Apevinat Icone para ediçãoIcone de Enomear Icone de Excluir

Para que serve

Este medicamento é indicado como estimulante do apetite, para pacientes que apresentam falta de apetite.

Como o Apevinat funciona?


O medicamento Apevinat BC é formado por uma associação entre o cloridrato de ciproeptadina, vitaminas do complexo B e vitamina C. O componente cloridrato de ciproeptadina é responsável pela ação estimulante do apetite, enquanto as vitaminas presentes na formulação do medicamento são importantes para a correção de deficiência destas vitaminas, frequentemente observadas em pacientes com perda de apetite.

Este medicamento não deve ser utilizado por pacientes com glaucoma (aumento da pressão interna dos olhos), predisposição à retenção urinária, portadores de úlcera péptica (no estômago ou intestino) estenosante ou obstrução piloro-duodenal (entre estômago e intestino), hipertrofia prostática (aumento do tamanho da próstata) e obstrução do colo vesical.

Também é contraindicado para pessoas em ataque agudo de asma e que apresentam hipersensibilidade (alergia) à ciproeptadina.

Este medicamento é contraindicado para menores de 7 anos.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação do médico ou do cirurgião-dentista.

Atenção diabéticos: contém açúcar.

Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

Uso oral.

Ingerir 5 mL do xarope, 3 vezes ao dia, de meia a uma hora antes das refeições.

Utilizar apenas a via oral. O uso deste medicamento por outra via, que não a recomendada, pode causar a perda do efeito esperado ou mesmo provocar danos à saúde.

Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

Nos casos de grave perda de apetite, suas causas devem ser pesquisadas, com o objetivo de excluir a possibilidade de outras doenças graves.

Em tratamentos prolongados, a contagem de células sanguíneas deve ser monitorada.

Atenção diabéticos: contém açúcar.

Interações medicamentosas

Quando utilizados concomitantemente, os inibidores da monoaminoxidase prolongam e intensificam os efeitos anticolinérgicos dos anti-histamínicos, como o cloridrato de ciproeptadina.

Este medicamento não deve ser administrado concomitantemente a bebidas alcoólicas ou outros depressores do Sistema Nervoso Central.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Os efeitos colaterais relatados com maior frequência são sonolência e letargia (sono profundo e duradouro). A sonolência, quando ocorre, é comum no início do tratamento e desaparece 3 a 4 dias de administração contínua do medicamento.

Também podem ocorrer secura da boca e das mucosas, tontura, desmaio, cefaleia (dor de cabeça), náuseas (enjoo) e manifestações alérgicas cutâneas.

Além disso, o uso deste medicamento pode ocasionar, ainda que raramente, fadiga (cansaço), distúrbios de coordenação, tremor, insônia (alteração ou ausência de sono), vômitos e estimulação do Sistema Nervoso Central, que se manifesta com nervosismo, inquietude, agitação, irritabilidade, confusão e alucinações visuais.

Foram relatadas também a ocorrência de mal-estar epigástrico (região superior do abdômen), diarreia, palpitações, parestesias (distúrbios de sensibilidade), visão turva e trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas).

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

Gravidez

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação do médico ou do cirurgião-dentista.

Dirigir ou operar máquinas

Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

Apresentações

Cartucho contendo frasco de vidro âmbar com 200 ml do xarope.

Forma farmacêutica:

Xarope

Concentração dos princípios ativos:

Cloridrato de ciproeptadina 0,800 mg/ml (equivalente a 0,71 mg de ciproeptadina/ml) + cloridrato de tiamina 0,120 mg/ml (equivalente a 0,09 mg de tiamina/ml) + fosfato sódico de riboflavina 0,200 mg/ml (equivalente a 0,15 mg de riboflavina/ml) + nicotinamida 1,334 mg/ml + cloridrato de piridoxina 0,134 mg/ml (equivalente a 0,11 mg de piridoxina/ml) + ácido ascórbico 4,334 mg/ml.

Uso oral.

Uso pediátrico de 7 a 14 anos.

Composição

Cada mL do xarope contém:

Cloridrato de ciproeptadina (equivalente a 0,71 mg de ciproeptadina)

0,800 mg

Cloridrato de tiamina (equivalente a 0,09 mg de tiamina)

0,120 mg

Fosfato sódico de riboflavina (equivalente a 0,15 mg de riboflavina)

0,200 mg

Nicotinamida

1,334 mg

Cloridrato de piridoxina (equivalente a 0,11 mg de piridoxina)

0,134 mg

Ácido ascórbico

4,334 mg

Veículo* q.s.p.

1 mL

* Citrato de sódio, ciclamato de sódio, metilparabeno, propilparabeno, propilenoglicol, aroma de cereja, aroma de caramelo, sacarose e água purificada.

A administração de altas doses e por períodos prolongados de piridoxina (vitamina B6) pode levar ao aparecimento de síndrome de neuropatia sensorial, que inclui sintomas como alterações de sensibilidade, fraqueza muscular, dor óssea, contrações musculares involuntárias e dormência nas extremidades.

Em casos da ingestão de altas dosagens, recomenda-se promover a indução do vômito, com o uso de ipeca, caso isto ocorra naturalmente. Se, mesmo assim, o paciente não vomitar, deve ser realizada lavagem gástrica.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

As seguintes interações medicamentosas são possíveis de ocorrer

Pacientes que estiverem fazendo uso de antidepressivos tricíclicos ou fenotiazínicos podem ter necessidade aumentada de vitamina B2.

A probenecida diminui a absorção gastrintestinal da vitamina B2. A vitamina B6 pode reduzir os níveis séricos da fenitoína e fenobarbital. Pode também reverter os efeitos antiparkinsonianos da levodopa; o mesmo não ocorre com a associação carbidopalevodopa.

Os medicamentos contendo cloranfenicol, ciclofosfamida, ciclosporina, clorambucila, corticotrofina, mercaptopurina, isoniazida ou penicilina podem causar anemia ou nefrite periférica por sua ação antagônica à piridoxina. Os estrogênios ou anticoncepcionais podem aumentar as necessidades de piridoxina.

As interações com a vitamina C são

O uso simultâneo de barbitúricos ou primidona pode aumentar a excreção de ácido ascórbico na urina. O uso crônico ou em doses elevadas com dissulfiram pode interferir na interação dissulfiram-álcool. A acidificação da urina produzida pelo uso de grandes doses de ácido ascórbico pode acelerar a excreção renal do mexitelina. A prescrição conjunta com salicilatos aumenta a excreção urinária de ácido ascórbico.

De acordo com a categoria de risco destinado a mulheres grávida, este medicamento apresenta risco C.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Atenção: Este medicamento contém Açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Características farmacológicas

Ciproeptadina (substância ativa) inclui diversas vitaminas, indispensáveis para a bioquímica do organismo. Reunidas sob a forma de produtos farmacêuticos, podem ser empregadas tanto para correção de deficiência alimentares, revertendo as manifestações carenciais, como no âmbito preventivo, em algumas condições que apresentam necessidades aumentadas de vitaminas. O seu efeito se faz sentir de maneira progressiva.

Vitamina B1 (tiamina)

Combina-se com o trifosfato de adenosina (ATP), formando assim pirofosfato de tiamina, que atua como coenzima da descarboxilação de alfacetoácidose é essencial para o metabolismo de carboidratos. É utilizada na forma de nitrato ou cloridrato. É rapidamente absorvida do trato gastrintestinal, principalmente no duodeno, exceto nas síndromes de má absorção; o álcool inibe sua absorção. A absorção máxima, por via oral, é de 8 a 15 mg por dia.

Sofre biotransformação hepática. Não produz efeitos tóxicos quando administrada por via oral e o excesso é excretado rapidamente pela urina. É eliminada pela urina, quase inteiramente (80 a 96%) como metabólitos; o excesso é excretado nas formas íntegras e de metabólitos, também pela urina.

Vitamina B2 (riboflavina)

É transformada na mucosa intestinal em flavinamononucleotídeo (FMN) que, no fígado, é convertida à flavina adenina dinucleotídeo (FAD). FMN e FAD atuam como coenzimas, que são necessárias para a respiração tecidual normal. A riboflavina participa também da ativação da piridoxina e conversão do triptofano em ácido nicotínico. Pode estar compreendida na manutenção da integridade dos eritrócitos. É rapidamente absorvida do trato gastrintestinal, principalmente no duodeno; o álcool inibe sua absorção intestinal.

A riboflavina e seus metabólitos são distribuídos a todos os tecidos orgânicos e ao leite: pequena quantidade é absorvida no fígado, baço, rins e coração. Sua ligação a proteínas é moderada (60%). Sofre biotransformação, dando flavinamononucleotídeo na mucosa intestinal; esta, no fígado, se converte em flavina adenina dinucleotídeo. A meia-vida, após a administração oral é de 66 a 84 minutos. É eliminada pela urina, quase inteiramente como metabólitos; o excesso é excretado, em grande parte na forma íntegra, pela urina; pequena porção é excretada pelas fezes.

Vitamina B6

Nos eritrócitos é convertida ao fosfato de piridoxal e, em proporção menor, fosfato de piridoxamina, que atuam como coenzimas para diversas funções metabólicas que afetam a utilização de proteínas, lipídeos e carboidratos. No metabolismo de proteínas, participa da conversão de triptofano a ácido nicotínico ou serotonina; e desaminação, descarboxilação, transaminação e transulfuração de aminoácidos. No metabolismo de carboidratos, é responsável pela degradação do glicogênio a glicose-1-fosfato.

Participa também da síntese do ácido aminobutírico (GABA) dentro do sistema nervoso central e síntese do heme, bem como da conversão do oxalato à glicina. Como antídoto, a piridoxina aumenta a excreção de certos fármacos (isoniazida, por exemplo) que atuam como seus antagonistas. É também chamada de piridoxina. É rapidamente absorvida do trato gastrintestinal, principalmente no jejuno, exceto em síndromes de má absorção. A piridoxina não se liga às proteínas plasmáticas; o fosfato de piridoxal liga-se totalmente às proteínas plasmáticas. Armazena-se no fígado, principalmente com quantidades menores nos músculos e no cérebro.

Sobre biotransformação hepática, degradando-se à ácido 4-piridóxido. A meia-vida é de 15 a 20 dias. É eliminada pela urina, quase que inteiramente como metabólitos; o excesso, que não é aproveitado, é excretado pela urina, grandemente na forma íntegra. A nicotinamida não apresenta atividade anti-hiperlipidêmica. Tampouco é vasodilatadora.

A nicotinamida é componente de duas coenzimas: nicotinamida adenina dinucleotídeo (NAD) e nicotinamida adenina dinucleotídeo fosfato (NADP). Estas coenzimas são necessárias para a respiração tecidual, glicogenólise e metabolismo de lipídeos, aminoácidos, proteínas e purinas. Corresponde à amina do ácido nicotínico. É também chamada de niacinamida. É usada no organismo como fonte de ácido nicotínico.

Vitamina C

Corresponde ao ácido L-ascórbico. Usada também como sal sódico ou cálcico. Atua como coenzima e, sob determinadas condições, como agente redutor e antioxidante. Direta ou indiretamente fornece elétrons a enzimas que requerem íons metálicos reduzidos. Age como cofator para prolil e lisil hidroxilases na biossíntese do colágeno. Participa também do metabolismo de ácido fólico, fenilalanina, tirosina, ferro, histamina, norepinefrina e alguns sistemas enzimáticos de fármacos, bem como da utilização de carboidratos; da síntese de lipídios, proteínas e carnitina; da função imune; da hidroxilação da serotonina; e da preservação da integridade dos vasos sanguíneos.

É indicado na profilaxia e tratamento da deficiência da vitamina C, que se produz como resultado de uma nutrição inadequada. É rapidamente absorvida do trato gastrintestinal (jejuno); a absorção pode ser reduzida com doses altas. Baixa ligação às proteínas plasmáticas - 25%. Encontra-se presente no plasma e células e as maiores concentrações se apresentem no tecido glandular. Sofre biotransformação hepática, sendo reversivelmente oxidado a ácido desidroascórbico; parte é biotransformada a ascorbato-2-sulfato, que é inativo, e ácido oxálico. Atravessa a barreira placentária e é excretado pelo leite. Sua eliminação é renal, a maior parte na forma de metabólitos. É removível por hemodiálise.

Conservar em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30 ºC). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aspectos físicos

Apevinat BC é apresentado sob a forma de líquido viscoso, de coloração amarela e odor característico.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

M.S.: 1.4493.0019

Farmacêutica Responsável:
Letícia Mello Rechia – CRF/SC 6967.

Airela Indústria Farmacêutica Ltda.
Rodovia SC 440, Km 1, nº 500 – Bairro: Ilhota.
Pedras Grandes – Santa Catarina – CEP 88720-000.
CNPJ: 01.858.973/0001-29.
Indústria brasileira.

Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas procure orientação médica.

*Não use medicamentos sem o conhecimento do seu médico, pode ser perigoso para a sua saúde.
*As informações aqui divulgadas não deverão ser utilizadas como substituto de prescrição médica para o tratamento de qualquer doença.