Aromasin Icone para ediçãoIcone de Enomear Icone de Excluir

Para que serve

Aromasin é indicado para o tratamento adjuvante (auxiliar) em mulheres pós-menopausa (já entraram na menopausa) com câncer de mama inicial com receptor de estrogênio (hormônio feminino) positivo ou desconhecido tendo como objetivo a redução do risco de recorrência (voltar no mesmo local ou à distância), e a redução do risco de desenvolvimento de câncer na mama contralateral (na outra mama), após o tratamento com tamoxifeno durante 2 ou 3 anos.

O tempo total do tratamento deve ser de 5 anos (sendo 2-3 anos com tamoxifeno e 2-3 anos de Aromasin, de modo sequencial).

Aromasin é indicado para o tratamento de primeira linha (tratamento inicial) do câncer de mama avançado em mulheres pós menopausa natural ou induzida.

Aromasin é indicado também para o tratamento de segunda linha (depois da falha do tratamento inicial) do câncer de mama avançado em mulheres pós menopausa natural ou induzida, cuja doença progrediu após tratamento hormonal.

Aromasin também é indicado para o tratamento de terceira linha (depois da falha da segunda linha) do câncer de mama avançado em mulheres pós menopausa natural ou induzida cuja doença progrediu após múltiplos tratamentos hormonais.


Como Aromasin funciona?

Aromasin inibe o crescimento de tumores através do bloqueio da produção de estrogênio (hormônio feminino).

Aromasin não deve ser usado em pacientes com hipersensibilidade (alergia) conhecida ao exemestano ou a qualquer um de seus componentes.

Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres pré-menopausadas (antes da menopausa), em mulheres grávidas ou que estejam amamentando.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.

Pacientes adultas e idosas

A dose recomendada de Aromasin é uma drágea de 25 mg, uma vez ao dia, administrada preferencialmente após uma refeição.

Pacientes com câncer de mama inicial

O tratamento com Aromasin deve ser feito considerando o tempo de utilização de tamoxifeno e de Aromasin, até completar 5 anos de tratamento total, ou até que a doença volte ou que surja novo câncer na outra mama.

Pacientes com câncer de mama avançado

O tratamento com Aromasin deve ser mantido, até que a progressão do tumor seja evidente.

Pacientes com insuficiência renal ou hepática

Não são necessários ajustes posológicos em pacientes com insuficiência hepática ou renal.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.


O que devo fazer quando eu me esquecer de usar Aromasin?

Caso você esqueça de tomar Aromasin no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico.

Neste caso, não tome o medicamento em dobro para compensar doses esquecidas. O esquecimento da dose pode comprometer a eficácia do tratamento.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Você deve saber que Aromasin não deve ser utilizado em mulheres pré-menopausadas (antes da menopausa) e também não deve ser utilizado juntamente com medicamentos que contêm estrógenos (hormônio feminino), pelo risco de anular sua atividade. Aromasin pode causar diminuição da densidade mineral óssea (quantidade de mineral existente no osso).

Durante o tratamento adjuvante (auxiliar) com Aromasin, mulheres com osteoporose (diminuição progressiva da densidade óssea) ou com risco de osteoporose devem realizar avaliações da densidade mineral óssea por densitometria óssea (tipo de RX dos ossos) no início do tratamento.

Pacientes tratadas com Aromasin devem ser monitoradas cuidadosamente e o tratamento para osteoporose deve ser iniciado quando apropriado. Deve ser considerada avaliação de rotina a dosagem dos níveis de Vitamina D previamente ao uso de inibidores da aromatase, devido à alta prevalência de deficiência severa em mulheres com câncer de mama em estágio precoce. Mulheres com deficiência de vitamina D devem receber suplementação de vitamina D.

Evidências laboratoriais demonstraram que Aromasin é metabolizado por um tipo específico de enzima do fígado. Há o registro de um estudo que demonstrou que a inibição específica do CYP3A4 (enzima do fígado) pelo cetoconazol não demonstrou qualquer efeito significativo na farmacocinética (caminho que o medicamento faz no organismo desde a chegada até a eliminação) de Aromasin.

Não se pode excluir uma possível redução nos níveis de Aromasin no sangue provocada pelo uso simultâneo de medicamentos que estimulem o CYP3A4 (enzima do fígado). No entanto, embora tenha sido observado que a rifampicina, um forte estimulador do CYP3A4, possa alterar a farmacocinética de Aromasin, não se observou alteração da ação de Aromasin e, portanto, não se recomenda ajuste de dose.

Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova.

Este medicamento pode causar doping.

Informe seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.​

As reações adversas mais frequentemente relatadas incluíram rubor (vermelhidão), artralgia (dor nas articulações), fadiga (cansaço) e náusea (enjoo). As reações adversas relatadas estão listadas a seguir por frequências.

As frequências estão definidas como:

  • Muito comuns (ocorre em 10% ou mais dos pacientes que utilizam este medicamento);
  • Comuns (ocorre entre 1% e menos que 10% dos pacientes que utilizam este medicamento);
  • Incomuns (ocorre entre 0,1% e menos que 1% dos pacientes que utilizam este medicamento);
  • Rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).

Reações muito comuns

  • Depressão;
  • Insônia;
  • Cefaleia (dor de cabeça);
  • Tontura;
  • Rubor (vermelhidão);
  • Dor abdominal;
  • Náusea;
  • Aumento de enzimas hepáticas;
  • Aumento dos níveis séricos de bilirrubina;
  • Aumento dos níveis séricos de fosfatase alcalina;
  • Aumento do suor;
  • Dores articulares (nas juntas);
  • Musculoesqueléticas (inclui: artralgia e, menos frequentemente, dor em membros, osteoartrite (inflamação da articulação);
  • Lombalgia (dor nas costas, artrite, mialgia, rigidez articular);
  • Dor e fadiga.

Reações comuns

  • Anorexia (falta de apetite);
  • Síndrome do túnel do carpo (inflamação dos tendões do punho);
  • Vômito;
  • Diarreia;
  • Constipação (prisão de ventre);
  • Dispepsia (má digestão);
  • Alopecia (perda de cabelo);
  • Rash (erupção cutânea);
  • Fratura;
  • Osteoporose (diminuição da dureza dos ossos);
  • Edema periférico (inchaço nas extremidades do corpo).

Em pacientes com câncer de mama avançado: foi observada uma redução ocasional nos linfócitos (tipo de célula de defesa) em aproximadamente 20% das pacientes tratadas com Aromasin, particularmente em pacientes com linfopenia (diminuição do número de linfócitos no sangue) preexistente.

Entretanto, os valores médios dos linfócitos nessas pacientes não se modificaram significativamente no decorrer do tempo e não foi observado aumento correspondente nas infecções virais. Nos estudos em câncer de mama precoce, a frequência de eventos cardíacos isquêmicos (falta de sangue no coração) nos braços de tratamento com Aromasin e tamoxifeno foi 4,5% versus 4,2%, respectivamente.

Nenhuma diferença significativa foi observada para qualquer evento cardiovascular individual incluindo hipertensão (9,9% versus 8,4%), infarto do miocárdio (morte das células do músculo cardíaco devido à diminuição da quantidade de sangue/oxigênio) (0,6% versus 0,2%) e insuficiência cardíaca (incapacidade do coração bombear a quantidade adequada de sangue) (1,1% versus 0,7%).

Nos estudos em câncer de mama precoce, foi observada uma frequência levemente maior de úlcera gástrica (ferida no estômago) no braço tratado com Aromasin comparado com tamoxifeno (0,7% versus < 0,1%). A maioria das pacientes tratadas com Aromasin com úlcera gástrica recebeu tratamento concomitante com agentes anti-inflamatórios não esteroidais e/ou tinha um histórico prévio de doença péptica (no estômago).

Em experiência pós-comercialização foram observadas:

Distúrbios no sistema imunológico:

Incomum

Hipersensibilidade (reação alérgica).

Distúrbios no sistema nervoso:

Comum

Parestesia (dormência e formigamento).

Distúrbios hepatobiliares:

Raro

Hepatite, hepatite colestática.

Distúrbios na Pele e Tecido Subcutâneo

Comum

Urticária (alergia da pele), prurido (coceira).

Raro

Pustulose exantemática aguda generalizada.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

Capacidade de dirigir e operar máquinas

O efeito de Aromasin na habilidade de dirigir e operar máquinas ainda não foi sistematicamente avaliado. Aromasin pode comprometer a capacidade de dirigir e operar máquinas. Foi relatado tontura com o uso deste medicamento. Caso você apresente estes sintomas, sua capacidade física e/ou mental necessária para operar máquinas ou dirigir automóveis pode estar comprometida.

Gravidez e lactação

Aromasin não deve ser usado em mulheres que estão ou possam ficar grávidas, pois podem ocorrer danos ao feto. Não é conhecido se o Aromasin é excretado no leite materno. Aromasin não deve ser utilizado em mulheres que estejam amamentando.

Diabéticos

Atenção: este medicamento contém açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes.

Cada drágea de Aromasin contém:

25 mg de exemestano.

Excipientes: sílica coloidal hidratada, crospovidona, hipromelose, carbonato de magnésio, estearato de magnésio, manitol, celulose microcristalina, metilparabeno, macrogol 6000, polissorbato 80, álcool polivinílico, emulsão de simeticona, amidoglicolato de sódio, sacarose, dióxido de titânio, cera cetoestearílica, talco, cera de carnaúba, shellac, óxido férrico e óxido de titânio.

Não existe um antídoto específico e o tratamento deve ser sintomático. Em casos de superdose, descontinuar o uso de Aromasin e procurar auxílio médico.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Evidências in vitro demonstraram que o fármaco é metabolizado através do citocromo P450 (CYP) 3A4 e aldocetoredutases, não inibindo qualquer das principais isoenzimas do CYP. Em um estudo farmacocinético clínico, a inibição específica do CYP3A4 pelo cetoconazol não demonstrou qualquer efeito significativo na farmacocinética de Exemestano (substância ativa).

A coadministração com indutores do CYP3A4 (por exemplo, rifampicina, fenotoina, carbamazepina, fenobarbital, ou erva de São João) pode reduzir significativamente a exposição ao Exemestano (substância ativa).

Resultados de eficácia

Tratamento Adjuvante de Câncer de Mama Inicial

Em um estudo multicêntrico, randomizado, duplo-cego (Estudo de Intergrupo do Exemestano (substância ativa) [IES]), conduzido em 4724 pacientes na pós-menopausa com câncer de mama positivo para receptor de estrogênio ou com câncer de mama primário com status hormonal desconhecido, as pacientes que haviam permanecido livres da doença após receberem terapia adjuvante com tamoxifeno por 2 a 3 anos foram randomizadas para receber 3 a 2 anos de Exemestano (substância ativa) (25mg/dia) ou tamoxifeno (20 ou 30mg/dia) para completar um total de 5 anos de terapia hormonal.

Após um acompanhamento médio de 30,6 meses, foram relatados 449 eventos iniciais (recorrência local ou metastática, câncer de mama contralateral ou morte), sendo 183 no grupo de Exemestano (substância ativa) e 266 no grupo de tamoxifeno. Em três anos após a randomização, o risco relativo não ajustado no grupo de Exemestano (substância ativa) em comparação com o grupo de tamoxifeno foi de 0,68 (intervalo de confiança de 95%, 0,56 a 0,82; P<0.001 pelo teste de log-rank), o que representa uma redução de 32% do risco e que corresponde a um benefício absoluto, em termo de sobrevida livre de doença, de 4,7% (95% IC, 2,6 a 6,8). A sobrevida global l não foi significativamente diferente nos dois grupos, com 93 mortes reportadas no grupo de Exemestano (substância ativa) e 106 mortes no grupo de tamoxifeno. Efeitos tóxicos graves de Exemestano (substância ativa) foram raros. Câncer de mama contralateral ocorreu em 20 pacientes do grupo de tamoxifeno e 9 no grupo de Exemestano (substância ativa) (P=0,04). A sobrevida livre da doença após terapia com Exemestano (substância ativa) melhorou significativamente depois de dois ou três anos em comparação com os parâmetros de cinco anos de terapia com tamoxifeno.

Acompanhamento mediano de 35 meses

Após uma duração mediana de terapia de 27 meses e um período de acompanhamento mediano de 35 meses, os resultados demonstraram que o tratamento sequencial com Exemestano (substância ativa) após 2 a 3 anos de terapia adjuvante com tamoxifeno foi associado a uma melhora clínica e estatisticamente significativa da sobrevida livre de doença (SLD) em comparação com a continuidade da terapia com o tamoxifeno. A análise demonstrou que durante o período de estudo observado, o Exemestano (substância ativa) reduziu o risco de recorrência de câncer de mama em 31% em comparação ao tamoxifeno (razão de risco de 0,69; p = 0,00003). O efeito benéfico do Exemestano (substância ativa) sobre o tamoxifeno em relação à sobrevida livre de doença foi evidente independentemente do status nodal ou da utilização de quimioterapia anterior.

O Exemestano (substância ativa) também reduziu significativamente o risco de câncer de mama contralateral (razão de risco de 0,32, p = 0,0034) e prolongou significativamente a sobrevida livre de câncer de mama (razão de risco de 0,65, p < 0,00001) e a sobrevida livre de recorrência à distância (razão de risco de 0,70, p = 0,00083).

No momento da análise, a sobrevida global não foi significativamente diferente nos dois grupos, com 116 óbitos ocorrendo no grupo Exemestano (substância ativa) e 137 no grupo tamoxifeno (razão de risco de 0,86, p = 0,23).

Observou-se uma menor incidência de outros tipos de câncer (não de mama) primários diferentes em pacientes tratadas com o Exemestano (substância ativa) versus pacientes tratadas com o tamoxifeno (2,2% vs. 3,5%). 

Acompanhamento mediano de 52 meses

Após duração mediana de terapia de cerca de 30 meses e um período de acompanhamento mediano de 52 meses, os resultados demonstraram que o tratamento adjuvante sequencial com Exemestano (substância ativa) após 2 a 3 anos de tamoxifeno foi associado a uma melhora significativa do ponto de vista estatístico e clínico da sobrevida livre de doença (SLD) em comparação com a continuidade da terapia com o tamoxifeno. A análise demonstrou que durante o período de estudo observado, o Exemestano (substância ativa) reduziu o risco de recorrência de câncer de mama em 24% 

em comparação ao tamoxifeno (razão de risco de 0,76; p = 0,00015). O efeito benéfico do Exemestano (substância ativa) sobre o tamoxifeno em relação à sobrevida livre de doença foi evidente independentemente do status nodal ou de quimioterapia prévia.

O Exemestano (substância ativa) também reduziu significativamente o risco de câncer de mama contralateral (razão de risco de 0,57, p = 0,04158) e prolongou significativamente a sobrevida livre de câncer de mama (razão de risco de 0,76, p = 0,00041) e a sobrevida livre de recorrência à distância (razão de risco de 0,83, p = 0,02621).

Na população total do estudo, uma tendência para o aumento da sobrevida global foi observada no grupo tratado com Exemestano (substância ativa) (222 mortes) comparado com tamoxifeno (262 mortes) com razão de risco de 0,85 (teste log- rank: p = 0,07362), representando uma redução de 15% no risco de morte em favor do Exemestano (substância ativa). Entretanto, no subgrupo de pacientes com receptor de estrógeno positivo ou desconhecido, a razão de risco para a sobrevida global foi de 0,83 (teste log-rank: p = 0,04250), representando uma redução clínica e estatisticamente significativa de 17% no risco de morte.

Na população total estudada, uma redução estatisticamente significativa de 23% no risco de morte (razão de risco de sobrevida geral de 0,77; teste qui-quadrado de Wald: p = 0,0069) foi observada no grupo tratado com o Exemestano (substância ativa) comparado ao tamoxifeno quando ajustado para os fatores prognósticos pré-especificados (por exemplo, status do receptor de estrógeno, status nodal, quimioterapia prévia, uso de terapia de reposição hormonal e uso de bifosfonatos).

Uma incidência menor de outros tipos de tumores primários (não de mama) foi observada em pacientes tratados com Exemestano (substância ativa) comparado aos pacientes tratados apenas com tamoxifeno (3,6% vs. 5,3%).

Os resultados de um subestudo endometrial indicaram que, após 2 anos de tratamento, houve uma redução mediana na espessura endometrial de 33% nas pacientes tratadas com Exemestano (substância ativa) enquanto que nas pacientes tratadas com tamoxifeno não houve variação notável. A espessura endometrial, relatada no início do tratamento em estudo, foi revertida ao normal em 54% das pacientes tratadas com Exemestano (substância ativa). 

Acompanhamento mediano de 87 meses

Após duração mediana de terapia de cerca de 30 meses e um período de acompanhamento mediano de cerca de 87 meses, os resultados demonstraram que o tratamento sequencial com Exemestano (substância ativa) após 2 a 3 anos de terapia adjuvante com tamoxifeno foi associado a uma melhora significativa do ponto de vista estatístico e clínico da sobrevida livre de doença (SLD) em comparação com a continuidade da terapia com o tamoxifeno. A análise demonstrou que durante o período de estudo observado, o Exemestano (substância ativa) reduziu o risco de recorrência de câncer de mama em 16% em comparação ao tamoxifeno (razão de risco de 0,84, p = 0,002). O efeito benéfico do Exemestano (substância ativa) sobre o tamoxifeno em relação à sobrevida livre de doença foi evidente independentemente do status nodal ou de quimioterapia prévia.

O Exemestano (substância ativa) também prolongou significativamente a sobrevida livre de câncer de mama (razão de risco de 0,82, p = 0,00263) e a sobrevida livre de recorrência à distância (razão de risco de 0,85, p = 0,02425). O Exemestano (substância ativa) também reduziu o risco de câncer de mama contralateral, porém, o efeito não foi estatisticamente significativo (razão de risco de 0,74, p = 0,12983). Na população total do estudo, uma tendência para a melhora da sobrevida global foi observada no grupo tratado com Exemestano (substância ativa) (373 mortes) comparado com tamoxifeno (420 mortes), com razão de risco de 0,89 (teste log rank: p = 0,08972), representando uma redução de 11% no risco de morte em favor do Exemestano (substância ativa). Entretanto, no subgrupo de pacientes com receptor de estrógeno positivo ou desconhecido, a razão de risco de sobrevida global não ajustado foi de 0,86 (teste log-rank: p = 0,04262), representando uma redução clínica e estatisticamente significativa de 14% no risco de morte.

Na população total estudada, uma redução estatisticamente significativa de 18% no risco de morte (razão de risco de sobrevida geral de 0,82; teste qui-quadrado de Wald: p = 0,0082) foi observada no grupo tratado com o Exemestano (substância ativa) comparado ao tamoxifeno quando ajustado para os fatores prognósticos pré-especificados (por exemplo, status do receptor de estrógeno, status nodal, quimioterapia prévia, uso de terapia de reposição hormonal e uso de bifosfonatos).

Uma incidência menor de outros tipos de tumores primários (não de mama) foi observada em pacientes tratados com Exemestano (substância ativa) comparado aos pacientes tratados apenas com tamoxifeno (5,6% vs. 7,6%).

Resultados de um subestudo de osso indicam que o tratamento com Exemestano (substância ativa) por 2 a 3 anos, após 3 a 2 anos de tratamento com tamoxifeno aumentou a perda óssea durante o tratamento (% média de alteração da linha de base para densidade mineral óssea (DMO) em 36 meses: -3,37 [coluna], - 2,96 [total do quadril] para Exemestano (substância ativa) e -1,29 [coluna], -2,02 [total do quadril], para o tamoxifeno). Entretanto, até o final do período de acompanhamento houve diferenças mínimas entre os braços de tratamento na alteração da DMO da linha de base, com o braço do tamoxifeno apresentando uma redução final levemente maior na DMO em todos os locais (% média na alteração da linha de base para DMO em 24 meses pós-tratamento-2,17 [coluna], -3,06 [total do quadril] para Exemestano (substância ativa) e -3,44 [coluna], -4,15 [total do quadril] para o tamoxifeno).

Acompanhamento final de 119 meses

Após duração mediana de terapia de cerca de 30 meses e um período de acompanhamento mediano de 119 meses, os resultados demostraram que o tratamento sequencial com Exemestano (substância ativa) após 2 a 3 anos de terapia adjuvante com tamoxifeno foi associado a uma melhora clinicamente e estatisticamente significativa na sobrevida livre de doença (SLD) em comparação com a continuidade da terapia com tamoxifeno. A análise demostrou que durante o período de estudo observado, o Exemestano (substância ativa) reduziu o risco de recorrência do câncer de mama em 14% em comparação ao tamoxifeno (razão de risco de 0,86, p = 0,00393). O efeito benéfico do Exemestano (substância ativa) sobre o tamoxifeno em relação à sobrevida livre de doença foi evidente independentemente do status nodal ou quimioterapia prévia.

O Exemestano (substância ativa) também prolongou significativamente a sobrevida livre de câncer de mama (razão de risco 0,83, p <0,00152) e sobrevida livre de recorrência à distância (razão de risco 0,86, p = 0,02213). O Exemestano (substância ativa) também reduziu o risco de câncer de mama contralateral; porém, o efeito não foi mais estatisticamente significativo (razão de risco de 0,75, p = 0,10707).

Na população total do estudo, a sobrevida global não foi estatisticamente diferente entre os dois grupos com 467 óbitos (19,9%) ocorrendo no grupo Exemestano (substância ativa) e 510 óbitos (21,5%) no grupo tamoxifeno (razão de risco 0,91, p = 0,15737, não ajustado para testes múltiplos). Entretanto, para o subgrupo de pacientes com receptor de estrógeno positivo ou desconhecido, a razão de risco para a sobrevida global não ajustada foi de 0,89 (teste logrank: p = 0,07881), representando uma redução clinicamente e estatisticamente significativa de 11% no risco de morte no grupo Exemestano (substância ativa) em relação ao grupo tamoxifeno.

Na população total estudada, uma redução estatisticamente significativa de 14% no risco de morte (razão de risco de sobrevida geral de 0,86, teste qui-quadrado de Wald: p = 0,0257) foi observada para Exemestano (substância ativa) em comparação com tamoxifeno ao ajustar os fatores prognósticos pré-especificados (por exemplo, status do receptor de estrógeno, status nodal, quimioterapia prévia, uso de terapia de reposição hormonal e uso de bifosfonatos). Uma incidência menor de outros tipos de tumores primários (não de mama) foi observada em pacientes tratados com Exemestano (substância ativa) comparado aos pacientes tratados apenas com tamoxifeno (9,9% vs. 12,4%).

Tratamento de Câncer de Mama Avançado

Em um estudo de fase III conduzido pelo EORTC (European Organization for Research on Treatment of Cancer), o Exemestano (substância ativa) foi comparado ao tamoxifeno no tratamento de primeira linha no câncer de mama avançado. Os resultados indicam que as pacientes do grupo tratado com Exemestano (substância ativa) apresentaram uma maior sobrevida livre de progressão (SLP) comparado ao tamoxifeno (9,9 meses vs. 5,8 meses) com uma razão de risco de 0,84 em favor do Exemestano (substância ativa) (p = 0,028 pelo teste de Wilcoxon; p = 0,121 pelo teste de log-rank). Pacientes tratados com Exemestano (substância ativa) também tiveram uma maior taxa de resposta objetiva tumoral comparada ao tamoxifeno (44% vs. 31%).

Em um estudo clínico controlado, randomizado, revisado por pares de segunda linha de tratamento, o Exemestano (substância ativa) na dose diária de 25mg demonstrou um prolongamento estatisticamente significativo da sobrevida, do tempo para progressão do tumor (TPT), do tempo para falha do tratamento (TFT) em comparação com um tratamento hormonal padrão com acetato de megestrol em pacientes na pós-menopausa com câncer de mama avançado que apresentaram progressão após, ou durante, o tratamento com tamoxifeno tanto como terapia adjuvante como no tratamento de primeira linha para doença avançada.

Em uma análise de 371 pacientes em 79 locais (182 pacientes no grupo Exemestano (substância ativa) e 189 pacientes no grupo tamoxifeno) ambos os tratamentos foram bem tolerados sem grande toxicidade. A taxa de resposta global foi maior para Exemestano (substância ativa) do que para o tratamento com tamoxifeno (46% v. 31% odds ratio = 1,85; 95% IC; 1,21 a 2,82; P=0,005). A mediana de sobrevida livre de progressão (PFS) foi maior com Exemestano (substância ativa) (9,9 meses; IC 95%, 8,7 a 11,8 meses) do que com tamoxifeno (5,8 meses; 95% IC, 5,3 para 8,1 meses). No entanto, essas primeiras diferenças (Wilcoxon P = 0,028) não se traduziu como um benefício a longo prazo na PFS, que era o endpoint primário do estudo. Também não houve diferença na sobrevida entre os dois braços do estudo. O Exemestano (substância ativa) é um tratamento hormonal de primeira linha eficaz e bem tolerado para mulheres na menopausa com câncer de mama metastático.

Outro estudo avaliou 693 mulheres distribuídas aleatoriamente para tratamento com fulvestranto (n = 351) ou Exemestano (substância ativa) (n = 342). Aproximadamente 60% das pacientes receberam pelo menos duas endocrinoterapias prévia. O tempo médio de progressão foi de 3,7 meses em ambos os grupos (taxa de risco = 0,963; 95% IC; 0,819 a 1,133; P = 0,6531). A taxa global de resposta entre fulvestranto e Exemestano (substância ativa) foi relativamente similar (7,4% v 6,7%; P = 0,736) e taxa de benefício clínico (32,2% v 31,5%; P = 0,853) respectivamente. A duração media do benefício clínico foi de 9,3 e 8,3 meses, respectivamente. Ambos os tratamentos foram bem tolerados, sem diferença significativa na incidência de evento adverso ou qualidade de vida. O fulvestranto e Exemestano (substância ativa) são igualmente ativos e bem tolerados numa porção significativa de mulheres na menopausa com câncer de mama avançado que apresentaram progressão ou recorrência da doença durante tratamento com inibidor da aromatase não esteroidal. 

Em outro estudo, 60 pacientes que receberam anteriormente dois tratamentos hormonais foram avaliadas. A resposta do tumor foi atingida em 12 (20%) das pacientes (95% CI; 9,6 - 30,4). O benefício clínico global foi de 38,3% (95% IC; 21,2 – 49,3), e a duração média da resposta do tumor foi de 20 meses (variação 9 - 26). O tempo médio para óbito (95% IC, 16,14 – 18,66). O Exemestano (substância ativa) representou uma opção de tratamento ativo e bem tolerado em pacientes com câncer de mama avançado que receberam hormonioterapia padrão de primeira e segunda linha. Ao estender a sequência de terapia hormonal, a progressão da doença e a necessidade de quimioterapia podem ser significativamente atrasadas.

O Exemestano (substância ativa) foi administrado como terapia hormonal de terceira linha em mulheres pós-menopausadas com metástase refratária ao tamoxifeno e acetato de megestrol. Noventa e uma pacientes foram tratadas. Ocorreram 4 respostas completas (CR) e 8 respostas parciais (PR), para uma taxa de resposta objetiva de 13% em toda a população tratada. A taxa de sucesso global (CR, PR, ou doença estável [SD] >/= 24 semanas) foi de 30%. A duração media da resposta e sucesso global foi de 9 e 8 meses, respectivamente. A maioria das pacientes com CR/PR (83%; 10 dos 12 pacientes) e SD >/= 24 semanas (80%; 12 dos 15 pacientes) apresentaram melhora ou estabilizaram em relação aos sinais e sintomas relacionados ao tumor. O Exemestano (substância ativa) é uma terapia hormonal ativa e de terceira linha bem tolerada que representa uma nova opção de tratamento para pacientes com câncer de mama avançado na pós-menopausa que se tornou refratária as terapias hormonais padrões de primeira e segunda linha. 

Características farmacológicas

Propriedades farmacodinâmicas

Grupo farmacoterapêutico: inibidores esteroidais da aromatase; agente antineoplásico.

O Exemestano (substância ativa) é um inibidor irreversível da aromatase esteroidal, relacionado estruturalmente com o substrato natural androstenediona. Em mulheres pós-menopausadas, o estrógeno é produzido principalmente a partir da conversão de andrógeno em estrógeno por ação da enzima aromatase nos tecidos periféricos. A privação estrogênica por inibição da aromatase é um tratamento eficaz e específico do câncer de mama hormônio dependente em mulheres pós-menopausadas. Em mulheres pós-menopausadas, o Exemestano (substância ativa) reduziu significativamente as concentrações séricas de estrógenos, a partir de uma dose de 5mg atingindo a supressão máxima (> 90%) com uma dose de 10 - 25mg. Em pacientes pós-menopausadas com câncer de mama tratadas com doses diárias de 25mg, a aromatização em todo o corpo foi reduzida em 98%.

O Exemestano (substância ativa) não possui atividade progestagênica ou estrogênica. Foi observada uma discreta atividade androgênica, provavelmente em virtude do derivado 17-hidro, principalmente em doses elevadas. Nos estudos de doses múltiplas diárias, o Exemestano (substância ativa) não produziu efeitos detectáveis na biossíntese de cortisol ou de aldosterona pela suprarrenal, medida antes ou após a provocação por ACTH, demonstrando assim sua seletividade em relação a outras enzimas envolvidas na via esteroidogênica. Estes achados indicam que a reposição de glicocorticoides ou de mineralocorticoides não é garantida.

Um discreto aumento não dependente da dose dos níveis séricos de LH e de FSH foi observado mesmo em baixas doses. Esse efeito, entretanto, é esperado para a classe farmacológica e provavelmente resulta do feedback na hipófise em virtude da redução dos níveis de estrógenos que estimulam a secreção hipofisária de gonadotrofinas (também em mulheres pós-menopausadas). 

Propriedades farmacocinéticas

Absorção

Após a administração oral das drágeas de Exemestano (substância ativa), o fármaco é rapidamente absorvido. A fração da dose absorvida pelo trato gastrintestinal é alta. A biodisponibilidade absoluta em humanos é desconhecida, embora esteja previsto que seja limitada por um amplo efeito de primeira passagem. Um efeito similar resultou em uma biodisponibilidade absoluta em ratos e cães de 5%. Após a administração de uma dose única de 25mg, são obtidos picos plasmáticos máximos de 17 ng/mL dentro de 2 horas. A farmacocinética do Exemestano (substância ativa) é linear, independente do tempo e não demonstra um acúmulo inesperado com a administração repetida. A meia-vida de eliminação terminal do Exemestano (substância ativa) é de aproximadamente 24 horas. A administração concomitante com alimentos aumenta a biodisponibilidade do Exemestano (substância ativa) em aproximadamente 40%.

Distribuição

O volume de distribuição do Exemestano (substância ativa), não corrigido para a biodisponibilidade oral (V/F), é de cerca de 20.000 L. A ligação às proteínas plasmáticas é de 90% e não depende da concentração.

O Exemestano (substância ativa) e seus metabólitos não se ligam às hemácias.

Metabolismo e Excreção

O Exemestano (substância ativa) é metabolizado por oxidação da porção metileno na posição 6 pela CYP3A4 e/ou redução do grupo 17-ceto pela aldocetoredutase seguida por conjugação. O clearance do Exemestano (substância ativa) não corrigido para a biodisponibilidade oral (CL/F) é de cerca de 500 L/h. Os metabólitos do Exemestano (substância ativa) são inativos ou demonstram uma inibição acentuadamente menor da aromatase do que o composto mãe. Após a administração de uma dose de Exemestano (substância ativa) radiomarcado com 14C, quantidades aproximadamente iguais (cerca de 40%) de radioatividade derivada do fármaco foram eliminadas na urina e fezes em 1 semana. Entre 0,1% a 1% da dose radioativa foi excretada na urina como Exemestano (substância ativa) radiomarcado com 14C inalterado. 

Populações especiais

Idade

Não se observou correlação significativa entre a exposição sistêmica ao Exemestano (substância ativa) e a idade dos indivíduos.

Insuficiência renal

Em pacientes com insuficiência renal grave (Clcr < 30 mL/min) a exposição sistêmica ao Exemestano (substância ativa) foi 2 vezes maior em comparação com voluntários sadios.

Devido ao perfil de segurança do Exemestano (substância ativa), nenhum ajuste de dose é necessário.

Insuficiência hepática 

Em pacientes com insuficiência hepática moderada ou grave, a exposição ao Exemestano (substância ativa) é 2-3 vezes maior em comparação a voluntários sadios. Devido ao perfil de segurança do Exemestano (substância ativa), nenhum ajuste de dose é necessário.

Dados de segurança pré-clínicos

Toxicidade aguda

A toxicidade aguda do Exemestano (substância ativa) oral é baixa com DL50 em roedores >2000mg/kg e o composto foi bem tolerado em cães na dose de até 1000mg/kg.

Toxicidade crônica

Nos estudos de toxicidade de doses repetidas, os níveis sem efeitos tóxicos após um ano de tratamento foram 50mg/kg/dia em ratos e 30mg/kg/dia em cães, o que proporcionou uma exposição sistêmica aproximadamente 3 a 6 vezes maior em comparação a exposição em humanos a 25mg/dia. Em todas as espécies testadas e em ambos os sexos, ocorreram efeitos nos órgãos reprodutores e acessórios, que foram relacionados à atividade farmacológica do Exemestano (substância ativa). Foram observados outros efeitos toxicológicos (no fígado, rins ou sistema nervoso central) apenas em exposições consideradas suficientemente acima da exposição máxima em humanos indicando pouca relevância para o uso clínico.

Mutagenicidade

O Exemestano (substância ativa) não foi genotóxico em bactérias (teste de Ames), em células de hamster chinês V79, em hepatócitos de ratos ou no ensaio de micronúcleo de camundongos. Embora o Exemestano (substância ativa) seja clastogênico em linfócitos in vitro, ele não foi clastogênico em 2 estudos in vivo.

Carcinogenicidade

Em um estudo de carcinogenicidade de 2 anos conduzido com ratas, não foi observado tumor relacionado ao tratamento. Em ratos machos, o estudo foi encerrado na Semana 92, devido à morte precoce por nefropatia crônica. Em um estudo de carcinogenicidade de 2 anos em camundongos, foi observado um aumento da incidência de neoplasias hepáticas em ambos os sexos nas doses intermediárias e altas (150 e 450mg/kg/dia). Este achado foi considerado relacionado à indução de enzimas microssomais hepáticas, um efeito observado em camundongos, porém não observado nos estudos clínicos.

Um aumento na incidência de adenomas tubulares renais também foi observado em camundongos machos com dose alta (450mg/kg/dia). Esta alteração é considerada espécie e sexo específica e ocorreu em uma dose que representa uma exposição 63 vezes maior do que a que ocorre com a dose terapêutica humana. Não foram observados efeitos clinicamente relevantes no tratamento de pacientes com Exemestano (substância ativa).

Toxidade reprodutiva

Em estudos de reprodução animal em ratos e coelhos, o Exemestano (substância ativa) foi embriotóxico, fetotóxico e abortivo.

Quando os ratos foram administrados com Exemestano (substância ativa) a partir de 14 dias antes do acasalamento até os dias 15 ou 20 da gestação e retomando para os 21 dias de lactação, um aumento no peso da placenta foi observado em 4 mg/kg/dia (aproximadamente 1,5 vezes a dose diária humana recomendada em uma base demg/m2). Aumento de reabsorções, redução do número de fetos vivos, diminuição do peso fetal, ossificação retardada, gestação prolongada e trabalho de parto anormal ou difícil foram observados em doses iguais ou superiores a 20mg/kg/dia (aproximadamente 7,5 vezes a dose diária recomendada para o ser humano em uma base demg / m2).

As doses diárias de Exemestano (substância ativa) administradas em coelhos durante a organogênese provocaram uma diminuição do peso da placenta em 90mg/kg/dia (aproximadamente 70 vezes a dose diária humana recomendada, em uma base demg/m2) e, na presença de toxicidade materna, abortos, um auumento nas reabsorções e uma redução do peso corporal fetal foram observados em 270mg/kg/dia (aproximadamente 210 vezes a dose humana recomendada em uma base demg/m2). Não foram observadas malformações quando o Exemestano (substância ativa) foi administrado a ratas grávidas ou coelhos durante o período de organogênese em doses até 810 e 270mg/kg/dia, respectivamente (aproximadamente 320 e 210 vezes a dose humana recomendada em uma basemg/m2, respectivamente).

Aromasin deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30oC).

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento:

Drágeas redondas, biconvexas, de cor esbranquiçada a levemente acinzentada, com cerca de 6 mm de diâmetro impressos com os número 7663 em um dos lados em tinta preta.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Venda sob prescrição médica.

MS – 1.0216.0141
Farmacêutica Responsável:
Carolina C. S. Rizoli - CRF No 27071.

Registrado e Importado por:
Laboratórios Pfizer Ltda.
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Fabricado e Embalado por:
Pfizer Italia S.r.l. Ascoli Piceno - Itália.

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