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Para que serve

- Tratamento de infecções fúngicas sistêmicas e/ou profundas causadas por fungos sensíveis à anfotericina B, como: aspergilose invasiva, candidíase disseminada, zigomicose, fusariose, criptococose, coccidioidomicose, aracoccidioidomicose, histoplasmose, blastomicose, leishmaniose cutânea e visceral nas formas avançadas da doença em adultos e crianças;
- O tratamento das infecções fúngicas sistêmicas e/ou profundas causadas por fungos sensíveis à anfotericina B. Abelcet é indicado para o tratamento de infecções fúngicas do SNC.

Pacientes que tenham demonstrado hipersensibilidade à anfotericina B ou a qualquer outro componente da formulação.

- A dose diária recomendada para adultos e crianças (incluindo neonatos prematuros) é de 1,0 a 5,0 mg/Kg/dia, em uma única infusão.Para infecções fúngicas do sistema nervoso central (SNC), o tempo de tratamento é de 2 a 6 semanas dependendo da resposta clínica.
A dosagem de Abelcet deve ser ajustada de acordo com as necessidades específicas de cada paciente:
- Micoses sistêmicas: A terapia usualmente é instituída a uma dose de 1,0 mg/kg/dia, podendo ser aumentada até 5,0 mg/kg/dia conforme a necessidade;
- Leishmaniose visceral: - Poderá ser usada a dose de 3 mg/kg/dia por 5 a 10 dias;
- Profilaxia para infecções fúngicas invasivas em pacientes transplantados: Abelcet pode ser administrado em doses diárias de 1,0 a 1,5 mg/kg/dia durante 5 dias consecutivos após o transplante;
- Profilaxia em pacientes com Leucemia: Doses diárias de 2,5 mg/kg/dia 3 vezes por semana ou 1,25 mg/kg/dia em pacientes com nefrotoxicidade ou hepatotoxicidade;
- Profilaxia para Leishmaniose: Abelcet na dosagem de 1,0 mg/kg/dia por 21 dias nos pacientes com Síndrome da Imunodeficiência adquirida;
- Infecção fúngica sistêmica em pacientes pediátricos: É recomendada a dose de 2,0 a 5,0 mg/kg/dia;
- Nas infecções do SNC, Abelcet pode ser administrado por via Intratecal ou intracisternal associado com a administração sistêmica da droga. Pode ser administrado juntamente com hidrocortisona. A dose para a administração por estas vias é de 0,01 mg a 1,5 mg/dia/semana;

Assim como com qualquer produto que contenha anfotericina B, a administração inicial de Abelcet deve ser realizada sob observação clínica estreita por profissionais com treinamento adequado.
Reações agudas como febre e calafrios, podem ocorrer 1 a 2 horas após o início de uma infusão intravenosa de Abelcet. Geralmente estas reações são mais comuns nas doses iniciais de Abelcet e costumam diminuir nas doses subseqüentes. A infusão raramente tem sido associada a hipotensão (pressão arterial baixa), broncoespasmo (constrição reversível das vias aéreas pequenas do trato respiratório), arritmias cardíacas (alterações do ritmo cardíaco normal) e choque.
- Exames Laboratoriais
Os valores da creatinina sérica devem ser monitorados a intervalos freqüentes durante a terapia com ABELCET. É também recomendável o monitoramento regular da função hepática, eletrólitos séricos (particularmente magnésio e potássio) e hemograma completo.
Carcinogênese, mutagênese e redução da fertilidade.
Não foram realizados estudos de longo prazo, em animais, para avaliar o potencial carcinogênico de
Abelcet. Para acessar o potencial mutagênico de Abelcet, foram conduzidos os seguintes estudos in vitro (com e sem ativação metabólica) e in vivo: ensaio de mutação reversa bacteriana, ensaio de mutação de progressão do linfoma em camundongo, ensaio de aberração cromossômica em células CHO e ensaio in vivo de micronúcleos em camundongo. Abelcet não apresentou efeitos mutagênicos em quaisquer dos ensaios. Os estudos demonstraram que Abelcet não teve qualquer impacto sobre a fertilidade dos ratos machos e fêmeas, em doses até 0,32 vezes a dose humana recomendada (com base no parâmetro área de superfície corporal).
- Gravidez
Como não foram realizados estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas, ABELCET somente deve ser utilizado durante a gravidez após conclusão de que a droga é realmente importante para a paciente.
- Amamentação
Não se sabe se Abelcet é excretado no leite materno. Como muitas drogas são excretadas no leite humano e tendo em vista o potencial de reações adversas sérias, devidas a Abelcet, em lactentes alimentados ao seio, deve-se decidir entre a suspensão da amamentação ou o uso da droga, levando em conta a importância da droga para a mãe.
- Crianças
Cento e onze crianças (2 foram recrutadas duas vezes e contadas como pacientes separados), com idades de 16 anos ou menos, onze das quais tinham menos de 1 ano, foram tratadas com Abelcet, na dose de 5 mg/Kg/dia, em dois estudos abertos e em um pequeno estudo prospectivo de ramo único. Em um estudo monocêntrico, 5 crianças com candidíase hepatoesplênica foram tratadas eficazmente com 2,5 mg/Kg/dia de Abelcet.
Não foram reportados efeitos adversos sérios inesperados.
Abelcet foi estudado em neonatos e foi constatado que o medicamento é seguro e eficaz no tratamento nesta faixa etária com candidíase invasiva na dosagem de 2,5 mg/kg/dia à 5 mg/kg/dia. Os resultados deste estudo indicaram que não há diferença na disposição de Abelcet em neonatos e grupos de outras idades.
- Idosos:
Quarenta e nove pacientes idosos, com idade acima de 65 anos, foram tratados com Abelcet na dose de 5 mg/Kg/dia, em dois estudos abertos e em um estudo de grupo único, prospectivo e menor. Nenhum
evento adverso grave inesperado foi relatado.

- Corpo como um todo: Mal-estar, perda ponderal, surdez, reação no local da injeção incluindo inflamação.
- Alérgicos: Broncoespasmo, sibilos, asma, reações anafilactóides e outras reações alérgicas.
- Cardiopulmonares: Insuficiência cardíaca, edema pulmonar, choque, infarto do miocárdio, hemoptise, taquipnéia, tromboflebite, embolia pulmonar, miocardiopatia, derrame pleural, arritmias incluindo fibrilação ventricular.
- Dermatológicos: Exantema maculopapular, prurido, dermatite esfoliativa, eritema polimorfo.
- Gastrointestinais: Insuficiência hepática aguda, hepatite, icterícia, melena, anorexia, dispepsia, cólica, dor epigástrica, doença hepática veno-oclusiva, diarreia, hepatomegalia, colongite, colecistite.
- Hematológicos: Defeitos de coagulação, leucocitose, discrasias sanguíneas incluindo eosinofilia.
- Músculo-esqueléticos: Miastenia e dores ósseas, musculares e articulares.
- Neurológicos: Convulsões, zumbido, deficiência visual, deficiência auditiva, neuropatia periférica, vertigem transitória, diplopia, encefalopatia, acidente vascular cerebral, síndrome extrapiramidal e outros sintomas neurológicos.
- Urogenitais: Oligúria, diminuição da função renal, anúria, acidose tubular renal, impotência, disúria.
Anormalidades dos eletrólitos séricos, Hipomagnesemia, hipercalemia, hipocalcemia, hipercalcemia.
- Anormalidades das provas de função hepática
Elevações da AST, ALT, fosfatase alcalina, LDH.
Anormalidades das provas de função renal
Elevação da uréia sérica.
- Outras anormalidades: Acidose, hiperamilasemia, hipoglicemia, hiperglicemia, hiperuricemia, hipofosfatemia.

- Insuficiência hepática: o efeito da insuficiência hepática sobre a disponibilidade de Abelcet não é conhecido, porém observa-se em estudo que mesmo quando há comprometimento hepático por infecção fúngica invasiva, as enzimas hepáticas se mantiveram inalteradas na vigência do tratamento e a concentração de Abelcet no fígado permaneceu alta.

- Insuficiência renal: Estudos demonstram a segurança de Abelcet em pacientes com insuficiência renal, e mesmo em pacientes com tendência à disfunção renal. A dose ideal não foi estabelecida, mesmo assim, os estudos relatam que não existe dose limite para a nefrotoxicidade, mesmo sendo essa dose maior que 5 mg/kg/dia. Conclui-se ainda que os níveis séricos de creatinina devem ser monitorados durante o tratamento.

- Pacientes idosos: a farmacocinética e a farmacodinâmica em pacientes idosos (> 65 anos de idade) não foram estudadas.

- Pacientes pediátricos: Estudos em pacientes pediátricos indicam que a eficácia do tratamento foi mantida tanto nas doses mínimas como nas doses máximas. Além disso, a toxicidade foi diminuída nas doses menores.
Abelcet foi estudado em neonatos e foi constatado que o medicamento é seguro e eficaz no tratamento nesta faixa etária com candidíase invasiva na dosagem de 2,5 mg/kg/dia à 5 mg/kg/dia. Os resultados deste estudo indicaram que não há diferença na disposição de Abelcet em neonatos e grupos de outras idades.

Gestantes só devem usar o medicamento depois de que o médico se certifique de que a droga é muito importante para a saúde da mulher.

COMPOSIÇÃO Cada ml da suspensão contém: Anfotericina B 5 mg Veículo q s p 1 ml Veículo: L-α-dimiristoilfosfatidilcolina (DMPC), L-α-dimiristoilfosfatidilglicerol (DMPG), cloreto de sódio e água para injeção INFORMAÇÕES AO PACIENTE 1

Tem sido reportado que a superdosagem com desoxicolato de anfotericina B pode causar parada cardiorrespiratória. Existe informe sobre 15 (quinze) pacientes que receberam uma ou mais doses de
Abelcet entre 7-13 mg/Kg; nenhum desses pacientes apresentou uma reação aguda séria ao medicamento. Caso se suspeite de superdosagem, descontinuar o tratamento, monitorar o estado clínico do paciente e instituir as medidas de apoio necessárias. Abelcet não é hemodialisável.

A Anfotericina B (substância ativa) pode apresentar interações quanto utilizada concomitantemente com:

  • Fármacos depressores da medula óssea;
  • Radioterapia;
  • Fármacos eliminadores de potássio.

Agentes antineoplásicos:

Podem aumentar o potencial de toxicidade renal, broncoespasmo e hipotensão.

Imidazólicos (ex: cetoconazol, miconazol, clotrimazol, fluconazol, etc.):

Estudos in vitro e em animais com a associação de Anfotericina B (substância ativa) e imidazóis sugerem que os imidazóis podem induzir resistência fúngica à Anfotericina B (substância ativa). A terapêutica combinada deve ser administrada com precaução, especialmente em pacientes imunocomprometidos.

Medicações nefrotóxicas:

Cisplatina, pentamidina, aminoglicosídeos e ciclosporina podem potencializar a toxicidade renal e portanto o uso concomitante com Anfotericina B (substância ativa) deve ser feito com grande cautela. É recomendado um monitoramento intensivo da função renal em pacientes que necessitam de uma combinação de medicações nefrotóxicas.

Corticosteroides e A.C.T.H. (corticotrofina):

Podem potencializar a hipocalemia induzida pela Anfotericina B (substância ativa). Evitar o uso concomitante, a menos que seja necessário para controlar os efeitos adversos da Anfotericina B (substância ativa). Se usado concomitantemente, monitorar os eletrólitos séricos e a função cardíaca.

Agentes cujos efeitos ou toxicidades possam ser aumentados pela hipocalemia:

Glicosídeos digitálicos, relaxantes da musculatura esquelética e agentes anti-arrítmicos. A função cardíaca e os níveis séricos de potássio devem ser monitorados.

Flucitosina:

O uso concomitante pode aumentar a toxicidade da flucitosina, possivelmente pelo aumento da sua captação celular e/ou prejudicando sua excreção renal.

Transfusão de leucócitos:

Embora não observada em todos os estudos, reações pulmonares agudas foram observadas em pacientes que receberam Anfotericina B (substância ativa) durante ou logo após transfusões de leucócitos; portanto, recomenda-se distanciar estas infusões o maior tempo possível e monitorizar as funções pulmonares.

Resultados de Eficácia

A Anfotericina B (substância ativa) apresenta in vitro uma atividade elevada contra numerosas espécies de fungos. Concentrações de Anfotericina B (substância ativa) variando de 0,03 a 1,0 mcg/mL inibem, in vitro, espécies tais como: Histoplasma capsulatum, Coccidioides immitis, espécies de Candida spp, Blastomyces dermatitidis, Rhodotorula, Cryptococcus neoformans, Sporothrix schenckii, Mucor mucedo e Aspergillus fumigatus. Foram relatados outros organismos sensíveis a Anfotericina B (substância ativa) tais como Prototheca ssp, Leishmania e Naegleria. Algumas cepas resistentes de Cândida foram isoladas em pacientes imunocomprometidos recebendo tratamentos longos com Anfotericina B (substância ativa). Técnicas padrões para a determinação da concentração mínima inibitória (CMI) não foram estabelecidas para os agentes antifúngicos, e valores são variáveis dependendo dos métodos empregados. A Anfotericina B (substância ativa) não é eficaz sobre bactérias, inclusive do gênero Rickettsia e vírus.

A Anfotericina B (substância ativa) é considerado o fármaco de escolha para o tratamento da maioria das infecções fúngicas invasivas, incluindo candidíase hematogênica. Trata-se de antifúngico de amplo espectro, fungicida e com bons resultados no tratamento de fungemias.

A Anfotericina B (substância ativa) mostrou ser mais eficaz do que o voriconazol e atualmente é o fármaco de escolha para tratamento de aspergilose invasiva

A Anfotericina B (substância ativa) é o tratamento de escolha para os pacientes com infecções fúngicas progressivas potencialmente graves como: blastomicose, coccidiodomicose; criptococose; meningite criptocócica, endocardite fúngica; endoftalmite candidiásica; infecções intra-abdominais, incluindo peritonites relacionadas e não relacionadas com o processo de diálise; infecções fúngicas das vias urinárias; meningite fúngica de outras origens, paracoccidioidomicose e meningo encefalite amebiana primária.

Um estudo duplo-cego comparou a caspofungina com Anfotericina B (substância ativa) para o tratamento primário de candidíase invasiva. Ambos os fármacos apresentaram-se eficazes para o tratamento de candidíase invasiva, mais especificamente, candidemia.

Um estudo comparou a eficácia e segurança de Anfotericina B (substância ativa) versus fluconazol para a erradicação da candidúria em pacientes gravemente enfermos. Ambos os fármacos apresentaram-se eficazes e seguros para o tratamento e nenhum dos grupos apresentou efeitos colaterais.

Um estudo envolveu doze pacientes com leishmaniose mucocutânea que foram tratados com Anfotericina B (substância ativa). As lesões responderam rapidamente ao tratamento. A dose relativamente baixa total de Anfotericina B (substância ativa) induziu cicatrização das lesões ativas.

Características Farmacológicas

Anfotericina B (substância ativa) é um antibiótico antifúngico poliênico derivado do Streptomyces nodosus.

Mecanismo de ação

A Anfotericina B (substância ativa) é fungistática ou fungicida dependendo da concentração obtida nos fluidos corporais e da sensibilidade dos fungos. A Anfotericina B (substância ativa) age ligando-se aos esterois da membrana celular do fungo sensível, alterando a permeabilidade da membrana e provocando extravasamento dos componentes intracelulares. As membranas dos animais superiores também contém esterois e isto sugere que o dano às células humanas e às de fungos podem ter mecanismos comuns.

Farmacocinética

Uma infusão intravenosa inicial de 1 a 5 mg de anfotericin B por dia, aumentando de 0,4 para 0,6 mg/kg diariamente, produz picos médios de concentração plasmática variando de 0,5 a 2 mcg/mL que são encontrados em adultos recebendo doses repetidas de aproximadamente 0,5 mg/kg/dia. Após uma queda inicial rápida, o platô de concentração plasmática é de aproximadamente 0,5 mcg/mL. Uma meia-vida de eliminação de aproximadamente 15 dias segue-se após uma meia-vida plasmática de eliminação inicial de cerca de 24 horas. São poucos os dados farmacocinéticos da Anfotericina B (substância ativa) em crianças.

A Anfotericina B (substância ativa) circulante está altamente ligada (90%) às proteínas plasmáticas e é pouco dialisável. Aproximadamente dois terços da concentração plasmática obtida têm sido detectadas nos fluidos da pleura inflamada, peritôneo, sinóvia e do humor aquoso.

As concentrações no líquido cefalorraquidiano raramente excedem a 2,5% daquelas encontradas no plasma ou não são detectáveis. Pequena quantidade de Anfotericina B (substância ativa) penetra no humor vítreo ou no fluido amniótico normal. Detalhes completos sobre a distribuição tecidual não são conhecidos, entretanto, o fígado parece ser o maior local de armazenagem tecidual.

A Anfotericina B (substância ativa) é excretada de forma lenta pelos rins, sendo que 2 a 5% de uma dose administrada é eliminada sob a forma biologicamente ativa. Após a suspensão do tratamento o fármaco pode ser detectado na urina durante um período de 3 a 4 semanas, devido à sua eliminação lenta. A excreção biliar pode representar uma importante via de eliminação. Detalhes de outras vias metabólicas não são conhecidos. Os níveis sanguíneos não são afetados por problemas renais ou hepáticos.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO Armazenar a uma temperatura entre 2ºC à 8ºC, protegido da luz Não congelar Mantê-lo dentro do cartucho até o momento do uso A suspensão diluída de ABELCET® em solução glicosada a 5%, pronta para o uso, é estável por até 48 horas de 2ºC à 8ºC e por um período adicional de 6 horas à temperatura ambiente Este medicamento é válido por 24 meses a partir da data de fabricação Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem Não use medicamento com o prazo de validade vencido Guarde-o em sua embalagem original Depois de aberto, este medicamento somente poderá ser consumido em até 48 horas, se a suspensão de ABELCET® estiver diluída em solução glicosada a 5%, armazenada de 2ºC à 8ºC e por um período adicional de 6 horas à temperatura ambiente Características Organolépticas ABELCET® é uma suspensão opaca, de cor amarela, estéril, apirogênica, para infusão endovenosa Antes de usar, observe o aspecto do medicamento Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças 6

- Informe ao médico o aparecimento de reações indesejáveis.
- Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
- Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Patrícia Machado de Campos CRF-RJ n° 9817.

*Não use medicamentos sem o conhecimento do seu médico, pode ser perigoso para a sua saúde.
*As informações aqui divulgadas não deverão ser utilizadas como substituto de prescrição médica para o tratamento de qualquer doença.