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Para que serve

Allfort está indicado como suplemento vitamínico e mineral nos seguintes casos

  • Em dietas restritivas (limitada a alguns alimentos) e inadequadas;
  • Como auxiliar do sistema imunológico (de defesa do organismo);
  • Como antioxidante (protege o organismo dos radicais livres, que danificam as células);
  • Em doenças crônicas (que não é resolvida em curto tempo) ou convalescença (período de recuperação depois de uma doença ou cirurgia);
  • No pós-cirúrgico.

Como Allfort funciona?

Allfort é um suplemento vitamínico e mineral. Por isso, todos os elementos de sua fórmula não são usados para tratar uma doença. Quando tomado regularmente Allfort tem por objetivo suprir as deficiências de nutrientes do organismo. Allfort apresenta em sua fórmula doses adequadas de vitaminas e minerais com ação antioxidante, substâncias que desempenham papel importante nos processos de proteção celular com lesões desencadeadas por radicais livres de oxigênio.

Allfort não deve ser usado por pacientes que apresentem hipersensibilidade (alergia) aos componentes da fórmula.

Este medicamento é contraindicado para crianças menores de 12 anos de idade.

Tomar 1 comprimido ao dia, preferencialmente junto com as refeições.

Não é recomendado tomar mais que a dose diária.

Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação médica ou de seu cirurgião-dentista.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar Allfort?

Se você se esquecer de tomar um comprimido, tome assim que lembrar. Se estiver quase na hora do comprimido seguinte, pule o comprimido que você perdeu e volte a tomar no seu horário habitual. Nunca tome 2 comprimidos ao mesmo tempo.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Gerais

Allfort deve ser usado com cuidado por pacientes com histórico de pedra nos rins. Os riscos e benefícios devem ser levados em conta ao se indicar este medicamento a pessoas com histórico pedra nos rins ou excesso de ácido úrico. A suplementação de vitamina C em doses acima de 1 g ao dia por longos períodos tem sido relacionada ao aumento dos níveis de cálcio na urina.

Em casos de anemia perniciosa (anemia devido a carência de vitamina B12), o ácido fólico pode mascarar os sintomas e a doença continuar progredindo. Pode ser necessária a redução da dose do suplemento nos casos doenças dos rins ou do fígado.

Gravidez e lactação

Informe seu médico se ficar grávida durante o tratamento ou após o seu término.

Informe ao médico se está amamentando.

Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez desde que sob prescrição médica ou do cirurgião-dentista.

Uso em crianças

Este medicamento é contraindicado para crianças menores de 12 anos de idade.

Uso em idosos

Não há restrições para o uso em idosos.

Interações medicamentosas

Medicamentos que interferem na absorção das gorduras podem afetar a absorção de vitaminas lipossolúveis (como a vitamina E). Nesses casos, deve-se administrar Allfort duas horas após a ingestão do outro medicamento ou em refeições diferentes.

Os suplementos de vitaminas e minerais também podem causar interações medicamentosas.

Informe ao seu médico se estiver usando outros medicamentos.

Ingestão concomitante com outras substâncias

Não há restrições quanto ao uso juntamente com alimentos e bebidas

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Ocasionalmente podem ocorrer distúrbios gastrintestinais (distúrbios do estômago e intestino). A cor da urina pode ficar amarelo escuro ou laranja enquanto você estiver usando o medicamento. Isto ocorre devido à eliminação de vitaminas do complexo B. Essa alteração é normal e não representa qualquer risco.

A suplementação de vitamina C em doses acima de 1 g ao dia por longos período tem sido relacionada ao aumento dos níveis de cálcio na urina, que pode levar a complicações em pacientes com história de pedras nos rins.

Informe seu médico ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

Cada comprimido contém:

SubstânciaConcentração

% de IDR*

Vitamina B1 (como nitrato de tiamina)30 mg2.500%
Vitamina B2 (riboflavina)10 mg

769%

Vitamina B6 (como cloridrato de piridoxina)10 mg

769%

Vitamina B12 (cianocobalamina)25 mcg

1.042%

Vitamina C (ácido ascórbico)600 mg

1.333%

Vitamina E (acetato de racealfatocoferol)45 UI

450%

Ácido fólico500 mcg

208%

Ácido pantotênico (como pantotenato de cálcio)

25 mg

500%

Nicotinamida100 mg

625%

Cobre (como óxido cúprico)3 mg

333%

Zinco (como sulfato de zinco)23,9 mg

341%

*IDR = Ingestão Diária Recomendada.

Excipientes: Lactose, amido, estearato de magnésio e álcool etílico.

As vitaminas hidrossolúveis (que se misturam com a água) são eliminadas rapidamente na urina e, portanto, têm baixa chance da causar intoxicação.

Em casos de ingestão acidental de doses muito acima das indicadas, pode ocorrer anemia, alterações sensoriais (alteração na percepção dos sentidos), ataxia (falta de coordenação dos movimentos), fraqueza muscular, cefaleia (dor de cabeça), dor abdominal, náusea (enjoo), tontura e vômito.

Caso esses sintomas ocorram, as seguintes medidas de desintoxicação podem ser consideradas

  • Diluições em fluidos (água, solução salina);
  • Lavagem gástrica;
  • Uso de carvão ativado / xarope de ipeca;
  • Indução de vômito.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou a bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Polivitamínicos + Minerais (substância ativa) não deve ser administrado concomitantemente com medicamentos à base de ácido acetilsalicílico, levodopa, cimetidina, carbamazepina ou tetraciclina e antiácidos.

Caso realmente seja necessário o uso de Polivitamínicos + Minerais (substância ativa) com tetraciclina deve-se respeitar um intervalo mínimo de 2 horas entre a administração destes medicamentos, pois o ferro de Polivitamínicos + Minerais (substância ativa) pode comprometer a absorção da tetraciclina.

Resultados de Eficácia


A eficácia da suplementação vitamínica-mineral em pacientes no período pré-concepcional, durante a gravidez e durante a lactação é conhecida e sua utilização como rotina obstétrica é mencionada na literatura.

As doses utilizadas em Polivitamínicos + Minerais (substância ativa) foram fundamentadas na Ingestão Diária Recomendada (IDR) para o período pré-gestacional e durante a gestação e a lactação.

Da literatura constam dados que evidenciam direta e indiretamente a eficácia dos componentes deste polivitamínico e mineral, observando-se que Polivitamínicos + Minerais (substância ativa) fornece 100% ou mais da Ingestão Diária Recomendada das vitaminas A, D, E, C, B1, B2, B6, B12, ferro e zinco para gestantes.

A quantidade de ácido fólico (2 mg) oferece alta proteção contra os defeitos do tubo neural.

Características Farmacológicas


O medicamento é um suplemento vitamínico-mineral indicado para uso pré-concepcional, durante a gravidez e a lactação. Assim, observa-se que Polivitamínicos + Minerais (substância ativa) fornece 100% ou mais da Ingestão Diária Recomendada (IDR) das vitaminas A, D, E, C, B1, B2, B6, B12, ferro e zinco para gestantes.

A quantidade de ácido fólico (2 mg) pode ser recomendada tanto para a prevenção de doenças do tubo neural (DTNs) como para a suplementação em estados de carência de ácido fólico. Hoje sabemos que as DTNs possuem uma prevalência em neonatos de um a três por 1000. Dentre o grupo das DTNs, as mais comuns são a espinha bífida, a anencefalia e a encefalocele. Atualmente já se sabe da importância do folato na prevenção destes casos.

O consumo de ácido fólico por mulheres no período pré-concepcional e durante a gravidez é a única maneira eficaz de se prevenir as DNTs. Através desta medida espera-se prevenir até 75% dos casos de defeitos do tubo neural.

Vitamina A (betacaroteno)

O betacaroteno pertence à família de substâncias químicas naturais conhecidas como carotenos ou carotenóides.

O betacaroteno é um caroteno particularmente importante, do ponto de vista nutricional por ser facilmente convertido no organismo em vitamina A, o que traz segurança visto que a ingestão em excesso de vitamina A pode ser tóxica.

Após os carotenóides serem liberados da ligação das proteínas por ação de enzimas proteolíticas, são absorvidos pela mucosa intestinal, onde o betacaroteno é oxidado, transformando-se em retinaldeído, que se reduz a retinol, (na presença de sais biliares e vitamina E), o qual, por sua vez, se reesterificará com ácidos graxos no interior das células da mucosa intestinal.

Via sistema linfático, incorporado aos quilomícrons, é levado ao sangue e, finalmente, ao fígado onde se armazenará.

O betacaroteno só é biologicamente ativo quando transformado em retinol (vitamina A).

O metabolismo da vitamina A não parece ser afetado durante a gravidez.

Na gestação, a vitamina A é necessária em quantidades crescentes para ajudar nos processos reprodutivos da mãe, incluindo o crescimento e o desenvolvimento fetal, e durante a lactação, para repor as perdas no leite materno.

A crescente necessidade durante a gestação é pequena e poderia ser suprida por meio de uma dieta balanceada e pelas reservas maternais provenientes de mulheres bem alimentadas (National Research Council).

Entretanto, em áreas com deficiência endêmica de vitamina A (VAD), como o Brasil, os suplementos de vitamina A em geral devem suprir essa necessidade.

Com a lactação, as necessidades aumentam para repor à perda diária de vitamina A no leite materno e para manter a vitamina A do leite em uma concentração para a proteção das necessidades das crianças em crescimento rápido, durante pelo menos os primeiros 6 meses de vida.

Vitamina D (colecalciferol)

A vitamina D é absorvida no jejuno, na presença de sais biliares.

Via sistema linfático, incorporado aos quilomícrons, é levada ao sangue e, finalmente, ao fígado onde ocorre sua conversão enzimática a 25-hidroxicolecalciferol, a principal forma circulante de vitamina D.

Nos rins ocorre uma nova hidroxilação transformando-se em 1,25-diidroxicolecalciferol ou calcitriol.

A excreção da vitamina D e seus metabólicos ocorrem principalmente nas fezes e muito pouco é eliminado na urina.

A vitamina D apresenta meia-vida de 19 a 25 horas. O calcitriol tem meia-vida de 3 a 5 dias, sendo que 40% da dose administrada é excretada em 10 dias.

Vitamina E (acetato de racealfatocoferol)

A vitamina E precisa para sua absorção, como as demais vitaminas lipossolúveis, das secreções biliar e pancreática normais, da formação de micelas e do transporte através das membranas intestinais.

A vitamina E é absorvida no intestino via linfática, incorporada aos quilomicrons, sendo transportada na fração LDL, e é transferida ao fígado.

O alfatocoferol é secretado do fígado para o intestino em associação ao VLDL, porém este mecanismo necessita de maiores esclarecimentos.

O que se sabe é que existe elevada correlação entre o colesterol ou os lípides totais no soro e a concentração de tocoferol. A via principal de excreção é a eliminação fecal, pois menos de 1% de vitamina E ingerida é excretada na urina.

Vitamina C (ácido ascórbico)

O ácido ascórbico é facilmente absorvido no intestino delgado por um mecanismo ativo e provavelmente por difusão é transportado ao sangue.

É armazenado no fígado e no baço e estes órgãos mantêm o equilíbrio entre as concentrações séricas e teciduais.

Quantidades excessivas são excretadas na urina. Ocorre concentração máxima em 2 a 3 horas após a ingestão.

O ácido ascórbico é excretado no leite materno.

Vitamina B1 (nitrato de tiamina)

A absorção da tiamina é realizada em meio ácido principalmente no jejuno e duodeno proximal.

Em baixas concentrações sua absorção é mediada por carreadores que dependem do Na+ e em altas concentrações, a absorção é realizada por difusão passiva.

A vitamina é fosforilada nas células da mucosa em tiamina fosfato (di e trifosfato) e nessa forma é transportada para o fígado pela circulação portal, sendo este o órgão de maior concentração dessa vitamina juntamente com os rins e o coração.

A excreção de tiamina pela urina reflete, principalmente, a quantidade ingerida.

A excreção fecal é indicativa da tiamina ingerida, porém não absorvida.

A biodisponibilidade oral da tiamina é de 5,3%. A tiamina é excretada no leite materno.

Vitamina B2 (riboflavina)

A riboflavina é absorvida pelas paredes proximais da região proximal do intestino delgado, e é fosforilada em FMN (flavina mononucleotídeo) antes de entrar na corrente sanguínea.

É então transportada pelo sangue e excretada na urina.

A meia-vida média inicial é cerca de 1,4 hora e a meia-vida terminal é de 14 horas.

A ingestão de alimentos que contenham riboflavina faz com que a urina adquira uma coloração muito amarelada.

A quantidade excretada tem uma relação direta com a quantidade ingerida.

Embora se encontrem quantidades pequenas de riboflavina nos tecidos, especialmente fígado e rins, ela não é armazenada de modo significativo, devendo ser suprida na alimentação.

Vitamina B6 (cloridrato de piridoxina)

A absorção da vitamina B6 é feita no jejuno e no íleo por difusão passiva.

Tanto o piridoxal quanto o piridoxal-5-fosfato são transportados no plasma e nas células vermelhas, e podem estar ligados à albumina (pelo menos 60%).

A vitamina B6 é excretada pelo organismo principalmente como ácido 4-piridóxico.

O local de distribuição da piridoxina é o fígado e músculos.

O pico sérico é obtido após 1,25 horas após a ingestão.

A taxa de excreção renal é de 35 a 63% e a biliar é de 2%. A meia-vida de eliminação é de 15 a 20 dias.

Vitamina B12 (cianocobalamina)

A vitamina B12 é absorvida no trato intestinal após a quebra das ligações protéicas pelo ácido clorídrico e pelo fator intrínseco da enzima mucoprotéica, ambos presentes na secreção gástrica.

É então transportada pela corrente sanguínea ligada às globulinas e transcobalamina.

O armazenamento tecidual é maior no fígado (90%) e em menor quantidade nos rins, sendo liberada quando necessária para a medula óssea e outros tecidos corporais.

Havendo ingestão exagerada dessa vitamina, ocorre a excreção por via urinária.

Ácido fólico

A absorção do ácido fólico ocorre no trato intestinal, mais especificamente no jejuno.

Processos de redução e metilação do ácido fólico são realizados no fígado, e o ácido fólico é liberado para a circulação sistêmica.

No organismo, o fígado é o órgão que contém a maior parte de folato (50%). Cerca de 30% são excretados pelos rins. Formas reduzidas são excretadas pela urina e pela bile. O folato pode ser sintetizado pelos microorganismos intestinais. A excreção urinária do ácido fólico pode ser potencializada pelo uso de álcool ou diuréticos.

Até 0,1 mg/dia de ácido fólico é excretado no leite materno, o que demanda uma maior ingestão neste período.

A administração de ácido fólico no período pré-gestacional (3 meses antes da gestação) e durante os três primeiros meses da gestação reduz a incidência de defeitos do tubo neural (DTNs), como espinha bífida, meningomielocele, anencefalia.

Ferro (fumarato ferroso)

A acidez gástrica e as enzimas hidrolíticas no intestino delgado liberam o ferro da forma (Fe+3) à forma ferrosa (Fe+2), que é prontamente absorvido no duodeno na membrana basal dos enterócitos que também sintetizam a apoferritina. A presença de ácidos biliares bicarbonato-fosfato diminui a absorção do ferro.

Os íons ferrosos (Fe+2) se ligam aos receptores dos enterócitos, penetram na célula, são oxidados novamente ao estado férrico (Fe+3) e ligam-se à apoferritina.

Como os enterócitos são continuamente renovados e descamados, o ferro ligado à ferritina é perdido no lúmen intestinal.

O equilíbrio entre as concentrações sérica e tecidual ocorre na circulação portal.

Em caso de carência de ferro corporal, a síntese de apoferretina diminui e o ferro passa livremente pelos enterócitos ainda em estado ferroso, entrando no plasma.

No estado de repleção, a síntese de apoferritina e ferritina aumenta e esse processo se inverte.

No sangue o Fe+2 é reoxidado para Fe+3 e carreado pela transferrina plasmática, principal proteína com capacidade de ligação do ferro circulante.

No fígado, baço e medula óssea, locais de armazenamento, a transferrina libera o ferro e retorna à circulação portal.

No fígado o ferro é armazenado como ferritina ou hemossiderina. A meia-vida de eliminação é de 6 horas.

Zinco (óxido de zinco)

O zinco é absorvido ao longo de todo o intestino delgado, particularmente no jejuno.

O zinco liga-se à metalotioneína citoplasmática, podendo ser usado pelo enterócito ou passar para a circulação portal, onde é transportado pela albumina.

Acredita-se que apenas 20 a 40% do zinco da dieta sejam absorvíveis.

A absorção do zinco é alterada pela presença de diversos fatores dietéticos, principalmente pelos fitatos.

A via principal de excreção é intestinal (67%).

A taxa de excreção renal é de 2%. O zinco é excretado no leite materno.

Eventualmente o zinco é perdido nas fezes, junto com enterócitos descamados.

Manter o produto em sua embalagem original e conservar em temperatura ambiente (entre 15º e 30ºC); proteger da luz e umidade.

O prazo de validade é de 24 meses a partir da data de fabricação (vide cartucho).

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Características organolépitcias

Comprimido oblongo cinza.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Registro MS – 1.0497.1371

Farm. Resp.:
Florentino de Jesus Krencas
CRF-SP: 49136

União Química Farmacêutica Nacional S/A
Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90 Embu-Guaçu – SP
CEP: 06900-000 CNPJ: 60.665.981/0001-18
Indústria Brasileira

Fabricado na unidade fabril:
Trecho 1, Conjunto 11, Lote 6/12
Polo de Desenvolvimento JK Brasília – DF
CEP: 72549-555 CNPJ: 60.665.981/0007-03
Indústria Brasileira.

Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas procure orientação médica.

*Não use medicamentos sem o conhecimento do seu médico, pode ser perigoso para a sua saúde.
*As informações aqui divulgadas não deverão ser utilizadas como substituto de prescrição médica para o tratamento de qualquer doença.