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Para que serve

Sulfadiazina (substância ativa) é eficiente no tratamento das infecções gonocócicas, estafilocócicas, estreptocócicas e meningocócicas.

Sulfadiazina (substância ativa) não deve ser utilizado por pacientes alérgicos à Sulfadiazina (substância ativa) ou outras sulfonamidas.

Categoria de risco na gravidez C: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médicas ou do cirurgião-dentista.

As necessidades posológicas são variáveis e individualizadas segundo a gravidade da moléstia e a resposta do paciente.

A dose inicial usual varia de 0,75 a 15 mg por dia, dependendo da doença que está sendo tratada (para os lactentes e demais crianças as doses recomendadas terão, usualmente, de ser reduzidas, mas a posologia deve ser ditada mais pela gravidade da afecção que pela idade ou peso corpóreo).
A terapia corticosteróide é adjuvante, e não-substituta à terapia convencional adequada.

Os riscos de uso por via de administração não-recomendada são: a não-obtenção do efeito desejado e ocorrência de reações adversas.

Informe ao seu médico sobre qualquer problema médico que esteja apresentando como:

  • Insuficiência cardíaca;
  • Níveis elevados de açúcar no sangue (diabetes);
  • Pressão alta (hipertensão);
  • Úlceras ou outros problemas digestivos, tuberculose e sobre quaisquer tipos de alergias.
  • Informe seu médico também se já apresentou ou não doenças infecciosas comuns como sarampo e catapora, e os vários tipos de vacinas que já tenha tomado.
  • Distúrbios líquidos e eletrolíticos: Retenção de sódio, retenção de líquido, insuficiência cardíaca congestiva em pacientes suscetíveis, perda de potássio, alcalose hipocalêmica, hipertensão.
  • Músculo esqueléticas: Fraqueza muscular, miopatia esteróide, perda de massa muscular,osteoporose, fraturas por compressão vertebral, necrose asséptica das cabeças femorais e umerais, fratura patológica dos ossos longos, ruptura de tendão.
  • Gastrintestinais: Úlcera péptica com eventual perfuração e hemorragia subsequentes, perfuração de intestino grosso e delgado, particularmente em pacientes com doença intestinal inflamatória, pancreatite, distensão abdominal e esofagite ulcerativa.
  • Dermatológicos: Retardo na cicatrização deferidas, adelgaçamento e fragilidade da pele, petéquias esquimoses, eritema, hiper sudorese, possível supressão das reações aos testes cutâneos, reações cutâneas outras, tais como: dermatite alérgica, urticária e edema angioneurótico.
  • Neurológicos: Convulsões, aumento da pressão intracraniana com papiledema (pseudotumor cerebral, geralmente após tratamento), vertigem, cefaléia, distúrbios psíquicos.
  • Endócrinos: Irregularidades menstruais, desenvolvimento de estado cushingóide, supressão do crescimento da criança, ausência secundária da resposta adrenocortical e hipofisária, mormente por ocasião de"stress",como nos traumas na cirurgia ou nas enfermidades, diminuição da tolerância aos carboidratos, manifestação do diabete melito latente, um aumento das necessidades de insulina ou de agentes hipoglicemiantes orais em diabéticos e hirsutismo.
  • Oftálmicos: Cataratas capsular posterior, aumento da pressão intra-ocular, glaucoma e exoftalmia.
  • Metabólicos: Balanço nitrogenado negativo devido a catabolismo proteico.
  • Cardiovasculares: Ruptura do miocárdio após infarto recente do miocárdio
  • Outros: Hipersensibilidade, tromboembolia, aumento de peso, aumento de apetite, náusea, mal-estar e soluços.
  • As crianças de qualquer idade, em tratamento prolongado de corticosteróides, devem ser cuidadosamente observadas quanto ao seu crescimento e desenvolvimento.

Gestantes do tipo C não devem tomar o medicamento.

São raros os relatos de toxicidade aguda e/ou morte por superdosagem de glicocorticóides.Para a eventualidade de ocorrer superdosagem não há antídoto específico; o tratamento é de suporte e sintomático.

A ação da Sulfadiazina (substância ativa) pode ser antagonizada pelo ácido para-aminobenzóico e seus compostos derivados, particularmente aminobenzoato de potássio e anestésicos locais do grupo de procaína.

A Sulfadiazina (substância ativa) pode potencializar os efeitos de algumas drogas, como os anticoagulantes orais, metotrexato e fenitoína. Isto pode ser devido ao deslocamento da droga dos sítios de ligação protéica plasmática ou pela inibição do metabolismo.

O efeito antidiabético dos compostos de sulfoniluréia pode ser aumentado pelo uso concomitante de Sulfadiazina (substância ativa).

Pode ocorrer falência de contraceptivos hormonais resultando em gravidez em pacientes tratadas com Sulfadiazina (substância ativa).

Resultados de Eficácia


Os resultados vão depender da patologia e do seu grau de severidade, variando de um caso para outro.

Características Farmacológicas


Farmacodinâmica

A Sulfadiazina (substância ativa) é análoga estrutural e antagonista competitiva do ácido para-aminobenzóico (PABA), impedindo, portanto, a sua utilização pelas bactérias na síntese do ácido fólico (ácido pteroilglutâmico). Mais especificamente, a Sulfadiazina (substância ativa) é inibidora competitiva da diidropteroatosintetase, a enzina bacteriana responsável pela incorporação do PABA no ácido diidropteróico, precursor imediato do ácido fólico.

Os microorganismos sensíveis à Sulfadiazina (substância ativa) são primariamente aqueles que sintetizam seu próprio ácido fólico.

Farmacocinética

A Sulfadiazina (substância ativa) é rapidamente absorvida no trato gastrintestinal.

As concentrações sanguineas máximas são atingidas 3 a 6 horas após a administração, 20 a 55% da Sulfadiazina (substância ativa) está ligada a proteínas plasmáticas. Ela penetra no fluido cérebro-espinhal para produzir concentrações terapêuticas, que podem ser mais da metade daquela do sangue, dentro de 4 horas por administração oral. Até 40% da Sulfadiazina (substância ativa) no sangue está presente como o derivado do acetil. A meia vida da Sulfadiazina (substância ativa) é de 10 horas aproximadamente; essa é prolongada quando existe diminuição da capacidade renal. Cerca de 50% da Sulfadiazina (substância ativa) administrada oralmente é excretada na urina em 24 horas; 15 a 40% é excretada na forma acetilada. A excreção na urina da Sulfadiazina (substância ativa) e dos derivados do acetil é dependente do ph.

Cerca de 30% é excretado inalterado por acetilação rápida e lenta quando a urina á ácida enquanto cerca de 75% é excretado inalterado por acetilação lenta quando a urina é alcalina.

Marcos António Mendes de Carvalho-CRF/PI-0342

*Não use medicamentos sem o conhecimento do seu médico, pode ser perigoso para a sua saúde.
*As informações aqui divulgadas não deverão ser utilizadas como substituto de prescrição médica para o tratamento de qualquer doença.