Arnica Montana D1 - Almeida Prado Icone para ediçãoIcone de Enomear Icone de Excluir

Para que serve

Ferimentos, contusões, hematomas, inflamação superficial de veias com formação de coágulos e picadas de insetos.

Alergia à flor de arnica ou à outras plantas da família Asteraceae.

Arnica Montana (substância ativa) é apresentado na forma de gel, de cor castanho-amarelado e odor característico.

Aplicar o produto massageando suavemente a região afetada, previamente higienizada, várias vezes ao dia.

Siga corretamente o modo de usar. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação médica ou de seu cirurgião-dentista.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Em caso de hipersensibilidade ao produto, recomenda-se descontinuar o uso e consultar o médico.

Uso externo.

Evitar o contato com mucosas e área dos olhos. Caso isto ocorra, lavar com água em abundância.

Este produto deve ser aplicado na pele íntegra, sem feridas abertas.

De acordo com a categoria de risco de fármacos destinados às mulheres grávidas, este fitoterápico apresenta categoria de risco C.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco

Uso adulto. Não existem recomendações específicas para o uso de Arnica Montana (substância ativa) em pacientes idosos e outros grupos de risco.

O uso tópico de produtos contendo arnica, em pacientes com pele bastante sensível, pode provocar inchaço, irritação e inflamação com o aparecimento de bolhas.

Ainda não foram relatados casos de interações medicamentosas para o uso deste fitoterápico em preparações tópicas.

Características Farmacológicas


Arnica Montana (substância ativa) é constituído pela tintura de arnica, padronizada em lactonas sesquiterpênicas calculadas como helenalina.

A helenalina é considerada um dos princípios ativos da planta.

A atividade antiinflamatória, exercida pelas lactonas sesquiterpênicas, ocorre principalmente pela supressão da síntese de prostaglandinas, através da inibição da enzima prostaglandina sintetase. Além disso, as lactonas sesquiterpênicas evidenciaram efeito antieczematoso pelo bloqueio da fosforilação oxidativa dos polimorfonucleares, ao mesmo tempo em que impedem a ruptura das membranas lisossomais. São documentadas ainda, atividades analgésicas e anti-sépticas, atribuídas à helenalina.

A atividade deste fitoterápico é comprovada através de diversos estudos realizados tanto em animais quanto em seres humanos.

*Não use medicamentos sem o conhecimento do seu médico, pode ser perigoso para a sua saúde.
*As informações aqui divulgadas não deverão ser utilizadas como substituto de prescrição médica para o tratamento de qualquer doença.