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Para que serve

Este medicamento é um coadjuvante destinado ao tratamento do alcoolismo crônico.


Como o Antietanol Funciona?

O Antietanol previne que você ingira bebida alcoólica pelo conhecimento prévio das reações desagradáveis que podem ocorrer (rubor, vermelhidão, náusea, vômito, queda da pressão, taquicardia).

Antietanol não deve ser utilizado nos seguintes casos:

Pacientes que ingeriram nas últimas 24 horas álcool ou preparados contendo álcool, paraldeído e metronidazol. Moléstia miocárdica grave (doença grave do coração) ou oclusão coronária (fechamento de uma artéria do coração). Psicoses exógenas (perda da realidade).

Este medicamento é contraindicado aos indivíduos com alergia ao dissulfiram ou outros tiuranos e a qualquer componente da fórmula.

Embora não seja tóxico, Antietanol é contraindicado caso você seja portador de diabetes mellitus, epilepsia, tireotoxicoses (síndrome clínica resultante de níveis elevados de hormônio da tireoide), nefrites (inflamação dos rins) agudas e crônicas, cirrose (processo inflamatório crônico do fígado) ou insuficiência hepática (redução grave da função do fígado), disfunção das coronárias (redução grave da função das coronárias do coração), insuficiência cardíaca (condição em que o coração é incapaz de bombear sangue suficiente para satisfazer as necessidades do corpo), dependência de drogas, esteja tomando fenitoína, varfarina, isoniazida ou nitritos.

Antietanol somente poderá ser administrado se você estiver em estado de intoxicação alcoólica, com seu total conhecimento. O médico deverá lhe informar a respeito da reação dissulfiram/álcool, orientando-o contra o uso indiscriminado de álcool durante o tratamento e de suas possíveis consequências; inclusive você deve ser alertado quanto ao uso de preparados alcoólicos, molhos e temperos, vinagres e outros incrementos alimentícios, como também loções pós barba ou outros preparados de higiene contendo álcool. Você deve ser também alertado desses possíveis efeitos mesmo após 14 dias do uso do medicamento.

O médico deverá lhe orientar sobre a intensidade da reação dissulfiram/álcool que é variável de indivíduo para indivíduo, proporcionalmente às quantidades de Antietanol e álcool ingeridas. Reações leves podem ocorrer em indivíduos sensíveis que apresentam pequenas concentrações sanguíneas de álcool entre 5 e 10 mg por 100 mL. Os sintomas são mais intensos a 50 mg de álcool por 100 mL e a inconsciência é ocasionada frequentemente de 125 mg a 150 mg por 100 mL. A duração das reações varia entre 30 e 60 minutos, ou até mesmo horas, em casos mais graves de acordo com a eliminação do álcool.

Cartão de identificação:

Sugerimos que todos os pacientes sob tratamento tragam consigo um cartão de identificação, discriminando o uso de Antietanol e os sintomas mais frequentes na reação Antietanol/álcool, além de indicações sobre o médico ou instituição para atendimento de emergência.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Este medicamento é contraindicado a mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento. O dissulfiram é contraindicado em mulheres grávidas devido a falta de informações clínicas referente à administração de dissulfiram durante a gravidez.

Este medicamento é contraindicado para uso por lactantes. A segurança deste medicamento durante a lactação não foi estabelecida.

Você deve tomar os comprimidos com líquido, por via oral.

A administração de Antietanol deve ser precedida de um período de pelo menos 12 horas de abstenção total do álcool, de preferência pela manhã.

O medicamento deve ser administrado numa primeira fase um máximo de 500 mg do medicamento (2 comprimidos), em dose única, por uma a duas semanas.

Na fase de manutenção a dose é de 250 mg diários (1 comprimido), podendo variar entre 125 mg e 500 mg, mas nunca ultrapassando 500 mg por dia.

Ocasionalmente, você deve estar recebendo uma dosagem de manutenção adequada e apresenta aparentemente apto para ingerir bebidas alcoólicas sem nenhuma sintomatologia. Até que você adquira confiança no uso diário da droga, empregada preferivelmente dissolvida em algum líquido, não se pode concluir que Antietanol é ineficaz.

O tratamento deve ser continuado até que seu médico verifique sua recuperação social e autocontrole. Dependendo do caso, a manutenção da terapia pode se estender por meses até mesmo por anos.

Não há estudos dos efeitos de Antietanol administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral, conforme recomendado pelo médico.


O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Antietanol?

Caso esqueça de administrar uma dose, administre-a assim que possível. No entanto, se estiver próximo do horário da dose seguinte, espere por este horário, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia.

Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico.

O médico deverá orientá-lo a ter cuidados com a administração de Antietanol se você apresenta histórico de reação alérgica da pele causada pela borracha.

Pacientes alcoólatras podem apresentar dependência a narcóticos e sedativos. Barbitúricos podem ser administrados, com cuidado, concomitantemente com Antietanol, sem efeitos colaterais.

A função hepática deverá ser controlada durante o tratamento, bem como a coagulação sanguínea. Toxicidade severa do fígado, às vezes resultando em transplante do fígado ou morte, tem sido reportada com o uso do dissulfiram. Devem ser realizados testes da função hepática (incluindo transaminases) (testes para ver como o fígado está funcionando) antes do início do tratamento com dissulfiram e periodicamente, pelo menos mensalmente, em particular, durante os 3 primeiros meses. Caso os valores das transaminases (uma enzima presente nas células do fígado) estejam 3 vezes acima do limite máximo normal, o dissulfiram deve ser imediatamente e definitivamente descontinuado. Os pacientes devem ser cautelosamente monitorados até a normalização dos testes de função hepática.

Você deve informar imediatamente ao médico os sinais, como astenia (fraqueza), anorexia (redução ou perda de apetite), náusea, vômito, dor abdominal ou icterícia (cor amarelada da pele e olhos). Investigações, incluindo exame clínico e avaliação biológica da função do fígado devem ser realizados imediatamente.

Os pacientes devem ser informados sobre o risco do efeito antabuse (rubor, vermelhidão, náusea, vômito, hipotensão e taquicardia).

  • Muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento);
  • Comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento);
  • Incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento);
  • Rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento);
  • Muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento);
  • Desconhecida (não pode ser estimada com os dados disponíveis).

Neurite óptica (inflamação do nervo do olho), neurite periférica (inflamação de um nervo) e polineurite (inflamação dos nervos) podem ocorrer após a administração de Antietanol. Eventuais erupções da pele que podem prontamente ser controladas com a administração de anti-histamínicos (medicamentos para alergia). Sonolência passageira, fadiga (cansaço), impotência, dor de cabeça, erupções em forma de acne, dermatites alérgicas (reações alérgicas de pele) poderão ocorrer, em números reduzidos de pacientes, durante a primeira e a segunda semana de tratamento. Esses sintomas geralmente desaparecem espontaneamente com a continuação do tratamento ou com a redução da dosagem. Reações psicóticas (no sistema nervoso) podem ocorrer, mas, na maioria das vezes, são relacionadas à interação com drogas. Perda da libido, gosto metálico na boca, também pode ocorrer.

Alterações neuropsiquiátricas, tais como:

Psicoses (perda da realidade), depressões, manias, perda de memória, irritação, disfunção cerebelar (alteração no funcionamento de uma parte do cérebro), convulsões, síndromes extrapiramidais (alteração neurológica que leva a distúrbios do equilíbrio e da movimentação, hipertonia, distonia orofacial, mioclonias, trismo, opistótono, parkinsonismo).

Outras reações descritas foram:

Aumento da colesterolemia (nível de colesterol no sangue), hepatotoxicidade (dano no fígado causado por substâncias químicas), possível trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas sanguíneas), possível poliartrite nodosa (inflamação em várias articulações), mialgias (dor muscular) e artrites (inflamação das articulações).

Reações adversas devido ao dissulfiram: 

Distúrbios Psiquiátricos

  • - Desconhecida: estado de confusão, distúrbios neuropsiquiátricos. 

Distúrbios do Sistema Nervoso 

  • - Muito comum: cefaleia (dor de cabeça).
  • - Comum: sonolência.
  • - Incomum: polineuropatia (distúrbio neurológico que ocorre quando simultaneamente muitos nervos por todo o corpo começam a não funcionar corretamente).
  • - Frequência não conhecida: neurite óptica (inflamação de um nervo do olho), convulsão (contração súbita e involuntária dos músculos secundários a descargas elétricas cerebrais), amnésia (perda da habilidade de formar novas memórias), encefalopatia (disfunção do sistema nervoso central).

Distúrbios Vasculares

  • - Desconhecida: hipertensão (pressão arterial elevada). 

Distúrbios Gastrointestinais

  • - Comum: disgeusia (alteração ou diminuição do paladar).
  • - Desconhecida: odor anormal das fezes. 

Distúrbioshepatobiliares

  • - Desconhecida: insuficiência hepática (redução da função do fígado), hepatite (inflamação do fígado) fulminante, hepatite (principalmente hepatite citolítica (doença do fígado que causa a destruição das suas células)).

Distúrbios da pele e tecido subcutâneo

  • - Desconhecida: dermatite (reação da pele) alérgica. 

Distúrbios gerais e alterações no local de administração 

  • - Muito comum: astenia (fraqueza). 

Reações adversas devido à associação de dissulfiram com álcool etílico:

 Distúrbios no Sistema Nervoso 

  • - Frequência não conhecida: convulsão, edema (inchaço) cerebral, hemorragia meníngea (quadro grave que ocorre quando um vaso sanguíneo cerebral se rompe e inunda os espaços cerebrais de sangue, de forma aguda).  

Distúrbios cardíacos 

  • - Frequência não conhecida: taquicardia, arritmia (descompasso dos batimentos do coração), angina de peito (dor no peito, relacionada à doença das artérias coronárias), infarto do miocárdio (às vezes, fatal) (morte de parte do músculo cardíaco por falta de aporte adequado de nutrientes e oxigênio).

 Distúrbios vasculares 

  • - Frequência não conhecida: rubor (vermelhidão), hipotensão (pressão baixa), colapso circulatório (estado fisiológico em que existe um fluxo sanguíneo inadequado para os tecidos e células do corpo). 

Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino 

  • - Frequência não conhecido: depressão respiratória.

Distúrbiosgastrointestinais

  • Frequência não conhecido: vômito, náusea. 

Distúrbios da pele e tecido subcutâneo 

  • Frequência não conhecida: eritema.

Distúrbios gerais e alterações no local de administração 

  • Muito comum: mal estar.

Informe ao seu médico ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

Pacientes Idosos

Não há advertências e recomendações especiais sobre o uso adequado desse medicamento por pacientes idosos.

Pacientes com insuficiência renal ou hipotireoidismo (produção insuficiente de hormônio pela glândula tireoide) 

O dissulfiram deve ser usado com cautela em pacientes com insuficiência renal ou hipotireoidismo devido à possibilidade de uma reação acidental de dissulfiram e álcool.

Pacientes que utilizam cocaína

Dissulfiram deve ser usado com precaução em pacientes que utilizam cocaína por causa do aumento do risco de prolongamento do intervalo QT (intervalo medido no eletrocardiograma, que quando aumentado associa-se ao aumento do risco de arritmias e até morte súbita).

Alterações na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

A atenção deve estar estabelecida, em particular a motoristas e operadores de máquinas, ao risco de sonolência associada ao uso deste medicamento.

Antietanol 250 mg:

Cada comprimido contém 250 mg de dissulfiram.

Excipientes: amido de milho, carbonato de cálcio, talco, povidona k30, estearato de magnésio e amidoglicolato de sódio.

Sinais e sintomas

Há probabilidade de intoxicação aguda com 5 g no adulto e 2 g na criança. Intoxicação subaguda pode ocorrer com 1,5 a 3 g/dia por várias semanas.   

Os sintomas são: sonolência, náuseas, vômitos, comportamento psicótico, paralisia ascendente flácida, coma. É possível a ocorrência de um dano intelectual permanente.  

Ingestão somente de dissulfiram pode produzir vários tipos de problemas no Sistema Nervoso Central, como sintomas extrapiramidais, convulsões, problemas de falta de consciência incluindo coma, confusão, encefalopatia (distúrbios cerebrais).  

Doses excessivas de dissulfiram podem ocasionar reações graves, quando então deve ser instituído tratamento de choque com medicação para pressão arterial. Outras recomendações incluem: oxigênio, mistura carbogênica (95% de oxigênio e 5% de gás carbônico), vitamina C em dose maciça (1 g) intravenosamente e sulfato de epinefrina. Anti-histamínicos também devem ser usados intravenosamente. Em pacientes digitalizados, caso apresentem hipopotassemia, os níveis de potássio devem ser monitorados.

Reações intensas podem ser atenuadas com a aplicação de hipossulfito de magnésio ou de sódio, por via intravenosa.  

A associação de dissulfiram com etanol (geralmente com a intenção de suicídio) pode produzir coma ou síndrome confusional e colapso cardiovascular, ocasionalmente, com complicações neurológicas.  

Tratamento

O tratamento é sintomático.

O tratamento é feito através de eméticos, lavagem gástrica e administração de drogas sintomáticas. 

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

O uso de álcool ou produtos que contenham álcool até 14 dias após a terapia com dissulfiram resultará na reação dissulfiram-álcool. A administração pré-operatória crônica de inibidores de enzimas hepáticas, tal como o dissulfiram, pode diminuir a depuração plasmática e prolongar a duração de ação de alfentanila. O metabolismo da bacampicilina produz uma baixa concentração plasmática de álcool e acetaldeído; apesar de o risco de interação dissulfiram-álcool ser mínimo, se o uso concomitante for inevitável, este deve ser bem monitorado. É possível de ocorrer uma reação similar com a associação amoxicilina e clavulanato.

O efeito anticoagulante de cumarínicos ou derivados da indandiona, pode ser potencializado com o uso concomitante de dissulfiram. Um ajuste da dose dos anticoagulantes, baseado na determinação do tempo de protrombina, pode ser necessário durante o uso concomitante. O uso de anticonvulsivantes hidantoínicos, especialmente fenitoína, juntamente com dissulfiram, poderá aumentar a concentração plasmática dos hidantoínicos, possibilitando seu efeito tóxico. Se o uso concomitante for necessário, a concentração plasmática do anticonvulsivante deve ser obtida antes e durante o tratamento com dissulfiram, ajustando-se a dose adequadamente. O uso concomitante com antidepressivos tricíclicos, principalmente amitriptilínicos, pode causar delírio transitório.

A exposição aos vapores de dibrometo de etileno durante a terapêutica com dissulfiram, pode resultar em uma reação tóxica. O uso concomitante de dissulfiram com inibidores de enzimas hepáticas pode potencializar seu efeito; com medicamentos hepatotóxicos, pode aumentar o potencial hepatotóxico. O uso com isoniazida, pode resultar num aumento de incidência de efeitos no sistema nervoso central, como convulsões, incoordenação, irritabilidade ou insônia; uma redução da dose ou mesmo a descontinuidade da terapêutica com dissulfiram pode ser necessária.

O uso concomitante de dissulfiram e metronidazol pode resultar em reações psicóticas e confusão devido a toxicidade combinada; o uso concomitante de metronidazol não é recomendado até 2 semanas decorridas da terapêutica com dissulfiram. O uso com midazolam, pode diminuir o metabolismo de primeirapassagem e a eliminação de midazolam pelo fígado, possibilitando um aumento da concentração plasmática de midazolam. O uso de medicamentos neurotóxicos durante a terapêutica com dissulfiram pode aumentar o potencial neurotóxico.

O ácido ascórbico pode interferir com a reação álcool-dissulfiram. A exposição a solventes orgânicos ingeridos ou inalados, podendo conter álcool, acetaldeído, paraldeído ou estrutura análoga, poderá resultar na reação dissulfiram-álcool. O uso concomitante de paraldeído com dissulfiram não é recomendado, devido ao aumento da concentração sanguínea do paraldeído e acetaldeído. O uso concomitante de medicamentos depressores do sistema nervoso central e dissulfiram pode potencializar este efeito depressor.

Antietanol deve ser conservado em temperatura ambiente (ente 15-30ºC).  

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.  

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.  

Características do medicamento

Comprimido redondo branco a branco acinzentado, de faces levemente convexas com sulco central e sem gravação.  

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. 

Este medicamento só deve ser utilizado com o prévio conhecimento do paciente e adequada orientação médica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. 

Venda sob prescrição médica. Só pode ser vendido com retenção da receita.​

MS 1.1300.0229

Farm. Resp.: Silvia Regina Brollo

CRF-SP n° 9.815  

Registrado por:

Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.

Av. Mj. Sylvio de M. Padilha, 5200 – São Paulo – SP

CNPJ 02.685.377/0001-57  

Fabricado por:

Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.

Rua Conde Domingos Papaiz, 413 – Suzano – SP

CNPJ 02.685.377/0008-23

Indústria Brasileira

*Não use medicamentos sem o conhecimento do seu médico, pode ser perigoso para a sua saúde.
*As informações aqui divulgadas não deverão ser utilizadas como substituto de prescrição médica para o tratamento de qualquer doença.