Aerotamol Icone para ediçãoIcone de Enomear Icone de Excluir

Para que serve

Indicado em desordens respiratórias, como asma brônquica, bronquite crônica e enfisema.

- Hipersensibilidade conhecida a qualquer componente da fórmula.
- Contra-indicado nos casos de ameaça de aborto.
- Pacientes com arritmia cardíaca ou taquicardia, nem a pacientes que tenham respostas desfavoráveis às aminas simpaticomiméticas.

Adultos: 5 a 10 ml, duas ou três vezes ao dia.

Crianças de 2 a 6 anos: 2,5 a 5,0 ml, duas a três vezes ao dia.

Crianças de 6 a 12 anos: 5,0 ml, duas ou três vezes ao dia.

Crianças com mais de 12 anos: 5,0 a 10 mL, duas ou três vezes ao dia.

O Sulfato de Salbutamol (substância ativa) tem duração de ação de 4 a 6 horas na maioria dos pacientes.

Deve-se acompanhar o tratamento da asma com um programa adequado, e a resposta do paciente deve ser monitorada clinicamente por testes de função pulmonar.

Devido à presença de vários efeitos adversos causados por doses excessivas, deve-se alertar os pacientes para não aumentar a dose nem a frequência da administração de Sulfato de Salbutamol (substância ativa), mesmo que o alívio usual não ocorra ou a duração de ação diminua. Nesse caso, o paciente deve procurar orientação médica.

O aumento do uso de agonistas de receptores beta2-adrenérgicos de curta ação para alívio dos sintomas indica a deterioração do controle da asma. Nessas condições, deve-se reavaliar o esquema terapêutico dos pacientes e considerar a terapia concomitante com corticosteroides. O agravamento repentino e progressivo da asma é potencialmente uma ameaça à vida, devendo-se por isso considerar o início ou o aumento da corticoterapia. No caso de pacientes de risco, deve-se instituir o monitoramento diário do pico de fluxo expiratório (PFE).

Os pacientes devem ser alertados para a importância de procurar orientação médica caso uma dose antes eficaz de Sulfato de Salbutamol (substância ativa) não produza o alívio esperado por pelo menos 3 horas a fim de que qualquer medida adicional necessária seja adotada. A terapia com beta2-agonistas pode resultar em hipocalemia potencialmente grave, sobretudo após administração parenteral ou por nebulização.

Sulfato de Salbutamol (substância ativa) deve ser administrado com cautela em pacientes com tireotoxicose.

Recomenda-se cuidado especial na asma aguda grave, uma vez que esse efeito pode potencializar-se pelo tratamento concomitante com derivados da xantina, esteroides e diuréticos, assim como pela hipóxia. Em tais situações recomenda-se monitorar os níveis séricos de potássio.

Assim como em outras terapias inalatórias, pode ocorrer broncoespasmo paradoxal, manifestado como aumento súbito da sibilância. Nesse caso, deve-se utilizar, de forma imediata, outra apresentação do produto ou outro broncodilatador inalatório de ação rápida.

A terapia com Sulfato de Salbutamol (substância ativa) deve ser descontinuada imediatamente, o paciente deve ser reavaliado e, se necessário, deve-se instituir novo tratamento.

Os broncodilatadores não devem ser o único nem o principal tratamento da asma aguda ou instável. A asma aguda requer avaliação médica regular que inclua testes de função pulmonar, pois os pacientes correm risco de sofrer crises graves que podem causar a morte.

Os pacientes com asma grave apresentam sintomas contínuos e exacerbações constantes, com limitação da capacidade física e valores de pico de fluxo expiratório abaixo de 60% do previsto, com variabilidade maior que 30%, e geralmente não retornam ao normal após o uso de broncodilatadores. Esses pacientes necessitam de corticosteroides inalatórios em doses altas (como >1mg/dia de beclometasona) ou de corticosteroides orais.

A técnica de inalação do paciente deve ser verificada para que a saída do aerossol esteja sincronizada com a inspiração e, dessa forma, se possa obter a liberação perfeita da droga nos pulmões.

Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco

No tratamento de pacientes idosos deve-se seguir as mesmas orientações dadas para o tratamento de adultos.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

Nenhum efeito sobre essas atividades foi reportado.

Fertilidade

Não há informações sobre os efeitos do Sulfato de Salbutamol (substância ativa) na fertilidade humana. Não foram observados efeitos adversos na fertilidade em animais.

Gravidez

A administração de drogas durante a gravidez somente deve ser efetuada se o benefício esperado para a mãe for maior do que a possibilidade de risco para o feto. Foram raros os relatos de anomalias congênitas, que incluíram fenda palatina e defeitos dos membros, em filhos de pacientes tratadas com Sulfato de Salbutamol (substância ativa). Nos casos reportados, algumas das mães tomavam múltiplas medicações durante a gravidez. Devido à inconsistência do padrão de defeitos e ao fato de a taxa observada de anormalidade congênita observada ser de 2% a 3%, não se pôde estabelecer relação causal com o uso de Sulfato de Salbutamol (substância ativa).

Categoria C de risco na gravidez

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Lactação

Como o Sulfato de Salbutamol (substância ativa) é provavelmente secretado no leite materno, não se recomenda seu uso em lactantes, a menos que os benefícios esperados prevaleçam sobre qualquer risco
potencial. Não se tem como estabelecido o fato de que a presença do Sulfato de Salbutamol (substância ativa) no leite materno tenha efeito prejudicial ao neonato.

Este produto contém Sulfato de Salbutamol (substância ativa), que está incluído na lista de substâncias proibidas da Agência Mundial Antidoping.

Este medicamento pode causar doping.

Tremores, nervosismo, dor de cabeça, cãimbras musculares, palpitações, taquicardias, arritmias, rubor, isquemia do miocárdio e distúrbios do sono e do comportamento, broncoespasmo paradoxal nas reações alérgicas, urticária, angioedema, hipotensão e colapso, hipocalemia (baixos níveis de potássio).

O Sulfato de Salbutamol (substância ativa) e as drogas betabloqueadoras não seletivas, como o propranolol, não devem ser prescritos conjuntamente.

O Sulfato de Salbutamol (substância ativa) não é contraindicado para pacientes que recebem tratamento com inibidores da monoaminoxidase (IMAOs).

Resultados de Eficácia


Observam-se melhoras significativas da função pulmonar logo após a inalação de Sulfato de Salbutamol (substância ativa), e a broncodilatação máxima ocorre no período de 5 a 15 minutos, perdurando por até 6 horas.

O Sulfato de Salbutamol (substância ativa) é eficaz no tratamento de crianças asmáticas.

Características Farmacológicas


Propriedades farmacodinâmicas

O Sulfato de Salbutamol (substância ativa) é um agonista seletivo dos receptores beta2-adrenérgicos. Em doses terapêuticas, atua nos receptores beta2-adrenérgicos da musculatura brônquica e tem pouca ou quase nenhuma ação sobre os receptores beta1-adrenérgicos do músculo cardíaco.

O tempo estimado de início de ação do Sulfato de Salbutamol (substância ativa) xarope é até 5 minutos (geralmente ocorre em 3 minutos ou menos).

Propriedades farmacocinéticas

O Sulfato de Salbutamol (substância ativa) administrado por via intravenosa tem meia-vida de 4 a 6 horas e é parcialmente depurado pelos rins e parcialmente metabolizado, transformando-se no composto inativo 4-O-sulfato (sulfato fenólico), excretado principalmente através da urina.

As fezes representam uma via menor de excreção. A maior parte da dose de Sulfato de Salbutamol (substância ativa) administrada por via intravenosa é excretada em 72 horas.

O Sulfato de Salbutamol (substância ativa) está ligado às proteínas plasmáticas na proporção de 10%. Após administração por via inalatória, cerca de 10% a 20% da dose atinge as vias aéreas inferiores. O restante fica retido no dispositivo de liberação ou se deposita na orofaringe, por onde é deglutido. A fração depositada nas vias aéreas é absorvida pelos tecidos pulmonares e pela circulação, não sendo metabolizada pelos pulmões. Ao alcançar a circulação sistêmica, o fármaco se torna vulnerável ao metabolismo hepático e é excretado, principalmente na urina, como droga inalterada e como sulfato fenólico. A porção da dose inalada que é deglutida em seguida é absorvida pelo trato gastrintestinal e sofre metabolização considerável de primeira passagem a sulfato fenólico. Tanto a droga inalterada quanto o conjugado são excretados principalmente na urina.

*Não use medicamentos sem o conhecimento do seu médico, pode ser perigoso para a sua saúde.
*As informações aqui divulgadas não deverão ser utilizadas como substituto de prescrição médica para o tratamento de qualquer doença.