintes da Rhamus Purshiana (substância ativa) são caracterizados pelos derivados antraquinônicos, especialmente os cascarosídeos. As drogas contendo antraquinonas apresentam ação catártica (purgativa), o que faz com que a Rhamus Purshiana (substância ativa) seja utilizada como laxativa há muitos anos.

Após a ingestão do fármaco, os glicosídeos antraquinônicos são degradados no cólon, através das enzimas bacterianas, em antronas (metabólitos laxativos). As antronas atuam sobre a mucosa intestinal, aumentando o movimento peristáltico e facilitando a evacuação.

*Não use medicamentos sem o conhecimento do seu médico, pode ser perigoso para a sua saúde.
*As informações aqui divulgadas não deverão ser utilizadas como substituto de prescrição médica para o tratamento de qualquer doença.