Meningite bacteriana Icone para edição

Meningite bacteriana, também chamada de meningite meningocócica, é a inflamação das meninges causada por bactérias. Mais de 80% dos casos de meningite são provocados por infecção bacteriana.

Sintomas:

Os principais sinais e sintomas da meningite bacteriana costumam se manifestar rapidamente e podem incluir:

Outros sintomas que podem ocorrer:

Diagnóstico:

Já que a meningite bacteriana pode levar à morte em poucas horas, a atenção médica imediata se faz necessária.

Durante o exame físico, o médico procurará a presença de erupções cutâneas (habitualmente, manchas vermelhas e roxas), cianose (uma cor azulada da pele), rigidez da nuca e de outros sinais característicos da meningite.

Para qualquer paciente com suspeita de meningite, é importante realizar uma punção lombar, na qual o líquido cérebro-espinhal (conhecido como líquido cefalorraquidiano ou LCR) é coletado para exames.

Possíveis testes incluem:

Tratamento:

O tratamento com antibióticos deve ser iniciado o mais rápido possível. Se necessário, o tratamento também poderá ser feito com corticosteroides por via endovenosa para diminuir a inflamação. Pode utilizar-se um ou mais antibióticos para combater as bactérias.

Depois de identificada a bactéria responsável (um ou dois dias mais tarde, geralmente) é possível escolher o antibiótico mais apropriado para tratar a doença. O tratamento implica também a administração de líquidos em função da febre, da sudação, dos vômitos e da falta de apetite.

Complicações:

Meningite bacteriana pode evoluir para problemas de saúde mais graves. Exemplos:

Meningite bacteriana tem cura?

O tratamento precoce melhora as expectativas de recuperação. A taxa de mortalidade varia de 5% a 15%, e as principais vítimas são crianças pequenas e os adultos com mais de 50 anos.

Prevenção:

Todos os familiares e pessoas próximas (principalmente em ambientes de saúde ou de educação) a alguém com esse tipo de meningite devem começar o tratamento com antibióticos assim que possível para impedir a propagação da doença. Pergunte a seu médico sobre isso durante a primeira visita.

Os contatos próximos em casa, na escola ou na creche devem ser observados para detectar sinais precoces da doença assim que o primeiro caso for diagnosticado. Tenha sempre bons hábitos de higiene, como lavar as mãos antes e depois de trocar fraldas ou depois de usar o banheiro.

As vacinas são eficazes para controlar epidemias. Elas são atualmente recomendadas para:

Ministério da Saúde

Sociedade Brasileira de Neurologia

Sociedade Brasileira de Infectologia

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*Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos do profissional da saúde.