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Para que serve

Blopress é destinado ao tratamento da hipertensão arterial (pressão alta) leve, moderada e grave como monoterapia ou em combinação com outras medicações anti- hipertensivas, como os diuréticos tiazídicos (ex hidroclorotiazida) e os antagonistas de cálcio (ex cloridrato de verapamil, nifedipino, anlodipino).

Blopress também está destinado ao tratamento de pacientes com insuficiência cardíaca.

Como o Blopress funciona?


Blopress tem ação anti-hipertensiva (redução da pressão sanguínea arterial) devido à diminuição da resistência vascular periférica, embora a frequência de batimentos do coração, o volume de ejeção e o débito cardíaco não sejam afetados. Em alguns casos, os sinais de melhora surgem rapidamente após o início do tratamento, em outros casos, é necessário um tempo maior para se obter os efeitos benéficos.

Após a administração de dose única, o início do efeito anti-hipertensivo geralmente ocorre dentro de duas horas. Com o tratamento contínuo, a redução máxima da pressão arterial geralmente é atingida dentro de 4 semanas, sendo sustentada durante o tratamento prolongado.

Blopress melhora a insuficiência cardíaca em pacientes com insuficiência cardíaca crônica (ICC) e função ventricular sistólica esquerda diminuída. A candesartana diminui a resistência vascular sistêmica e a pressão capilar pulmonar, aumenta a atividade da renina plasmática e a concentração de angiotensina II e diminui os níveis de aldosterona. Desta forma, o medicamento reduz a mortalidade e a hospitalização devido à insuficiência cardíaca e melhora os sintomas relacionados à doença.

Blopress é contra indicado nas seguintes situações

  • Tratamento de pacientes com conhecida hipersensibilidade à candesartana cilexetila ou a qualquer componente da fórmula;
  • Se estiver grávida ou amamentando;
  • Blopress em combinação com medicamentos à base de alisquireno é contraindicado para pacientes com diabetes mellitus e com comprometimento renal moderado a grave.

Blopress deve ser administrado via oral, uma vez ao dia, com ou sem alimentos.

O efeito anti-hipertensivo máximo é atingido no período de 4 semanas após o início do tratamento.

Posologia do Blopress


A dose de manutenção de Blopress recomendada é de 1 comprimido de 8 mg ou 1 comprimido de 16 mg, uma vez ao dia.

Hipertensão

A posologia deve ser ajustada de acordo com a resposta do paciente ao tratamento. Blopress pode ser administrado com outros agentes anti-hipertensivos. A adição de um diurético mostrou uma efeito anti-hipertensivo aditivo com diversas doses de Blopress.

Pacientes com depleção de volume intravascular:

Considerar a menor dose inicial em pacientes com depleção do volume intravascular.

Pacientes idosos:

Não é necessário ajuste de dose inicial para pacientes idosos.

Pacientes com comprometimento renal (função inadequada dos rins):

Não é necessário ajuste inicial da dose em pacientes com comprometimento renal leve a moderado. Em pacientes com comprometimento renal grave deve-se considerar uma dose inicial de 2 a 4 mg. A posologia deve ser ajustada conforme a resposta do paciente ao tratamento. A candesartana cilexetila não é recomendada a pacientes com comprometimento renal grave ou terminal.

Pacientes com comprometimento hepático (função inadequada do fígado):

dose inicial recomendada a pacientes com comprometimento hepático leve ou moderado é de 2 a 4 mg de candesartana cilexetila uma vez ao dia. A dose pode ser ajustada de acordo com a resposta do paciente. Não existem experiências, até o momento, em pacientes com comprometimento hepático grave, como, por exemplo, em pacientes cirróticos.

Uso pediátrico:

A segurança e eficácia de Blopress não foram estabelecidas em crianças.

Insuficiência Cardíaca:

Blopress pode ser administrado com outro tratamento para insuficiência cardíaca, incluindo inibidores da ECA, beta-bloqueadores, diuréticos e digitálicos ou uma combinação destes produtos medicinais.

Blopress pode ser administrado concomitantemente com um inibidor da ECA em pacientes com insuficiência cardíaca sintomática, apesar da terapia padrão ideal para insuficiência cardíaca, quando os antagonistas de receptores de mineralocorticoides não são tolerados.

A combinação de um inibidor da ECA, um diurético poupador de potássio (por exemplo, espironolactona) e Blopress não é recomendada, e deverá ser considerada apenas após avaliação cautelosa dos possíveis riscos e benefícios.

Depleção do volume intravascular

Considerar a menor dose inicial em pacientes com depleção do volume intravascular.

Pacientes idosos:

Não é necessário ajuste de dose inicial para pacientes idosos.

Uso pediátrico:

A segurança e eficácia de Blopress não foram estabelecidas em crianças.

Comprometimento da função renal:

Não é necessário ajuste de dose inicial para pacientes com comprometimento renal.

Comprometimento da função hepática:

Não é necessário ajuste de dose inicial para pacientes com comprometimento hepático.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Blopress?


Se você esqueceu de tomar o medicamento, tome uma dose assim que se lembrar. Se estiver perto da hora de tomar a próxima dose, você deve simplesmente, tomar o próximo comprimido no horário usual. Não dobrar a próxima dose para repor o comprimido que esqueceu de tomar no horário certo.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Bloqueio duplo do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) com medicamentos contendo alisquireno

Existem evidências de que o uso concomitante de inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA), bloqueadores dos receptores de angiotensina II ou alisquireno com candesartana cilexetila aumenta o risco de hipotensão, hipercalemia e função renal reduzida (incluindo insuficiência renal aguda). Portanto, o bloqueio duplo do SRAA através do uso combinado de inibidores da ECA, bloqueadores dos receptores de angiotensina II ou alisquireno não é recomendado.

Se a terapia de bloqueio duplo for considerada absolutamente necessária, só deve ocorrer sob acompanhamento médico rigoroso e função renal, eletrólitos e pressão sanguínea devem ser rigorosamente monitorados.

Terapia concomitante com inibidores da ECA na insuficiência cardíaca

O risco de reações adversas, principalmente hipotensão, hipercalemia e função renal reduzida (incluindo insuficiência renal aguda) podem aumentar quando Blopress é utilizado em combinação com inibidores da ECA. Não é recomendada a combinação tripla entre inibidores da ECA, antagonistas de receptores mineralocorticoides e candesartana. Quando necessário, o uso dessas combinações deve ser superviosionado por um médico e função renal, eletrólitos e pressão sanguínea devem ser rigorosamente monitorados.

Os inibidores da ECA e bloqueadores dos receptores de angiotensina II não devem ser utilizados concomitantemente em pacientes com nefropatia diabética.

Estenose de artéria renal

A função renal pode piorar em pacientes com estenose da artéria renal. Outras medicações que afetam o sistema renina-angiotensina-aldosterona, por exemplo, inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA), podem aumentar a taxa de ureia no sangue e a creatinina sérica em pacientes com estenose de artéria renal bilateral ou estenose da artéria renal em um único rim. Um efeito similar pode ser antecipado com antagonistas de receptores da angiotensina II.

Hipotensão

Hipotensão pode ocorrer em pacientes hipertensos com depleção do volume intravascular. Hipotensão pode ocorrer durante o tratamento com candesartana cilexetila em pacientes com insuficiência cardíaca. Assim como descrito para outros agentes que atuam no sistema renina-angiotensina-aldosterona, pode ocorrer hipotensão em pacientes hipertensos com depleção do volume intravascular, como aqueles que recebem doses elevadas de diuréticos. Devese ter cautela no início do tratamento e deve-se tentar a correção da hipovolemia.

Hipercalemia

Baseado na experiência com o uso de outras substâncias que afetam o sistema renina-angiotensina-aldosterona, o uso concomitante de candesartana cilexetila com diuréticos poupadores do potássio, suplementos de potássio, substitutos do sal contendo potássio ou outros produtos que podem aumentar os níveis de potássio (ex. heparina), pode induzir a um aumento do potássio sérico em pacientes hipertensos.

A hipercalemia pode ocorrer em pacientes com insuficiência cardíaca tratados com candesartana cilexetila. Durante o tratamento, recomenda-se uma monitoração periódica dos níveis de potássio sérico, especialmente quando o medicamento for administrado concomitantemente com inibidores da ECA e diuréticos poupadores de potássio como a espironolactona.

Comprometimento renal

Pacientes com comprometimento renal que usam Blopress, devem ser monitorados periodicamente quanto aos níveis séricos de potássio e creatinina. Existe uma limitada experiência em pacientes com comprometimento renal grave ou terminal (depuração de creatinina < 15 mL/min). Nestes pacientes, a administração do medicamento deve ser cuidadosamente titulada com monitoramento rigoroso da pressão arterial.

Pacientes com insuficiência cardíaca devem ser avaliados periodicamente quanto à função renal.

Durante a titulação de dose de candesartana cilexetila, o monitoramento de creatinina sérica e potássio é recomendado.

Hemodiálise

Durante a diálise, a pressão arterial pode estar particularmente sensível ao bloqueio dos receptores AT1, como resultado da redução do volume plasmático e ativação do sistema renina-angiotensina-aldosterona. Portanto, a dose de Blopress deve ser cuidadosamente titulada, com monitoramento da pressão arterial em pacientes em hemodiálise.

Transplante renal

Não há experiência sobre a administração de candesartana cilexetila em pacientes que tenham realizado transplante renal recentemente.

Anestesia e Cirurgia

A hipotensão pode ocorrer durante a anestesia e cirurgia em pacientes tratados com antagonistas dos receptores da angiotensina II, devido ao bloqueio do sistema reninaangiotensina-aldosterona. Muito raramente a hipotensão poderá ser grave, sendo necessário o uso de fluídos intravenosos e/ou vasopressores.

Estenose de válvula mitral e aórtica (cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva)

Como acontece com outros vasodilatadores, precauções devem ser tomadas com pacientes que apresentam estenose mitral ou aórtica hemodinamicamente relevante ou cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva.

Hiperaldosteronismo primário

Pacientes com hiperaldosteronismo primário geralmente não respondem ao tratamento com medicamentos anti-hipertensivos que atuam na inibição do sistema renina-angiotensina-aldosterona. Portanto, para esses pacientes o uso de Blopress não é recomendado.

Comprometimento hepático grave e/ou colestase

Não existe experiência clínica em pacientes com comprometimento hepático grave e/ou colestase.

Geral

Nos pacientes cujo tônus vascular e função renal dependem predominantemente da atividade do sistema renina-angiotensina-aldosterona (como pacientes com insuficiência cardíaca congestiva grave ou com doença renal de base, incluindo estenose da artéria renal), o tratamento com fármacos que afetam este sistema foi associado com hipotensão aguda, azotemia, oligúria ou, raramente, insuficiência renal aguda.

Como com qualquer agente anti-hipertensivo, a queda excessiva da pressão sanguínea em pacientes com cardiopatia isquêmica ou doença isquêmica cerebrovascular pode resultar em um infarto do miocárdio ou acidente vascular cerebral.

Interações medicamentosas

Lítio:

Aumentos reversíveis das concentrações séricas de lítio e toxicidade foram relatados durante a administração concomitante de lítio com inibidores da ECA. Um efeito similar pode ocorrer com antagonistas dos receptores da angiotensina II, portanto recomenda-se o monitoramento cuidadoso dos níveis séricos de lítio durante o uso concomitante.

AINEs:

A atenuação do efeito anti-hipertensivo poderá ocorrer quando da administração simultânea de antagonistas do receptor de angiotensina II e drogas anti-inflamatórias não esteroidais (AINEs, como por exemplo, inibidores seletivos da COX-2, ácido acetilsalicílico e AINEs não seletivos).

Assim como com os inibidores da ECA, o uso concomitante de antagonistas de receptores de angiotensina II e AINEs poderá causar aumento do risco de piora da função renal, incluindo possível insuficiência renal aguda, e aumento dos níveis séricos de potássio, principalmente em pacientes com função renal ruim preexistente. A combinação deverá ser administrada com cautela, principalmente em pacientes de mais idade e com depleção de volume.

Os pacientes deverão ser adequadamente hidratados e deverá se considerar o monitoramento da função renal após início da terapia concomitante e posteriormente de modo periódico.

O efeito anti-hipertensivo de candesartana cilexetila poderá ser potencializado por outros produtos medicinais com propriedades de redução da pressão arterial.

Com base na experiência com o uso de outros produtos medicinais que afetam o sistema reninaangiotensina-aldosterona, o uso concomitante de diuréticos poupadores de potássio, suplementos de potássio, substitutos de sal contendo potássio ou outros produtos medicinais que podem aumentar os níveis de potássio (por exemplo, heparina sódica) poderá causar aumentos dos níveis séricos de potássio.

O efeito anti-hipertensivo da candesartana cilexetila pode ser potencializada por outros medicamentos com propriedades de redução da pressão arterial (ex: captopril, atenolol, propranol, etc).

Baseado na experiência do uso de medicamentos que afetam o sistema de renina-angiotensinaaldosterona concomitante com diuréticos poupadores de potássio, suplementos potássicos, substitutos de sal contendo potássio ou outros medicamentos que podem aumentar os níveis de potássio (ex: heparina sódica), pode acontecer um aumento da concentração sérica de potássio.

Bloqueio duplo do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA):

O bloqueio duplo do sistema renina-angiotensina-aldosterona pelo uso combinado dos inibidores da ECA, bloqueadores do receptor de angiotensina II ou alisquireno está associado à maior frequência de eventos adversos, como hipotensão, hipercalemia e redução da função renal (incluindo insuficiência renal aguda), em comparação ao uso de um único agente com atuação no SRAA.

Exames laboratoriais:

Em geral, não foram detectadas influências clinicamente importantes de candesartana cilexetila nas variáveis rotinas de laboratório. Como ocorre com outros inibidores do sistema renina-angiotensina-aldosterona, foi observada uma pequena diminuição na hemoglobina. Também foram observados aumento na creatinina, ureia ou potássio e diminuição de sódio. Foi relatado um aumento de transaminases como efeito adverso com candesartana cilexetila numa frequência um pouco maior que a apresentada com placebo (1,3% vs 0,5%). Geralmente não é necessário monitoramento de rotina com exames laboratoriais em pacientes recebendo candesartana cilexetila. Entretanto, um monitoramento periódico dos níveis séricos de potássio e creatinina deve ser considerado em pacientes com comprometimento renal grave.

Informe ao seu médico ou cirurgião dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

Infecções e infestações:

Infecção respiratória.

Distúrbios no sistema nervoso:

Tontura, vertigem e dor de cabeça.

Distúrbios vasculares:

Hipotensão.

Distúrbios metabólicos e nutricionais:

Aumento do potássio no sangue.

Distúrbios renais e urinários:

Comprometimento dos rins.

Exames laboratoriais:

Aumentos nos níveis de creatinina, ureia e potássio. Recomenda-se o monitoramento periódico dos níveis séricos de creatinina e potássio.

Experiência pós-comercialização (hipertensão e insuficiência cardíaca)

As reações adversas a seguir têm sido reportadas muito raramente na experiência pós-comercialização.

Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento)

Distúrbios do sistema sanguíneo e linfático:

Leucopenia, neutropenia e agranulocitose.

Distúrbios do metabolismo e nutrição:

Hipercalemia (aumento de potássio sérico) e hiponatremia (diminuição de sódio sérico).

Distúrbios do sistema nervoso:

Tontura.

Distúrbios do sistema respiratório, torácico e mediastínico:

Tosse.

Distúrbios hepato-biliares:

Aumento das enzimas hepáticas, função hepática anormal ou hepatite.

Distúrbios de pele e do tecido subcutâneo:

Angioedema, rash, urticária e prurido (coceira).

Distúrbios do tecido conjuntivo, músculo-esquelético e dos ossos: dor nas costas.

Distúrbios renais e urinário:

Comprometimento dos rins, incluindo insuficiência renal em pacientes suscetíveis.

Informe ao seu médico, cirurgião dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

Uso em idosos

Pacientes idosos (acima de 65 anos) apresentam uma resposta aumentada do medicamento quando comparados com pacientes mais jovens.

Uso em crianças

A segurança de Blopress não foi estabelecida (não há experiência clínica).

Uso na gravidez

Blopress não deve ser utilizado durante a gravidez. Existem dados muito limitados sobre a utilização de candesartana cilexetila em mulheres grávidas. Estes dados são insuficientes para permitir conclusões sobre o risco potencial para o feto quando usado durante a gestação.

Estudos em animais com candesartana cilexetila demonstraram lesão no feto e em neonatos. Se a gravidez for diagnosticada durante o tratamento, o uso de Blopress deve ser descontinuado imediatamente e o seu médico deve ser avisado.

Uso na amamentação

Não se sabe se a candesartana cilexetila é excretada no leite humano. Entretanto, candesartana foi encontrada no leite de ratas lactantes. Devido aos potenciais eventos adversos aos lactentes, se o uso de candesartana cilexetila for considerado essencial, o aleitamento materno deve ser descontinuado.

Efeitos na habilidade de dirigir e usar máquinas

Não foram estudados os efeitos de candesartana cilexetila na capacidade de dirigir e operar máquinas, mas com base em suas propriedades farmacodinâmicas, é pouco provável que a candesartana cilexetila afete estas capacidades. Ao dirigir veículos ou operar máquinas, os pacientes devem estar cientes que ocasionalmente poderá ocorrer tontura e fadiga durante o tratamento.

Apresentações

Blopress (candesartana cilexetila) comprimidos de:

8 mg:

Embalagem com 30 comprimidos.

16 mg:

Embalagem com 30 comprimidos.

Via oral.

Uso adulto.

Composição

Cada comprimido de 8 mg contém:

8 mg de candesartana cilexetila.

Excipientes: Lactose monoidratada, amido, hiprolose, macrogol, carmelose cálcica, estearato de magnésio e corante amarelo FD&C nº 6.

Cada comprimido de 16 mg contém:

16 mg de candesartana cilexetila.

Excipientes: Lactose monoidratada, amido, hiprolose, macrogol, carmelose cálcica e estearato de magnésio.

Embora não haja experiências de superdosagem com candesartana cilexetila, baseado nas propriedades farmacológicas, a principal manifestação de uma superdosagem, provavelmente, seria hipotensão (pressão baixa) sintomática e tontura.

Em caso de superdosagem, deve ser iniciado tratamento de suporte adequado, de acordo com os sintomas e sinais clínicos do paciente.

Caso ocorra hipotensão (pressão baixa) sintomática, tratamento sintomático e monitoramento dos sinais vitais devem ser instituídos. O paciente deve ser colocado na posição supina (deitado com a face para cima), com as pernas elevadas. Se isso não for suficiente, o volume plasmático deve ser aumentado por infusão de, por exemplo, solução salina isotônica (soro fisiológico). Medicações simpatomiméticas podem ser administradas se as medidas mencionadas acima não forem suficientes. A candesartana cilexetila não é removida por hemodiálise.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Dados de ensaios clínicos têm demonstrado que o bloqueio duplo do sistema reninaangiotensina-aldosterona através do uso combinado de inibidores da ECA, bloqueadores de receptores de angiotensina II ou alsquireno está associado com uma frequência mais alta de eventos adversos como hipotensão, hipercalemia e função renal diminuída (incluindo falência renal aguda) comparado ao uso de um agente isolado que atue no sistema renina-angiotensina-aldosterona.

As seguintes substâncias foram investigadas em estudos de farmacocinética clínica:

Hidroclorotiazida, varfarina, digoxina, contraceptivos orais (etinilestradiol/levonorgestrel), glibenclamida, nifedipino e enalapril.

Não foi identificada interação farmacocinética de relevância clínica com candersartana cilexetila.

Durante a administração concomitante de lítio com inibidores da ECA, foram relatados aumentos reversíveis das concentrações séricas de lítio e toxicidade.

Um efeito similar pode ocorrer com antagonistas dos receptores de angiotensina II, e recomenda-se monitoração cuidadosa dos níveis séricos de lítio durante uso concomitante com lítio.

O efeito anti-hipertensivo de antagonistas dos receptores de angiotensina II, incluindo o Candesartana Cilexetila (substância ativa), pode ser atenuado por anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) como os inibidores seletivos de COX-2 e ácido acetilsalicílico.

Assim como acontece com os inibidores da ECA, o uso concomitante de antagonistas dos receptores de angiotensina II e AINEs pode levar a um risco aumentado de agravamento da função renal, incluindo possível insuficiência renal aguda, e um aumento no potássio sérico, especialmente em pacientes com problemas pré-existente na função renal.

A associação deve ser administrada com precaução, especialmente em pacientes idosos e em pacientes com depleção de volume.

Os pacientes devem ser adequadamente hidratados e deve-se considerar a monitoração periódica da função renal após o início e depois da terapia concomitante.

O efeito anti-hipertensivo de Candesartana Cilexetila (substância ativa) pode ser aumentado por outros anti-hipertensivos.

A biodisponibilidade da candesartana não é afetada por alimentos.

Resultados de eficácia

Hipertensão

Na hipertensão, Candesartana Cilexetila (substância ativa) causa uma redução prolongada da pressão arterial, dose-dependente. A ação anti-hipertensiva é devida à diminuição da resistência periférica sistêmica, embora a frequência cardíaca, o volume de ejeção e o débito cardíaco não sejam afetados.

Não há indícios de hipotensão grave ou exagerada com a primeira dose ou de efeito rebote após a interrupção do tratamento.

Em dois estudos randomizados, duplo-cegos, de 8 semanas de duração, os efeitos de redução da pressão arterial de Candesartana Cilexetila (substância ativa) e losartana foram avaliados em um total de 1.268 pacientes com hipertensão leve a moderada.

Em ambos os estudos, a redução na pressão arterial sistólica e diastólica foi significativamente maior com Candesartana Cilexetila (substância ativa) (32 mg, uma vez ao dia).

Em uma análise agrupada, a redução mínima da pressão arterial (sistólica/diastólica) foi 13,1/10,5 mmHg com Candesartana Cilexetila (substância ativa) e 10,0/8,7 mmHg com losartana potássica (100 mg, uma vez ao dia).

A diferença média na redução da pressão arterial foi 3,1/1,8 mmHg (p<0,0001/p<0,0001).

Candesartana Cilexetila (substância ativa) pode ser usado como monoterapia ou em combinação com outras substâncias antihipertensivas, como os diuréticos tiazídicos e os antagonistas de cálcio diidropiridínicos para melhorar a eficácia.

Candesartana Cilexetila (substância ativa) é igualmente eficaz nos pacientes, independentemente da idade e do sexo.

Candesartana Cilexetila (substância ativa) é eficaz na redução da pressão sanguínea independentemente da raça, embora o efeito seja um pouco menor em pacientes negros (população usualmente com baixa renina). Isso é geralmente comum para substâncias que bloqueiam o sistema renina-angiotensina-aldosterona.

Candesartana Cilexetila (substância ativa) aumenta o fluxo sanguíneo renal e mantém ou aumenta a taxa de filtração glomerular, enquanto a resistência vascular renal e a fração de filtração são reduzidas.

Candesartana Cilexetila (substância ativa) também reduz a excreção de albumina na urina em pacientes com diabetes mellitus tipo II, hipertensão e microalbuminúria.

Em pacientes hipertensos com diabetes mellitus tipo II, o tratamento de 12 semanas com Candesartana Cilexetila (substância ativa) 8 mg a 16 mg não teve efeitos adversos na glicemia ou no perfil lipídico.

No estudo SCOPE - Study on Cognition and Prognosis in the Elderly (Estudo em Cognição e Prognóstico em Idosos), os efeitos do tratamento anti-hipertensivo com Candesartana Cilexetila (substância ativa) na morbidade e na mortalidade cardiovascular, na função cognitiva e na qualidade de vida foram avaliados em 4.937 pacientes idosos (70-89 anos) com hipertensão (Pressão Arterial Sistólica (PAS) 160-179 mmHg e/ou Pressão Arterial Diastólica (PAD) 90-99 mmHg).

A tabela a seguir mostra os resultados do estudo para o desfecho primário (eventos cardiovasculares (CV) importantes) e seus componentes.

Ambos os regimes de tratamento reduziram efetivamente a pressão arterial sistólica e diastólica e foram geralmente bem tolerados. A função cognitiva e a qualidade de vida foram mantidas de maneira apropriada em ambos os grupos do tratamento.

*Qualquer tratamento anti-hipertensivo prévio foi padronizado para hidroclorotiazida 12,5 mg, uma vez ao dia, antes da randomização. Outro tratamento anti-hipertensivo foi adicionado à medicação do estudo duplo-cego (Candesartana Cilexetila (substância ativa) 8-16 mg ou placebo correspondente, uma vez ao dia) se mantida PAS ≥ 160 mmHg e/ou PAD ≥ 90 mmHg. Tal tratamento adicional foi administrado em 49% e 66% dos pacientes nos grupos de Candesartana Cilexetila (substância ativa) e no grupo controle, respectivamente.

Insuficiência Cardíaca

Nos pacientes com insuficiência cardíaca crônica (ICC) e função ventricular sistólica esquerda deprimida (fração da ejeção ventricular esquerda, FEVE ≤ 40%), Candesartana Cilexetila (substância ativa) diminui a resistência vascular sistêmica e a pressão capilar pulmonar, aumenta a atividade da renina plasmática e a concentração de angiotensina II, e diminui os níveis de aldosterona.

O tratamento com Candesartana Cilexetila (substância ativa) reduz a mortalidade e a hospitalização devido a ICC e melhora os sintomas como mostrado no estudo CHARM (Candesartan in Heart Failure – Assessment of Reduction in Mortality and Morbidity / Candesartana em Insuficiência Cardíaca – Avaliação da redução da mortalidade e da morbidade).

Este estudo multinacional, controlado por placebo, duplocego, em pacientes com ICC com classe funcional da New York Heart Association (NYHA) II a IV, consistiu em três estudos separados:

CHARM-Alternativo (n=2.028) em pacientes com FEVE ≤40% não tratados com um inibidor da ECA devido à intolerância, CHARM-Adicionado (n=2.548) em pacientes com FEVE ≤40% e tratados com um inibidor da ECA, e CHARM - Preservado (n=3.023) em pacientes com FEVE > 40%.

Pacientes com terapia convencional foram randomizados para o placebo ou Candesartana Cilexetila (substância ativa) (titulado de 4 mg ou 8 mg uma vez ao dia para 32 mg, uma vez ao dia, ou a maior dose tolerada, dose média de 24 mg) e acompanhados por uma mediana de 37,7 meses.

O desfecho composto de mortalidade cardiovascular ou primeira hospitalização por ICC foi reduzido significativamente com o Candesartana Cilexetila (substância ativa) em comparação com o placebo no CHARM-Alternativo (razão de risco (RR) 0,77, IC 95% 0,67-0,89, p<0,001) e no CHARM-Adicionado (RR 0,85, IC 95% 0,75-0,96, p=0,011). Isto corresponde a uma redução de risco relativo de 23% e de 15%, respectivamente.

Uma redução numérica, embora estatisticamente não significativa, também foi alcançada no CHARM-Preservado (RR 0,89, IC 95% 0,77-1,03, p=0,118).

O desfecho composto de mortalidade por todas as causas ou primeira hospitalização por ICC também foi reduzido significativamente com o Candesartana Cilexetila (substância ativa) no CHARM-Alternativo (RR 0,80, IC 95% 0,70 - 0,92, p=0,001) e CHARM - Adicionado (RR 0,87, IC 95% 0,78-0,98, p=0,021), e uma tendência similar foi observada no CHARM-Preservado (RR 0,92, IC 95% 0,80-1,05, p=0,221).

Ambos os componentes de mortalidade e de morbidade (hospitalização por ICC) destes desfechos compostos contribuíram para os efeitos favoráveis de Candesartana Cilexetila (substância ativa) no CHARM-Alternativo e CHARM-Adicionado.

Os efeitos favoráveis indicados no CHARM-Preservado foram devidos à redução da hospitalização por ICC.

Mortalidade por todas as causas também foi avaliada nas populações agrupadas do CHARMAlternativo e CHARM–Adicionado (RR 0,88, IC 95% 0,79-0,98, p=0,018) e em todos os três estudos (RR 0,91, IC 95% 0,83-1,00, p=0,055).

O tratamento com Candesartana Cilexetila (substância ativa) resultou em uma melhora da classe funcional NYHA no CHARM-Alternativo e CHARM–Adicionado (p=0,008 e p=0,020 respectivamente).

Os efeitos benéficos de Candesartana Cilexetila (substância ativa) na mortalidade cardiovascular e hospitalização por ICC foram consistentes, independentemente da idade, sexo e medicação concomitante.

Candesartana Cilexetila (substância ativa) também foi eficaz em pacientes tomando concomitantemente betabloqueadores e inibidores da ECA, e os benefícios foram obtidos mesmo se os pacientes estavam ou não tomando inibidores da ECA na dose recomendada pelas diretrizes de tratamento.

Características farmacológicas

Propriedades Farmacodinâmicas

A angiotensina II é o hormônio vasoativo primário do sistema renina-angiotensina-aldosterona e exerce um significativo papel na fisiopatologia da hipertensão, insuficiência cardíaca e outros transtornos cardiovasculares.

Também exerce um importante papel na patogênese da hipertrofia e lesões de órgãos alvo.

Os principais efeitos fisiológicos da angiotensina II, como a vasoconstrição, estimulação da aldosterona, regulação da homeostase do sal e da água e a estimulação do crescimento celular, são mediados via receptor do tipo 1 (AT1).

Candesartana Cilexetila (substância ativa) é um pró-fármaco adequado para o uso oral, sendo rapidamente convertido ao fármaco ativo candesartana, por hidrólise de éster durante a absorção no trato gastrointestinal.

A candesartana é um antagonista do receptor da angiotensina II, seletivo para receptores AT1, com forte ligação e lenta dissociação dos mesmos, não tendo atividade agonista.

A candesartana não inibe a enzima conversora de angiotensina (ECA), que converte a angiotensina I para angiotensina II e degrada a bradicinina.

Como não há efeito na degradação da bradicinina, é improvável que os antagonistas dos receptores de angiotensina II sejam associados com tosse.

Em estudos clínicos controlados que compararam Candesartana Cilexetila (substância ativa) com inibidores da ECA, a incidência de tosse foi menor nos pacientes que receberam Candesartana Cilexetila (substância ativa).

A candesartana não se liga ou bloqueia outros receptores hormonais ou canais de íons conhecidos por serem importantes na regulação cardiovascular.

O antagonismo dos receptores AT1 da angiotensina II resulta em aumento dose relacionada da atividade da renina plasmática, das concentrações de angiotensina I e angiotensina II e em uma diminuição da concentração plasmática de aldosterona.

Propriedades Farmacocinéticas

Absorção e distribuição

Após a administração oral, a Candesartana Cilexetila (substância ativa) é convertida para substância ativa candesartana.

A biodisponibilidade absoluta da candesartana é de aproximadamente 40% após uma solução oral de Candesartana Cilexetila (substância ativa).

A biodisponibilidade relativa dos comprimidos em comparação com a solução oral é de aproximadamente 34%, com variabilidade muito pequena.

O pico médio de concentração plasmática (Cmáx) ocorre entre 3-4 horas após a ingestão do comprimido.

As concentrações séricas da candesartana aumentam linearmente com o aumento das doses na faixa de dose terapêutica.

Não foram observadas diferenças relacionadas ao sexo na farmacocinética da candesartana.

A área sob a curva de concentração plasmática versus tempo (AUC) não é significativamente afetada por alimentos.

A candesartana liga-se extensivamente às proteínas plasmáticas (>99%). O volume aparente de distribuição da candesartana é de 0,1 L/kg.

Metabolismo e eliminação

A candesartana é principalmente eliminada inalterada pelas vias urinária e biliar e apenas uma pequena parte é eliminada pelo metabolismo hepático (CYP2C9).

Os estudos de interação disponíveis não indicam efeito em CYP2C9 e CYP3A4.

Com base em dados in vitro, não seria esperada qualquer interação in vivo com fármacos cujo metabolismo é dependente das isoenzimas do citocromo P450: CYP1A2, CYP2A6, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6, CYP2E1 ou CYP3A4.

A meia-vida de eliminação da candesartana é de aproximadamente 9 horas.

Não há acúmulo após a administração de doses múltiplas.

A depuração plasmática total da candesartana é cerca de 0,37 mL/min/kg, com uma depuração renal de cerca de 0,19 mL/min/kg.

A eliminação renal da candesartana ocorre tanto por filtração glomerular como por secreção tubular ativa.

Seguindo uma dose oral de Candesartana Cilexetila (substância ativa) marcada com 14C, cerca de 26% da dose é excretada na urina como candesartana, e 7% como metabólito inativo, enquanto aproximadamente 56% da dose é recuperada nas fezes como candesartana e 10% como metabólito inativo.

Populações especiais

Em idosos (acima de 65 anos), tanto a Cmáx quanto a AUC da candesartana são aumentadas em aproximadamente 50% e 80%, respectivamente, em comparação com indivíduos jovens.

Entretanto, a resposta da pressão sanguínea e a incidência de eventos adversos são semelhantes após a administração de candesartana cilexetila em pacientes jovens e idosos.

Em pacientes com alterações renais de leve a moderada, a Cmáx e a AUC da candesartana aumentaram com doses repetidas em aproximadamente 50% e 70%, respectivamente, mas a meia-vida (t½) não foi alterada em comparação com pacientes com a função renal normal.

As alterações correspondentes nos pacientes com alterações renais graves foram cerca de 50% e 110%, respectivamente.

A t½ de eliminação da candesartana foi aproximadamente o dobro nos pacientes com alterações renais graves.

A farmacocinética em pacientes que fazem hemodiálise foi similar àquela dos pacientes com alterações renais graves.

Em pacientes com alterações hepáticas de leve a moderada, houve um aumento na AUC da candesartana de aproximadamente 20%.

Em pacientes com alterações hepáticas de moderada a grave o aumento na AUC da candesartana foi de aproximadamente 80%.

Há apenas experiência limitada do uso em pacientes com alterações hepáticas graves e/ou colestase.

Dados de segurança pré-clínica

Em diversos estudos de segurança pré-clínica conduzidos em várias espécies, foram observados efeitos farmacológicos exagerados esperados devido à modificação da homeostase do sistema reninaangiotensina-aldosterona.

A incidência e a gravidade dos efeitos induzidos foram relacionadas à dose e ao tempo e mostraram-se reversíveis em animais adultos.

Estudos com Candesartana Cilexetila (substância ativa), em animais, demonstraram atraso fetal e lesões renais em neonatos.

Acredita-se que o mecanismo seja farmacologicamente mediado por efeitos no sistema renina-angiotensina-aldosterona.
Não houve evidência de mutagenicidade, clastogenicidade ou carcinogenicidade.

Tempo estimado para início da ação terapêutica

Após a administração de uma única dose de Candesartana Cilexetila (substância ativa), o início do efeito anti-hipertensivo geralmente ocorre dentro de 2 horas.

Com o tratamento contínuo, a redução máxima da pressão sanguínea com qualquer dose geralmente é atingida dentro de 4 semanas e é mantida durante o tratamento prolongado.

Candesartana Cilexetila (substância ativa) administrado uma vez ao dia promove uma efetiva e suave redução da pressão sanguínea ao longo de 24 horas com pequena diferença entre os efeitos máximo e mínimo no intervalo de dose.

Este medicamento deve ser mantido em sua embalagem original. Conservar em temperatura ambiente (15-30ºC). Proteger umidade. Os frascos devem ser mantidos bem fechados.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Características organolépticas

Comprimido 8 mg:

Comprimidos laranja claro com linha divisória no lado de cima.

Comprimido 16 mg:

Comprimidos brancos com linha divisória no lado de cima.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

MS: 1.0553.0219.

Farm. Resp.:
Ana Paula Antunes Azevedo.
CRF-RJ no 6572.

Fabricado por:
Abbott Laboratories Argentina S.A.
Buenos Aires - Argentina.

Registrado por:
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.
Rua Michigan, 735.
São Paulo – SP.
CNPJ 56.998.701/0001-16.

Sob licença exclusiva de Takeda Pharmaceutical Company Limited - Japão.

Venda sob prescrição médica.

*Não use medicamentos sem o conhecimento do seu médico, pode ser perigoso para a sua saúde.
*As informações aqui divulgadas não deverão ser utilizadas como substituto de prescrição médica para o tratamento de qualquer doença.